Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

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Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Camille M. Vermount em Seg Maio 27, 2013 11:20 pm

Som Ambiente


O informante chega das fileiras de Jurgen.

Nicodemus: Aguardava pela sua chegada.
Informante: Meu senhor, estamos combatendo contra monstros. Eu não pensei que pudesse viver para ver aquilo. Soldados deformados, seres humanoides dilacerados, rasgados, amputados, terríveis. Eles não se abatem meu senhor! Ao contrário, eles só ficam mais fortes e mais estranhos à medida que os cortamos.
Nicodemus: Tenha calma filho. Isso é a guerra!! Conte-me sobre o líder deles.
Informante: É um grande demônio com asas de quiróptero, chifres acentuados, olhos raivosos, imenso. Seu nome é Skarshantallas. Às vezes me pego pensando se está difícil, imagine quando atacarmos à fortaleza de Rustovich.
Uma Voz: Temos uma prioridade maior.
Nicodemus: Você?
A Voz: Nicodemus, a quanto tempo que não o vejo nobre irmão.
Nicodemus: O que fazes aqui? Saia daqui antes que o monarca descubra sobre tua presença.
A Voz: Ora isso é jeito de tratar os velhos amigos? Apenas vim avisar que uma serpente irá visita-los. É melhor ter cuidado com ele...
Informante: Uma serpente? Estamos sendo espionados?
A Voz: Não se trata dessa guerrinha ridícula e particular de vocês. À propósito Nicodemus, quem proclamou essa guerra? Foi mesmo o monarca ou terá sido a mão dele?
Nicodemus: Ora essa!! Desapareça daqui agora, antes que eu tenha que tomar atitudes drásticas!

E a voz se dissipa no ar calmamente, desaparecendo...

Informante: Quem era ele meu senhor? O que ele quis dizer com a serpente?
Nicodemus: Eu não sei, mas irei descobrir. Enquanto a você meu caro... Agora você sabe de mais... Perdoe-me.
Informante: Hã? O que é isso? N-não... Nãaaaaao

Budapeste é uma cidade movimentada durante o dia e gera uma das maiores renda em comércio da Baviera. É onde reside o Lord Hardestaldt que distribui sua influencia sobre a região se alongando até os limites de Mediash.
No castelo, Nicodemus é a palavra do Monarca e Augustus o feiticeiro mor do senhor e comandante da igreja local. Devido ao êxodo, a inquisição se concentra no combate a heresia e maculados. Um baile é dado em referencia à Jurgen e uma visita da Matriarca Salianna concentra os reforços na cidade.





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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Camille M. Vermount em Ter Maio 28, 2013 10:00 am

Laurent D`Anjou – Monastério Obertus 20:25

O solitário sacerdote se escondia atrás de uma pilhagem de livros antigos e robustos estudando a arte das sombras e manipulação da mesma, quando Crixus adentrou o recinto da biblioteca com um monge dizendo:

Crixus: Quero que conheça um talento promissor. Agora mesmo ele está lá estudando, como eu o orientei. Veio das terras da rainha Isouda, mas conheceu a Terra Santa pessoalmente antes de vir parar aqui. D`Anjou, venha até aqui, por favor.

O jovem Cainita então se livra da poeira baixa e caminha ao seu tutor que o apresenta ao delegado de inspeção da inquisição. A igreja é a maior instituição existente e o magistério envia delegados quando é preciso investigar alguma coisa de interesse da igreja. Crixus por sua vez, esconde-se da opressão de Hardestaldt no monastério e tem grande influência na igreja. Assim, são poucos os que tentam passa-lo para trás.
Após ser apresentado ao delegado, D`Anjou descobre que a ação da inquisição está no monastério sob controle de Crixus. Embora, poucos realmente saibam a localização de Crixus, ninguém tem coragem de “dedurá-lo” a Hardestaldt e sofrer com um inquisitor batendo à sua porta.


Ao fim da conversa, Crixus recolhe-se em seu quarto, enquanto o delegado caminha pelo monastério. D`Anjou pensa sobre porque um delegado estaria ali, enviado pela igreja. Seria obra do conselho do príncipe?

Andrius Calton - Hospital de St Jonh 22: 15

O jovem Cainita havia sido enviado à Budapeste há exatamente 40 dias. Sabia o que se passava pela cidade e sabia mais que qualquer outro do desgaste da guerra e da praga que assola a região.
Mickail Barbarov passava noites e mais noites trancafiado em seu laboratório. Podiam-se ouvir dentro de algumas salas, gritos e mais gritos de pessoas que estavam dentro do laboratório com o diretor. A ala do sanatório é terrivelmente precária. Os loucos ficam presos em câmaras de 3x3 m². São dadas a eles duas refeições diárias e as porções estão cada vez mais diminuindo.
A enfermaria está superlotada com doentes e pessoas sofrendo a morte pela praga. O único saguão que se mantem intacto e sem ninguém é o do andar superior, mas a entrada está trancafiada e só Barbarov tem as chaves. Não se sabe ainda porque ele não aloca os doentes para lá e esse mistério ronda o hospital.
Essa noite Barbarov finalmente saiu de seu recinto e comunicou que o hospital não tinha mais capacidades para abrigar os doentes e os materiais estavam escassos. Barbarov é diretor do hospital desde a época da construção do mesmo. Nunca se chegou a ser tão difícil o tratamento dos doentes que começam a se acumular na porta do hospital e nas redondezas, desagradando a população.
Tendo em vista essas problemáticas, Calton fica confuso sobre que tipo que coisa o diretor faz a semanas, trancafiado no laboratório. E os gritos? E o andar de cima? Não poderia alocar mais doentes?


Lothar Rosenrot – Castelo Rosenrot 19:00

O belo Rosenrot se conformava com sua pacata existência no castelo ao lado de Izzet que sempre fez de tudo para torna-lo o espécime mais notável que ela pudesse. Com o êxodo decretado pelo monarca negro, vários cainitas se viram obrigados a deixarem seus lares para se aventurarem nas grandes cidades de Praga, Viena e Budapeste.
Os poucos que restavam, caiam nas fileiras da guerra e somente o Voivodato se mantinha em pé no momento. A situação dos Feudos da Cruz Negra era essa. Mais cedo ou mais tarde, a ordem alcançaria o castelo, e esse dia finalmente chegou.
O jovem Rosenrot vinha de uma caçada quando chegou ao castelo e encontrou sua senhora conversando com um sujeito. Sem que eles percebessem, o jovem Cainita se posiciona atrás da parede e escuta o diálogo:


Izzet Kader: Eu entendo perfeitamente as condições, mas não sei se ele está preparado. Não tivemos tanto tempo assim...
Sujeito: Majestade, eu suplico, não podemos vencer essa guerra.
Izzet Kader: O que você sugere? Que eu parta para Budapeste com ele?
Sujeito: É o mais sensato a se fazer. Estarão sob o teto do monarca negro, protegidos de qualquer coisa. Quando o êxodo acabar, vocês retornam!

A rainha então se levanta e assente positivamente. Nesse momento, Rosenrot simula não saber de nada e entra na sala, onde é recebido por sua senhora que o avisa que irão partir.

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Sharir, o Califa Otomano em Ter Maio 28, 2013 7:56 pm

Desperto assustado todos os dias com esses gritos. Que Deus abençoe aqueles que estão sofrendo e estão sentindo dor. Mas se estão, é porque pecou e está se redimindo fronte ao poder de Cristo. Farei uma oração para eles novamente:
Meu bom Deus, que está nos céus, olhe por estas pessoas. Perdoai nossos pecados e me der forças para continuar a traçar o meu caminho nessa condição pavorosa em que me encontro. Se for possível meu grandioso pai, que compartilhe da dor deles comigo, para amenizá-los de tanto sofrimento.

Então começo a ricochetear as minhas costas para pagar pelos meus pecados. Para diminuir a maldade neste morto coração. Para me redimir perante o senhor, para me livrar do mal desta maldição. Por uma hora, todos os dias, ricocheteio minhas costas até sangrar o suficiente para me redimir perante meu senhor Deus.

Desde que cheguei aqui, há quarenta dias o diretor estar naquela sala fechada, aos gritos das pobres almas. Os corredores do hospital assemelham-se a um velho asilo ou a um sanatório. Cada palavra de dor que escuto aqui pesa em meu morto coração, e eu ouço a todo tempo.
Das alas do manicômio, a ala dos tuberculosos, a ala dos moribundos, passo por cada uma delas deixando minhas preces como conforto, mas é na ala dos doentes da praga que eu firmo meu ofício. Trabalhando e rezando pelas almas agoniadas, que clamam pela morte. Faço o que posso por eles...
Na verdade eu posso tentar fazer mais uma coisa. Talvez.. se eu os alocar para o andar superior, torne as coisas mais organizadas por aqui e menos fatídicas. Mas o portador das chaves é o diretor. Oh, estou com sorte hoje! Só pode ser uma mensagem dos anjos do senhor, o diretor finalmente saiu do salão.

Passo pelas celas dos loucos que gritam atordoantemente, pulam, vomitam, sofrem com suas perturbações e alucinações atrás de Barbarov para tentar falar com o mesmo. Ao me aproximar pergunto:


- Diretor! Por favor, explique-me. O que fazes trancafiado naquele salão por todo esse tempo? O Hospital está um caos. Doentes por todos os lados, a taxa de mortalidade só aumenta a cada dia. Os feridos da guerra estão sem leito. E a ala superior está vaga, somente o senhor tem as chaves. Ajude-nos.

O Diretor havia avisado antes aos pacientes que não havia mais condições de abrigar ninguém, mas eu não entendo. O que ele tanto faz naquele salão? Aguardo ansiosamente por uma resposta franca.
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Laurent Post nº 1

Mensagem por James kirk em Qua Maio 29, 2013 10:05 pm

Before Sunrise





Reflexos (antes do encontro com Crixus)

O meu sire é um dos “Anjos Vingadores” ou “Anjos Purga Dores” as línguas dos homens levam a mudança na expressão, mas o intuito é simples: levar o homem mortal ao arrependimento de suas transgressões.

Ele possuía uma grande admiração pelos mártires, afinal uma harmoniosa fusão entre o sofrimento e a amabilidade é um dos efeitos da graça mais atraentes nos santos.

Nota 1: Apesar de ter o mesmo conjunto de regras de “fé”, não compactuo com essa visão de ser o “braço da justiça divina”, como seguidor da trilha da noite racional a morte ou qualquer outra variante deve ser antes de tudo uma decisão consciente.

Mas a visão de meu sire não é de todo ruim, se não vejamos: Devemos a D-us “dez mil talentos”, mas não temos como restituí-lo. Agora, D-us está fazendo a mesma coisa conosco. “porque nos ama?” Ele não poderia pedir que o paguemos. Mas porque é justo, Ele não nos dirá que não precisamos pagar. Para nós é impossível restituí-Lo.

Assim meu sire justifica sua falta de compaixão com os mortais, mas também sempre vai os expor ao sofrimento, a final não importa o quanto se arrependa nunca será o suficiente. O próprio ato de matá-los já seria uma ação misericordiosa dentro da linha de raciocínio dele.

Nota 2: O sofrimento que eu os imponho, não busca uma absolvição divina, mas sim um processo de seleção natural, os fracos se quebraram, mas os fortes irão se superar.

*Sento-me novamente no meu acento na biblioteca, tendo como fonte de luz algumas poucas tochas, fico a refletir sobre a última conversa.*

Reflexos (após o encontro com Crixus)

Crixus demonstrou calma e segurança com a presença do delegado, é possível que ele não represente um perigo, quanto a mim, o melhor é evitar chamar a atenção e utilizar de alguém de confiança para ser meus olhos e ouvidos.

*Escrevi um bilhete para um irmão, que me seja próximo e deixarei sobre a cama dele.*

Carta:
Spoiler:

Salve, Maria!

Caro irmão em Cristo, nós temos um recém-chegado no monastério, ele é um delegado do magistério, é possível que ele precise de algum auxílio nesses primeiros dias, tenho certeza, que nosso Senhor pode contar com sua presteza.

A bondade é o sentimento que nos faz ir em socorro dos nossos semelhantes que estão na necessidade, e ajudá-los segundo o nosso poder. Ela é assim nosso modo de imitar a Providência. A bondade também é semelhante à graça porque é algo que não se pode conseguir sozinho, é necessário um outro.

Atenciosamente,

Irmão D`Anjou


* Caminho pelos corredores de baixa iluminação do monastério.*


OFF: As notas 1 e 2 foram momentos em que seu pensamento ficou mais incisivo; Não houveram falas, foram apenas reflexos e ações; por fim, utilizarei de minha influência para obter informações sobre o delegado.

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Mindgame em Sex Maio 31, 2013 12:39 am

“Pensamentos“
”Falas“
Sistema/Offs

- - -

“Gerra. Dizem que ela destrói os fracos, mas a paz não faz o mesmo?
Também dizem que seu objetivo é a paz, mas só os mortos conhecem o fim da guerra.
Não importa o que eu faça, a humanidade tenta se destruir desde os primórdios e os amaldiçoados tem o poder para terminar o trabalho.
A justiça está chegando para todos nós...“

O jovem Elois retornava ao seu antigo castelo envolto em pensamentos quando ouve a voz do arauto de Hardestadt dialogando com sua rainha e aproxima-se com curiosidade.
“A quem ela está se referindo?
Céus! Por que eu estou me escondendo? Ela certamente sabe que estou aqui...“

Lothar adentrava o hall com o olhar fixo em Izzet e, ao aproximar-se, a reverencia. A anciã é sucinta em suas palavras, mas o vassalo não precisa de mais informações.
”Estarei pronto quando desejar partir, minha senhora.
Devo reunir os guardas ou apenas eu devo acompanhá-la?“

Rosenrot obedece os comandos da rainha, veste uma armadura leve, negra e com detalhes que ostentam as cores de sua família, desce ao salão dos reis para visitar o mausoléu de seu pai, tomado por lembranças, e ajoelha em frente a estátua do falecido rei.
“Pai... eu sinto muito... eu me perdi.
Eu não sei mais quem sou... e estou trilhando por descaminhos obscuros.
A guerra chegou até nós... e eu partirei em breve.
Eu... queria que estivesses aqui.
Preciso dos teus conselhos...
Preciso que me guie... uma última vez.“

O True Brujah notava que seus sentimentos estavam atrofiando. Seu coração fora enrijecido pela besta e a moral, que norteava suas ações, esvaecia de seu ser. As memórias pareciam ser tudo o que lhe restara da nobreza a qual um dia pertenceu e Lothar as buscava em um brasão da família encravado na antiga espada de seu pai.
Rei Baltazar Rosenrot escreveu:Lothar, meu filho, tu tens o sangue dos reis do passado. Um dia, eu não estarei mais aqui para te guiar, mas viverei através das seis virtudes que firmaram a soberania de nossa família.
Este é o nosso brasão, ele representa a sabedoria que deve guiar nossos atos:
A primeira virtude é a força. A verdadeira força não provém dos músculos, mas sim de seu coração. Ela é sua vontade indomável, a perseverança, e o amor é a força mais sutil do mundo. Ser amado por seus aliados te dará toda a força que precisar e amar alguém profundamente te dará coragem para realizar grandes feitos!
A segunda virtude é a Honra. Viver com honra é ser, de fato, o que queremos que os demais acreditem que somos. É a maior riqueza que se pode tirar de um homem, mas não enriquece ladrão algum. Não se pode ganhá-la, apenas perdê-la e, como uma pedra preciosa, um pequeno defeito reduz enormemente seu valor, mas, enquanto a glória deve ser conquistada, para a honra prevalecer, basta que não seja perdida.
A terceira virtude é a vitória. O desejo de vencer deve ser o primeiro passo de cada batalha. Não há virtude sem que antes sejamos vitoriosos sobre nós mesmos. Nada vale o que nada nos custa.
A quarta virtude é a justiça. Enquanto a justiça sem força é impotente, a força sem justiça é tirana. Ela é a vingança dos honrados, assim como a vingança é a justiça dos selvagens. O justo não pode ser neutro entre o certo e o errado, ele deve buscar o certo, na mais obscura das causas, e sustentá-lo contra o erro. Se consentir que ajam contra a justiça, tu serás injusto.
A quinta virtude é o triunfo. Não há triunfo sem perdas assim como não há vitória sem sofrimento. O êxito está reservado para aqueles que estão dispostos a pagar o preço. Perca suas batalhas sem perder seu orgulho e vença com ousadia, pois o triunfo pertence a quem mais se atreve! Aqueles que temem serem vencidos, tem a certeza da derrota e o desespero é o caminho mais tortuoso para a vitória.
A última virtude é a glória. Não pode haver glória onde não há virtude e ela é o resultado da boa aplicação das outras cinco. Nenhum caminho fácil conduz à ela e quem busca apenas a glória, não a merece. A maior glória não está em nunca cairmos, mas em levantarmos após cada queda.
Lembre-se sempre quem tu és, meu filho, e a glória dos Rosenrot não estará apenas em seu nome.
O Elois empunha a espada e a admira com um sorriso esperançoso.
Espada da Família Rosenrot:
Uma espada longa com uma lâmina de 1,1m e um cabo de 10cm. A base da lâmina é adornada com o brasão e as virtudes estimadas pela família Rosenrot: Força, Honra, Vitória, Justiça, Triunfo e Glória. O brasão é composto por um leão alado dourado com uma rosa vermelha entre os dentes (ostentando as cores da família: vermelho e dourado).

Obs.: A imagem descreve bem, mas, no lugar dos crânios estão brasões da família e ela não tem nenhum efeito luminoso.

Espada Longa
Dificuldade: 5
Dano: Força +6
Ocultabilidade: N
Força necessária: 1
(Vampiro: Idade das Trevas - Livro Básico, pág 191)
“Obrigado... pai.
Eu não vou me perder novamente... este será meu mapa de volta para casa.
Enquanto o último Rosenrot existir, haverá glória em seu nome!“

Lothar equipa a grande espada em suas costas e retorna até sua rainha ostentando um ar invencível.
”Estou pronto, minha senhora.“
“Eu te protegerei com a força de meu coração e vencerei suas batalhas com honra! A justiça de minha espada trunfará em sua glória!“

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Camille M. Vermount em Sex Maio 31, 2013 8:48 pm

As noites de Budapeste não costumava ser tão agitada a muito tempo. A proximidade da grande feira organizada pelas guildas e a chegada de uma embarcação de poloneses criaram uma realidade comemorativa no lado nobre da cidade, refletindo na movimentação da casa de Ansar e principalmente na Madrosa.
Para os Cainitas isso era ótimo, visto que as caçadas tornavam-se mais difíceis com a super população de membros, gerada pelo êxodo. A guerra e a peste tornavam o ambiente da cidade ardil a muito tempo. Os doentes e mendigos se acumulavam pelas áreas pobres da cidade e nas trilhas rurais. O hospital se encontra lotado e das ruas se escutam os apelos dos cidadãos.


Laurent D’Anjou – Monastério Obertus 21:00

Som Ambiente
Spoiler:

O jovem Cainita caminha pelos corredores de baixa iluminação do monastério quando esbarra com um iniciado que corria apressado pelos corredores. Ao ser indagado sobre o que havia perturbado o monge, o mesmo afirma que um dos monges do círculo interno de oração havia falecido após ler um livro chamado: O Canto das Sombras !!
O título da obra atiça a curiosidade do jovem Cainita e então Laurent resolve investigar. Chegando ao local do óbito, ele encontra o delegado com o livro na mão. Ao ver o Cainita o mesmo fala:


Delegado
Spoiler:

Delegado: Senhor D’Anjou, vejo que as notícias chegaram até mesmo às torres mais altas do monastério. Veja, o pobre monge faleceu esta tarde. É possível perceber isso quando se tem prática em investigações. O monge foi encontrado morto em sua cadeira com este livro na mão. (Entregando à Laurent)

Ao pegar o livro Laurent confere o título que se comprova verdadeiro e nota a presença peculiar de várias formigas na contra capa do livro. Seria algum tipo de mensagem que alguém estivesse tentando passar? A morte do monge teria algum significado? E o delegado o que faria a seguir?

XP 5/5

Andrius Calton – Hospital de St Jonh 22:15

Diretor! Por favor, explique-me. O que fazes trancafiado naquele salão por todo esse tempo? O Hospital está um caos. Doentes por todos os lados, a taxa de mortalidade só aumenta a cada dia. Os feridos da guerra estão sem leito. E a ala superior está vaga, somente o senhor tem as chaves. Ajude-nos.

Mickail Barbarov
Spoiler:

Mickail Barbarov então leva a mão esquerda à cabeça em tom de preocupação e responde:
Mickail Barbarov: Andrius, estou trabalhando em um caso especial. Preciso que confie em mim e não comente com ninguém sobre seus questionamentos. Prometo que na hora certa, você saberá! Quanto ao hospital e os feridos, nada podemos fazer por ora. O piso superior está precisando de manutenção, não podemos correr riscos entende?

O ancião então completa:
Mickail Barbarov: Se queres tanto ajudar, vá à Madrosa e encontre Theo. Peça a ele para leva-lo até Calebros, o ancião nosferatu. Estou certo que Calebros pode ajudar quanto à situação dos doentes.

XP 5/5

Lothar Rosenrot – Castelo Rosenrot 21:45

Após acatar a ordem da sua senhora e se preparar para a viagem que viria, Rosenrot visita o mausoléu do seu pai, o falecido rei e se inspira para o que tem por vir. Ao retornar ao salão da rainha, firmemente anuncia:
”Estou pronto, minha senhora.“

Izzet Kader
Spoiler:
Izzet Kader: Lothar, você é o meu bem mais precioso! Seguiremos por estradas ardis e inóspitas. Conosco irão apenas 15% de minha guarda pessoal para que não chamemos tanta atenção. Engulo meu orgulho e parto do meu lar para nos alocar em seio estranho, para que não soframos de perdas na grande guerra.

Izzet põe seu elmo e caminha até a varanda onde aguarda seus soldados, companheiros, amigos e afins. Do alto da varanda, acompanhada por sua cria, Lothar Rosenrot, ela discursa:

Meus senhores e minhas senhoras, vos comunico que irei partir para garantir o bem estar de todos. É preciso ter um coração de honra diante das pessoas. Honrar é não esquecer que um dia fomos abençoados por outra pessoas, por exemplo. Quantas vezes não sabemos dar aos nossos amigos o que eles precisam. Achamos que a liderança é apenas para nos abençoar e nos dar algo, mas eles também precisam de ser abençoados.
Tendo dito essas palavras, Izzet olha nos olhos de Lothar e diz:


Izzet Kader: Eu sou sua espada e você é minha bainha. A bainha, deve sempre proteger a espada. Seja forte e quando retornarmos, você liderará este povo ao meu lado.

Izzet não explicara à sua cria, o motivo pelo qual estavam partindo, mas após as palavras e o discurso prestado, Lothar, entende que estão partindo devido às pressões da guerra. O Monarca Negro era firme: Ou participava do êxodo ou caia na guerra!

XP 5/5

Alys Maelgwyn – Porto de Budapeste 00:25

Música Ambiente
Spoiler:

Integrada a guarda do Barão John, Alys vem conseguindo fazer seu nome e receber certo reconhecimento pela sua bravura. Recentemente o barão efetuou negócios com uma família nobre em Budapeste, onde pretende passar um bom tempo a analisar os resultados do seu negócio. Com isso, Alys e os demais cavaleiros da guarda pessoal se abrigam no grande navio no porto de Budapeste, até agora...
Em uma ala no convés, a serena noite mescla com a brisa do rio Reno e os cavaleiros e aspirantes bebem, cantam e jogam cartas a esmo. Alys, sentada em uma das quinas do suporte central, recebe uma visita inesperada do capitão do navio.


Capitão
Spoiler:

Capitão: Opa! O que essa delicinha faz sozinha aqui nesse frio? Se quiser, podes me acompanhar até meu quarto. Garanto que se for, não irá mais querer sair.

E os tripulantes caem na risada... Alguns que conhecem a reputação e honra da aspirante ficam calados, enquanto uma minoria exige respeito.

Capitão: E então meu benzinho? Vem comigo que eu te ensino a galopar !!

O capitão então se abaixa à altura da aspirante e lambe os beiços. O homem fede a Run e soluça enquanto aproxima a mão direita dos cabelos de Alys.

Coringa – A Madrosa 23: 17

Música Ambiente
Spoiler:

O lunático havia chegado aquela região a tempo suficiente de conhecer o que havia acontecido com ele e com o mundo. As linhas temporais de presente, passado e futuro estavam distorcidas. A onda de loucura guia o comportamento malicioso do malkaviano. Esta noite, ele estava na Madrosa saciando sua sede quando sentiu uma mão em seu ombro.

Era Vivian Escarlate que dizia:

Vivian
Spoiler:

Vivian: Vai devagar se não irá mata-la!! E se isso acontecer, eu te mato!!

Imediatamente, o Malkav se conteve e enquanto imergia em seus pensamentos obscuros e alucinantes, seus homens adentram o recinto e devido as vestes de palhaço, começam a serem zombados. Um dos homens do Coringa então inicia uma briga e a roda se forma ao olhar insano do Coringa e aos gritos extasiantes das rameiras.

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Samael em Sex Maio 31, 2013 11:08 pm

[Narrativa] Coringa então ainda segurando sua vítima, pega sua faca do bolso e diz:
[Fala] – Tudo bem, eu não vou matá-la.
[Narrativa] Então Coringa rapidamente abre um macabro sorriso em sua vítima usando sua faca, depois disso ele joga sua vítima no chão e lambe o sangue que esta na faca, se vira para Viviam e diz:
[Fala] – Sabe, você esta muito séria, que tal abrir um sorrisinho nesse rosto?
[Narrativa] A feição do palhaço do crime mostra claramente sua satisfação em fazer o que ele está fazendo.
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Laurent post nº 2

Mensagem por James kirk em Sab Jun 01, 2013 1:00 am

Before Sunset



Assim que o Lasombra, chega ao local, percebe que o melhor a fazer é evitar que aquilo se torne um picadeiro para oportunistas, mas acima de tudo sua experiência de vida lhe faz ter certeza que essa morte não foi natural. Há um traidor entre os demais monges, que anseia chamar a atenção do delegado para a verdade por trás dos muros do monastério.

Com o livro em mãos o Magister diz: - Salve, Maria! Senhor Delegado não conheço o teor desse livro, talvez tenha sido trazido por algum cruzado de terras orientais, mas é melhor que ele esteja fora do acesso dos leigos.-

Uma pausa reflexiva é feita, não se chega a abrir o livro das sombras apenas o movimenta de uma mão para outra, olhando sua capa e contra-capa por vários ângulos, mas aquelas formigas não estão ali por um acaso do destino. “Poderia haver veneno naquelas páginas.”, pensa Laurent ao lembrar-se de que os bizantinos adoravam se livrar de seus opositores usando-se desse subterfúgio.

Ardilosamente o monge das sombras, começa a escolher adequadamente suas palavras, pois elas poderão colocá-lo ou não sobre suspeita: - A Santa Mãe Igreja teve sempre o costume não só de encomendar seus mortos a Deus, mas também de sustentar a esperança de seus filhos e dar testemunho de sua fé na futura ressurreição dos batizados, juntamente com Cristo. É normal o rito das exéquias serem realizados. Pretendo dar início a uma série de orações de vigília pelo nosso irmão falecido. -


Aproximo-me do corpo, observo se ele está com os olhos abertos ou fechados, se a boca está aberta ou fechada, observo se as mãos dele estão juntas ao corpo, uma vez o corpo estando de maneira respeitosa, abre-se a bíblia e recito:


- “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda”. ( 2 Timóteo 4:7-8 )

Paulo mostrou-nos confiança ao encarar a sua própria morte. Ele foi abandonado e estava preocupado sobre o futuro da Igreja, mas sabia duas coisas: ele tinha servido ao Senhor fielmente e o Senhor o receberia quando morresse! Estas duas coisas deveriam ser nossos dois alvos mais importantes na vida também.-


Novamente o filho da escuridão volta a concentrar sua atenção no delegado e lhe fala: - vou pedir a um dos monges que vá ao hospital de St. Jonh e requisite ao responsável o envio de um dos padres, seus conhecimentos médicos poderão nos ser útil. alguma coisa, que o senhor gostaria de acrescentar? Irei analisar o livro e assim que tiver alguma nova informação trarei a vosso conhecimento.-


Antes do monge ir ao hospital peço que procure por Crixus e informe do ocorrido e informe que eu peço uma reunião com ele, algumas perguntas precisam ser respondidas, vou para meu quarto, tranco a porta, pego um luva de couro para que possa manusear melhor o livro, altero minha visão para noturna, observa o conteúdo do livro e dou atenção para principalmente para ver se há alguma anotação.

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Sharir, o Califa Otomano em Dom Jun 02, 2013 10:46 am

Então ele está trabalhando em um caso especial e não pode me dizer do que se trata. Tudo bem, mas fechar os olhos para o que está acontecendo não pode. Eu confio em Deus para ditar o caminho que iremos trilhar e sei que este tormento irá passar. No entanto, criaturas amaldiçoadas não são dignas de pena, nem muito menos dignas de confiança.

Ele é o diretor, mas eu priorizo pela ordem e paz neste hospital. Não irei permitir que doentes sejam sacrificados ao relento ! O que será essa missão ou trabalho que ele está fazendo? Será que são ordens expressas pelo Monarca Negro? E qual o motivo dos gritos de agonia dos doentes?
Hummmmm... Será que ele está praticando tortura? Não, não é possível, o diretor não faria isso? Faria? Não posso inundar-me em dúvidas e sim agir. Esta noite eu descobrirei o que está acontecendo. Não posso admitir tais atos neste hospital. Deus está comigo !!

O diretor então demonstra preocupação. Era disso que eu estava falando. Apoio !! Ótimo, já sei quem encontrar e onde. Talvez Deus tenha uma missão especial para mim e esta minha condição é o valor que eu tenho que pagar, afinal Deus escreve certo em linhas tortas. Os gritos deverão esperar. Os doentes que estão aqui e em todo canto espalhados pela cidade são minha prioridade agora.

- Pois não meu senhor. Irei imediatamente ! Mas se eu não retornar logo, por favor, vá me buscar pessoalmente. Temo por esta incursão aos domínios do ancião Calebros. Até logo mais, meu senhor.

Irei matar dois coelhos com uma mesma pancada! Desde que eu demore, farei o diretor sair de seus domínios e então descobrirei o que se passa naquela sala...

De posse de minhas luvas e chapéu, estou pronto para ir à casa do pecado da luxúria. A Madrosa encontrar Theo e pedir para que me mostre como chegar até Calebros !!
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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por BloodSonata em Seg Jun 03, 2013 8:08 pm

Quando o Tenente me informou para onde iriamos, mal pude conter a empolgação. Era obvio que não levariam qualquer um e dentre todos os outros, me escolheram para integrar a guarda pessoal do Barão. Eu mordi a bochecha por dentro assim meu sorriso não seria tão evidente, mas alguns já devem me conhecer o suficiente para saber que eu estou estupidamente orgulhosa de mim mesma.

Eu preparei meus equipamentos com mínimos detalhes com dias de antecedência e quando chegou o momento de zarpar, nem ao menos me queixei do balanço incomodo que revirava meu estômago.

Não, jamais me queixaria na frente de alguém, muito menos se esse alguém for um homem.

Observo a linha escura do horizonte e apesar de já ser começo de madrugada, o cansaço está longe do meu corpo. Com minha caneca vazia apoiada no joelho, eu já estava prestes a me levantar quando o capitão do navio se aproxima.

Opa! O que essa delicinha faz sozinha aqui nesse frio? Se quiser, podes me acompanhar até meu quarto. Garanto que se for, não irá mais querer sair.

Apertando os lábios numa linha fina, dirijo um olhar de desdém na direção do homem enquanto alguns patetas caem na risada.

E então meu benzinho? Vem comigo que eu te ensino a galopar !!

Eu já tenho uma resposta na ponta da língua quando o maldito tem a coragem de encostar aquela mão imunda em mim. Eu me levanto imediatamente, afastando sua mão com um movimento rude.

- O senhor há de querer manter as mãos presas aos braços, então não encoste seus dedos em mim novamente.

Minha resposta é firme e eu não desvio meu olhar porque aprendi que naqueles duelos de vontade, o primeiro a se afastar é o perdedor.

Homens como esse são dignos de pena.

Eu descanso a mão de forma casual no punho da espada presa em minha cintura. Quase desejo que esse sujo tente qualquer coisa... Ele ainda pode comandar aquele navio com alguns dedos a menos, não é mesmo?.. Observo o capitão atentamente, meu olhar treinado esperando pela reação do paspalho.


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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Mindgame em Ter Jun 04, 2013 12:54 am

O jovem Elois permanece calado enquanto acompanha sua senhora.
Eu sou sua espada e você é minha bainha. A bainha, deve sempre proteger a espada. Seja forte e quando retornarmos, você liderará este povo ao meu lado.
"O que ela quis dizer com liderar ao seu lado?"
”Uma bainha esconde o verdadeiro poder de uma espada... eu jamais serei sua bainha, minha senhora. Enquanto eu protegê-la, serei o brilho de sua lâmina, ofuscando qualquer esperança de vitória de seus inimigos. Minha presença anunciará a derrota de qualquer um que se opor a sua causa e, se é o que desejas, minha glória será sua, assim como minha alma e meu coração, que lhe foram entregues pelo meu pleno intento.“
"Trágica ironia... a única mulher que não posso ter é a única que realmente amei.
Lembro que uma de minhas criadas fazia um bolo de laranja cristalizado. Ela o chamava de "amor aos pedaços" porque o bolo era doce e azedo ao mesmo tempo.
Estamos todos fadados a esse sentimento?
Parece ser o último sentimento que me restara e, de longe, é o mais agoniante.
Eu sinto o perfume dela por horas após ela ter partido. Tudo me lembra ela. Sua ausência faz o tempo se arrastar e agora, junto a ela, só consigo pensar que se eu a tivesse em meus braços, eu não me importaria de viver o resto de minha eternidade neste único momento."

Ao início da jornada, apesar de almejar a companhia de Kader, Rosenrot evitava perturbar sua senhora. Ele pretendia dedicar seu carisma aos soldados, reforçando o ânimo do grupo, mas, após seu despertar, os soldados permaneciam acordados por pouco tempo antes do repouso e, inevitavelmente, a rainha era sua única companhia em meio a floresta negra.
Spoiler:
”Agora entendo por que vieste aqui. É o céu mais belo que vejo em muito tempo.“
Lothar aproxima-se amigavelmente da cainita em meio a floresta.
”Perdoe-me, entenderei se quiseres ficar só. Apenas vim assegurar que estavas bem.“
O True Brujah mentia desconfortavelmente, sem conseguir tirar os olhos de sua regente.
Off = Se ela o convida a ficar, segue a cena. = On
”Não quero parecer intrometido, mas sinto que não sei nada sobre ti.
Seus desejos, motivações... minha senhora, eu lhe seria mais útil se soubesse o que planejas fazer ao chegarmos em Budapeste.“

Off = Independente da resposta, segue a cena. = On
”Seu sangue tem me tornado mais forte, eu posso sentir.
O que mais eu posso fazer através dele?“

"Meus sentidos se aguçaram. Me sinto mais forte e resistente do que nunca. Quanto mais poder eu obtiver, mais chances de protegê-la eu terei... e não posso suportar a idéia de perdê-la."
O jovem cainita dedica-se aos ensinamentos de sua regente ao longo da viagem e tenta conhecer mais sobre sua senhora, sempre honrando-a com cortesia em meio ao comportamento audaz.

Off = Presença 1 => 2 = 5XP = On

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Camille M. Vermount em Ter Jun 04, 2013 1:48 pm

Dei Xp máximo para os três que iniciaram a crônica na primeira postagem. A partir de agora, serão avaliados pela interpretação da natureza, comportamento, trilha/humanidade, interpretação on game e resolução de enigmas somando de 0 a 4 pontos (5 se houver enigmas) por atualização.
Todas as rolagens de dados, ocorridas na atualização serão exibidas abaixo:


Coringa
Teste de humanidade (dif. 6)=>
Quantidade aleatória (1,10) : 9
Quantidade aleatória (1,10) : 6
Quantidade aleatória (1,10) : 8
Quantidade aleatória (1,10) : 8
Quantidade aleatória (1,10) : 7
Quantidade aleatória (1,10) : 6

Transgressão: Sadismo e Perversão
Teste Coragem (dif. 7)=>
Quantidade aleatória (1,10) : 3
Quantidade aleatória (1,10) : 3
Quantidade aleatória (1,10) : 8
Quantidade aleatória (1,10) : 6

Explicação: Efeito de disciplina usada pela NPC Vivian

Laurent D'Anjou
Teste Percepção + Investigação (dif. 5)=>
Quantidade aleatória (1,10) : 8
Quantidade aleatória (1,10) : 8

Explicação: Perceber alguma coisa estranha no livro

Em instantes a atualização...


Última edição por Camille M. Vermount em Ter Jun 04, 2013 2:13 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Camille M. Vermount em Ter Jun 04, 2013 2:18 pm

Coringa – A Madrosa 23:20

Um grito silenciou até mesmo os envolvidos na briga. Todos na Madrosa ficaram boquiabertos com a atitude do Coringa. A garota caída no chão se esvai de sangue e o cheiro passa a atormentar os membros ali presentes. Imediatamente Vivian abaixa até a garota e com um lenço faz pressão no corte e com o olhar ela volta-se ao Coringa e repreende:

Vivian
Spoiler:
Vivian: Monstro !! Desapareça das minhas vistas e leve consigo seus homens. Nunca mais apareça aqui ou eu me encarregarei de destruí-lo;

As palavras da Toreadora parecia ter feito o coração do Malkaviano tremer. Coringa sente-se totalmente indefeso de repente, seu corpo treme e as palavras de Vivian entoam um terrível medo no lunático. (Off: Majestade On)
Os capangas imóveis olhavam para o chefe buscando reação. A música pausa, não se escuta nenhum som até que entra um padre na Madrosa.

Xp: 1.3 P.S 10/10

Laurent D’Anjou – Monastério Obertus 22:20

Trancado em seu quarto, D’Anjou reflete sobre o corpo do falecido monge. Não havia marcas, vestígios, os olhos estavam fechados, assim como a boca, o corpo parecia saudável, tudo em perfeito estado. O delegado havia concordado em manter o livro por ora em sigilo. A verdade é que o delegado já havia vasculhado livro adentro e não havia nada que provasse nada.
Ao folhear o livro, o jovem e solitário Lasombra percebe que a obra pertence a um escritor religioso da Grécia e por sinal, o texto encontra-se em grego, e representa anotações do autor sobre mistérios ocorridos em cidades, de pessoas que sucumbiram às trevas. O Livro ainda comenta experiências de exorcismo de demônios.
Até que após uma breve olhada no livro, o fez retornar a contra capa e então o jovem Cainita percebe um sombreado esverdeado por onde as formigas estavam antes, como se algum líquido tivesse sido derramado ali. Seria realmente veneno? Porque somente na contra capa? Ou teria alguém derramado alguma coisa sem querer ao ler? Essas dúvidas rodeiam os pensamentos do Lasombra quando batem à sua porta. A voz identifica-se como um iniciado, dizendo que Crixus já estava sabendo do ocorrido, mas que não poderia apresentar-se mais naquela noite.


Xp: 2.8 P.S 15/15

Andrius Calton – A Madrosa 23:20

O jovem padre acabava de chegar em A Madrosa e tudo estava em silencio. O local estava lotado. Mas parecia ter acontecido alguma coisa. Uma mulher ferida ao chão parece estar sofrendo de hemorragia, enquanto Vivian, a dona do estabelecimento tentava conter o sangue.
Algumas mesas e cadeiras estavam reviradas, garrafas quebradas, e o pessoal mirava a imagem de um ser diabólico conhecido como Coringa. Pelas características dele, dava para distingui-lo. Andrius sabia que ele era um recém chegado à cidade, mas nunca havia o visto pessoalmente.
O Coringa parecia estar abalado com alguma coisa. Imediatamente o padre se espanta e se pergunta o que será que tinha ocorrido. Olhando atentamente, percebeu que Theo não se encontrava ali, mas alguma coisa deveria ser feita.


Xp: 2.5 P.S: 11/11

Alys Maelgwyn – Porto de Budapeste 00:30

O capitão do navio era grotesco e suas ações condiziam com sua personalidade bárbara. Mas ao tentar persuadir a aspirante se surpreendeu com a atitude da brava mulher. Os marujos e cavaleiros apenas observava o que estava por vir quando o capitão falou:

Capitão
Spoiler:

Capitão: Hoje você será minha!! Mulheres nasceram para obedecer aos homens. Dê-se por satisfeita que estou a convidando, ou será que prefere ser essa aberração? Você é uma mulher e deve agir como tal – completa o capitão;

Até que...

Uma voz: Afaste-se dela Gambino !!
Era um homem belo, alto, possuía uma voz firme e estava descontente.

Ansar
Spoiler:

Capitão: An..Ansar?
Ansar: Isso não é jeito de se tratar uma mulher. Ainda mais uma aspirante à cavalaria do Barão.

Todos então fazem silencio. Alys não sabia quem era o tal homem, mas ficara satisfeita em não ter acontecido nada que viesse a prejudicar. Em nome de sua honra foi agradecer ao sujeito que então se identificou como Chefe Ansar, maior autoridade entre os militares.
Ansar comandava a proteção da cidade e era responsável pela brigada militar da cidade. Não falava muito bem a língua de Alys, se esforçando para se comunicar em romeno.
Após uma rápida vistoria na embarcação, Ansar sai com alguns soldados e avisa que pela manhã o Barão irá à feira da cidade, devendo ser acompanhado pelos seus Cavaleiros.


Xp: 3.5

Lothar Rosenrot – Castelo de Budapeste 21:43

”Uma bainha esconde o verdadeiro poder de uma espada... eu jamais serei sua bainha, minha senhora. Enquanto eu protegê-la, serei o brilho de sua lâmina, ofuscando qualquer esperança de vitória de seus inimigos. Minha presença anunciará a derrota de qualquer um que se opor a sua causa e, se é o que desejas, minha glória será sua, assim como minha alma e meu coração, que lhe foram entregues pelo meu pleno intento.“

O belo Rosenrot acabara de chegar ao castelo em Budapeste após uma semana e meia de viagem e se recordava de passagens antes da viagem e até mesmo do caminho árduo que tiveram que passar. Ele lembrava das palavras ditas à rainha e do leve sorriso dado por ela, denotando o orgulho que sentia pelo seu pupilo.
Na primeira noite de viagem, Lothar questionava respeitosamente sobre o que a rainha faria em Budapeste e todas as noites que se prosseguiram ela explicava sempre ao lado de sua prole que faria crescer sua influência nos feudos da cruz negra, faria seu nome alcançar os céus se possível. Porém sempre tinha uma coisa que perturbava Lothar.
A rainha explicava sobre o cenário de Budapeste, alguns cainitas conhecidos e até mesmo comentava sobre influencia política, mas sempre tentava dizer mais alguma coisa e pausava, pensava e dizia: “Direi mais amanhã”


Eles haviam chegado e Lothar sentia que a rainha ainda não havia falado tudo.
No castelo, Lothar percebe que estão no refúgio do Monarca Negro, o homem que teria sido um formidável inimigo caso Izzet não tivesse partido em êxodo. Os soldados se alojam nas brigadas nas remediações do castelo, por entre os muros e apenas Lothar e Izzet são convidados a se estabelecerem nos quartos imperiais. As aias e servas ficam encantadas com a beleza do nobre cavaleiro que acompanha sua senhora ao seu quarto.
Após se estabelecerem, Izzet convida sua cria para uma rápida conversa:


Izzet: Lothar, sangue do meu sangue, brilho da minha espada, finalmente chegamos. Você tem muito a aprender e eu terei o prazer de ensinar sobre o mundo como ele realmente é. Respeite as tradições e honre nosso nome se mantendo longe de membros irresponsáveis que aparecerão em seu caminho. Antes de mais nada quero que você entenda uma coisa. O Monarca Negro quase nunca é visto por aqui. Quem comanda o castelo e essa cidade na verdade é o nobre Nicodemus, a voz do monarca. Procure-o para responder as dúvidas oriundas a essa cidade e em seguida saia para se alimentar. Durante a viagem estiveste sempre ao meu lado, sem se preocupar em repor suas energias. Não será difícil para você, conseguir alguma “ovelha”.

Antes que sua cria parta, Izzet completa:

Izzet: Mais uma coisa que precisas saber. Nunca deves saudar Nicodemus com um aperto de mão, nem permita que o mesmo o toque, caso ele tente. Isso é uma ordem –concluía firmemente a rainha.

Xp: 3.3 P.S 10/20

Branka Górki – Ruínas do Anfiteatro 00:00

Branka preferia se estabelecer nas ruínas do que na mansão Bratovich, visto que não seria tão bem vista entre a família revenante. Branka sabia que os bravos Bratovich só eram leais e hospitaleiros com membros da família. Branka era ranzinza demais para aguentar as peculiaridades de lá, então circulava sempre entre a Casa de Ansar onde praticava seu ofício como interrogadora e sempre retornava às ruínas.
Sabe-se que em algum ponto das ruínas, abrigava os Nosferatu da cidade, mas nem mesmo Branka sabia onde era a entrada. Nessa noite, um convidado especial apareceu. Era Calebros em pessoa que se esgueirava nas proximidades do antigo palco, onde Branka estava.


Calebros
Spoiler:

Calebros: Boa noite minha criança. Vejo que resolveu fazer das ruínas seu refúgio também.

Branka nem mesmo percebeu por onde vinha Calebros. Ele simplesmente apareceu do nada com tais palavras, assustando a Tzimisce que ergue suas duas espadas contra o ancião.

Calebros: Ora, pra quê tanta hostilidade? Eu só vim fazer uma visita! Abaixe as lâminas minha querida. Tenho uma proposta tentadora para você.

O que faria a cainita nessa situação?

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Samael em Ter Jun 04, 2013 11:42 pm

[Narrativa] Coringa guarda sua faca no bolso enquanto sente medo, essa sensação lhe é familiar, mas faz tanto tempo que ele não a sentia que até tinha se esquecido que ela existia.
Ele então começa a pensar.
[Pensamento] – Esqueci que estou lidando com vampiros, mas qual é a diferença de vampiros e os inocentes cidadãos de Gotham?
[Narrativa] Então o palhaço olha para os cacos de vidro das garrafas espatifadas pela briga que a pouco aconteceu, ele também percebe o padre entrando.
[Pensamento]-Isso me lembra algo; o ônibus! É verdade, aquilo vai abalar os pequenos quirópteros daqui também! Hahahahahaha!
[Narrativa] O palhaço do crime começa então a tremer as pálpebras como se o medo tivesse tomado conta dele, seus capangas já sabiam que seu chefe até podia estar assustado, mas que aquele era o sinal de “façam o que eu fizer”.
Coringa então anda como se fosse embora, mas com um movimento rápido pega uma das tochas que ilumina o lugar e a joga contra a bebida alcoólica derrubada no chão, sua intenção é fazer o lugar inteiro e todos os que estão dentro virarem cinzas.
Após ver que as chamas estavam queimando, o lunático sai correndo da A Madrosa enquanto solta uma desconcertante e terrível gargalhada de um sociopata insano.
[OFF] Os capangas do Coringa também devem andar como se fossem sair com o chefe e segundos depois do Coringa pegar e jogar a tocha na bebida que esta no chão, eles também devem fazer exatamente o mesmo, cada um dos capangas com uma tocha diferente. [ON]
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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Branka Górki em Qua Jun 05, 2013 9:06 am

Branka estava pensativa em seus momentos reflexivos, com um saquinho de areia na mão, passando a areia da terra natal entre os dedos...
"Como sinto falta do meu lar" "As geleiras densas, caçadas aos ursos, os invernos que pareciam demorar anos para acabar"
De repente Branka ouve um barulho quase que inaudível (off: Sentido Aguçado Audição on) e mesmo que não estiveste enxergando nada na imensa escuridão da noite, ela sabia que algo se aproximava e erguia suas montantes, uma em cada mão e gritava:

- Anuncie-se estranho! Quem vem lá, aos meus domínios?

Calebros: Boa noite minha criança. Vejo que resolveu fazer das ruínas seu refúgio também.

Ao ver a presença calma, porém assustadora de Calebros, Branka aponta a montante para o ancião.

- Retorne aos teus domínios velho. Não me faça ter que estripá-lo aqui mesmo.

Calebros: Ora, pra quê tanta hostilidade? Eu só vim fazer uma visita! Abaixe as lâminas minha querida. Tenho uma proposta tentadora para você.

Branka sabia que não tinha poder suficiente para deter Calebros se o mesmo resolvesse avançar em combate. Ela pensa e mais calma, abaixa as espadas.

- Proposta? Aposto que quer uma cirurgia... Não irei meter minhas nobres mãos nessa sua fétida cara. Não me importo para quem você seja velhote, então seja rápido antes que as baratas invadam esse local à procura de seu mestre.


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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Sharir, o Califa Otomano em Sex Jun 07, 2013 11:16 am

O que está acontecendo com essa cidade? O hospital está um caos, as ruas beiram doentes e portadores da praga, e então eu chego em um estimado estabelecimento da cidade e encontro um lunático e uma mulher mortalmente ferida esvaindo-se em sangue.

Meu Deus, estamos pagando pelos nossos pecados todas as noites, mas porque a raça que amas, têm que sofrer assim também. Salvai a humanidade do nosso pecado meu Deus. A morte não é o fim, mas não devemos aproximá-la. Quem teria sido o infame que vai contra a ordem de Deus?


Rapidamente, Andrius corre para ajudar a ferida mulher, mas sem seus equipamentos e beirando o sangue que se alastrava, o temor pela besta oculta o assombra. Para piorar, o tal Coringa atenta contra as tradições antigas e viola os princípios do domínio de Vivian.

Na tentativa de desfazer o mal realizado nos atos do Coringa, Andrius grita:

- Se eu tiver que arder em chamas que seja pela vontade do meu senhor, ó Deus !!

Pessoas morrem todos os dias e assim deve ser, mas somente pela vontade de Deus. A maldição de Caim torna indivíduos em monstros que desviam a seleção natural das coisas e corrompem a vida. Se eu puder ajudar a reparar isso, me sentirei menos sujo.

Off: Caso o local pegue fogo, toco a vítima do ataque e ativo Morte Negra para que seu sofrimento seja menor e tento mascarar a morte com Mortis nível I, em seguida sairia correndo, obviamente On

Aproximando-se de Vivian, Andrius avisa:

- Permita-me ajudar, sou médico. Consiga panos limpos, água, linha, agulha e tesoura. Rápido!!

Off: Queimo força de vontade para resistir ao sangue On
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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por BloodSonata em Sex Jun 07, 2013 12:48 pm

Hoje você será minha!! Mulheres nasceram para obedecer aos homens. Dê-se por satisfeita que estou a convidando, ou será que prefere ser essa aberração? Você é uma mulher e deve agir como tal – completa o capitão;

Aberração?!..
Estava prestes a sacar minha espada quando ouço uma voz desconhecida comandando ao capitão que se afaste. Afrouxo o aperto na empunhadura da arma e desvio o olhar na direção do estranho conforme o mesmo trata de colocar o crápula no lugar dele.

Qual o sentido de me destacar entre patentes masculinas quando um homem se ergue a meu favor em momentos assim?
Mas eu não posso ignorar que ele me ajudou e fazer um caso aqui por isso...
Embora fosse autodefesa, eu não poderia atacar o capitão do navio do barão e sair impune, então eu agradeço ao sujeito que se apresenta como chefe da guarda da cidade.

- Sou Alys Maelgwyn… Agradeço que o senhor tenha interferido.

Conforme ouço Ansar falando, eu sorrio em reconhecimento ao seu esforço para se fazer entender. E tão logo ele parte, eu também me despeço de meus companheiros de tropa já que o barão precisaria de serviços tão cedo.
Eu não consigo deixar de pensar nas palavras do capitão... Uma aberração por querer mais do que eles têm a oferecer?.. Está certo, é o que eu sou então.
Ignoro completamente o capitão do navio e desço para a cabine em que estou alojada, disposta a descansar o restante do tempo.



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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Mindgame em Sex Jun 07, 2013 7:58 pm

Mais uma coisa que precisas saber. Nunca deves saudar Nicodemus com um aperto de mão, nem permita que o mesmo o toque, caso ele tente. Isso é uma ordem.
”Como desejar, minha senhora.“
Rosenrot deixava os aposentos da rainha.
"Não tocá-lo. Com que tipo de monstro terei que lidar?
Estou rodeado por criaturas grotescas com belas máscaras. Preciso me acostumar a ser uma delas."

O jovem Elois dirigia-se as aias e servas com um sorriso convidativo.
(Presença 1 - Fascínio)
”Eu gostaria de conhecer o castelo. Alguma das damas quer me acompanhar?“
Perante uma voluntária, o cainita se dirige as demais.
”Foi uma viagem longa, seria bom apreciar a companhia de belas mulheres esta noite. Eu agradeceria se me preparassem um banho após o passeio.“
Ao longo da caminhada, o True Brujah sutilmente interroga a criada, usando seu carisma para ofuscar qualquer suspeita enque questões chave.
”(Nome da criada), fale-me sobre o Alto Lorde Hardestadt. Ele não está na cidade?“
”E quanto ao nobre Nicodemus? O que pode me dizer sobre ele?“

Off = Ele espera encontrar o nobre ao longo da caminhada, mas, se não o encontra, pede a criada que o leve até ele. = On

Lothar apresenta-se ao nobre com uma sutil reverência.
”Lorde Nicodemus, é um prazer conhecê-lo. Somos gratos pela hospitalidade.
A rainha Izzet gostaria de estar a par da situação da cidade. Toda a informação que puder fornecer será útil.“

Novamente o True Brujah sutilmente interroga seu aliado e, ao fim da conversa, se despede em cortesia e retorna aos seus aposentos.
Durante o banho, Lothar finge o interesse nas criadas, sustentando o interesse delas com sua disciplina principal, por fim, as levando para a cama.
"Há muito tempo eu percebi que, quando eu orava para Deus, falava comigo mesmo...
Chegou a hora de beatificar alguns santos..."


Off = Como sabe, prefiro que pule a narrativa dele se alimentando, mas a crônica é sua. XD
Se quiser pular, apenas trate a cena com ele dando atenção a uma de cada vez na cama e sutilmente bebendo 2 pontos de sangue de cada uma, mordendo onde for conveniente e lambendo os ferimentos em seguida, apenas deixando-as fracas, simulando exaustão.
Se houverem mais mulheres do que o suficiente para deixá-lo satisfeito, ele passará a morder os próprios lábios e a administrar o sangue em suas bocas para criar laços. = On


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Mensagem por James kirk em Sab Jun 08, 2013 3:10 pm

Before Midnight



“A cada dia sinto-me não mais interessado por fatos novos; a cada dia o costumeiro, tradicional e ritualístico tem me interessado.”, pensa o lasombra

Eu saio do meu quarto e fui em direção do salão onde são servidas as refeições, é um local razoavelmente grande, três grandes mesas encontram-se no local, poucos ainda janta, nenhuma conversa é permitida, o que acaba sendo um alento uma vez que tenho a preferência por falar pouco. O silêncio é uma dadiva, que comecei a aproveitar após a primeira morte, quando era mortal havia uma necessidade de convívio social, o que levava a manutenção de conversas corriqueiras, mas agora é diferente.Nessa nova existência não me deixo mais levar pelas paixões que movem os homens, poderia até mesmo passar semanas sem pronunciar uma única palavra.

Paro na porta que dá ao salão de jantar e por alguns segundos fico a observar, a movimentação, que ganha um caráter quase ritualístico, pois o monge que serve, fica a esquerda daquele que está sendo servido, coloca os pratos e alimentos, mas quando é para servir bebidas e/ou retirar pratos fica à direita, a não ser que implique em colocar a mão à frente do que está sendo servido. Tudo é buscando a excelência e os movimentos são constantemente repetitivos.

Evito movimentos bruscos e começo a caminhar pelo local, até que finalmente chego à porta da cozinha, aqui a conversa é permitida, mas sem exaltação. Vou até o responsável pelo local, faço o cumprimento costumeiro e lhe pergunto se algum chá ou suco foi servido na biblioteca e se já teria sido recolhido. (OFF: caso tenha uma resposta positiva busco saber se a jarra estaria ali, se já foi lava, vejo que tipo de chá ou suco era, se a cor era compatível com a da mancha no livro, inclusive observo que tipo de bebida está sendo servido aos monges na ceia).


Novamente no salão de jantar, olho para os presentes, mesmo que houvesse ali algum monge solicito, nenhum iria durante a noite levar minha mensagem ao responsável do hospital st.john requisitando um médico, passar pelos muros que separam nosso mundo do ambiente exterior é para situação de grande necessidade, resumidamente são o bônus e o ônus do enclausuramento, entretanto, algo me diz que ainda há muito o que pesquisar dentro dos muros antes de contar com serviços externos. Possuindo a máxima franqueza retirar-se do convívio social é extremamente benéfico, para quem não mais se identifica com o mundo dos vivos.

Volto a caminhar pelo castelo, chego ao corredor onde ficam os quartos, procuro pelo que era utilizado pelo falecido, abro a porta com cautela, não tendo nenhuma surpresa entro no local e revisto os pertences em busca de uma nova informação.



Última edição por James kirk em Seg Jun 10, 2013 6:56 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Camille M. Vermount em Dom Jun 09, 2013 7:53 pm

Testes

Coringa
Teste Humanidade
Transgressão: Destruição por capricho, ato hediondo e demente.
Quantidade aleatória (1,10) : 6
Quantidade aleatória (1,10) : 9
Quantidade aleatória (1,10) : 7
Quantidade aleatória (1,10) : 9
Quantidade aleatória (1,10) : 1
Quantidade aleatória (1,10) : 2


Teste Coragem
Explicação: Contato/aproximação fogo (dif. 5)
Quantidade aleatória (1,10) : 2
Quantidade aleatória (1,10) : 6
Quantidade aleatória (1,10) : 1
Quantidade aleatória (1,10) : 2


Andrius Calton
Teste Inteligência + Medicina dif. 8
Explicação: Efetuar primeiros socorro e costurar a carne
Quantidade aleatória (1,10) : 9
Quantidade aleatória (1,10) : 5
Quantidade aleatória (1,10) : 9
Quantidade aleatória (1,10) : 9
Quantidade aleatória (1,10) : 7
Quantidade aleatória (1,10) : 8


Lothar Rosenrot
Teste Carisma + Representação (dif. 7)
Explicação: Utilização da disciplina
Quantidade aleatória (1,10) : 8
Quantidade aleatória (1,10) : 6
Quantidade aleatória (1,10) : 6
Quantidade aleatória (1,10) : 10
Quantidade aleatória (1,10) : 7
Quantidade aleatória (1,10) : 5
Quantidade aleatória (1,10) : 6


Laurent D'Anjou
Teste Inteligência + Ciência (dif.6)
Explicação: Decifrar enigma (Química Básica)
Quantidade aleatória (1,10) : 9
Quantidade aleatória (1,10) : 6


Em instantes a atualização...

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Camille M. Vermount em Dom Jun 09, 2013 9:38 pm

Som Ambiente
Spoiler:

Uma conversa vem se desenrolando na Catedral até que:

Salvius: Mas meu senhor, estás certo que aqui é o melhor lugar para esconder esse valioso documento?
Basilius: Não saberei te responder, mas deves te lembrar de que se eu for pego, você deverá proteger o pergaminho.
Salvius: O que tem de tão importante nesse pergaminho?
Basilius: Também não posso te responder isso. Quanto menos você souber, melhor para todos.
Salvius: Todos? O senhor fala daquele sujeito que esteve aqui?
Basilius: Sem mais perguntas Salvius. Temo que Hardestaldt tome conhecimento desse documento ou mesmo da visita daquele ser. Volto a dizer... Proteja o pergaminho.

Coringa – em frente A Madrosa 23:30

Som para imersão
Spoiler:

O lunático havia mais uma vez espalhado terror por onde passou. Sua cabeça estava inundada de pensamentos controversos e complexos, conceitos de realidades alternativas, futuro e passado interligados. Gotham e ônibus formam exemplo claro de que o lunático estava desprovido de sanidade. Seria tudo um sonho? Ou uma realidade dimensional paralela, a verdade é que o Coringa não sabia dizer ao certo o que era real ou imaginário, não sabia diferenciar o presente do futuro, o que o deixava com um aspecto cada vez mais incompreensível.
Não obstante em ferir mortalmente uma das garotas de Vivian, ele ainda tenta por fogo no ambiente! Segurando uma das tochas do lugar, ele acaba temendo as chamas e a arremessa caindo contra os estilhaços de vidro das outrora garrafas de bebidas. Fosse pelo teor alcoólico, o fogo não teria sequer formado, visto que há mais água que álcool nas bebidas, porém o piso de madeira acaba por formar um fogo baixo que se intensifica com a propagação de mais tochas lançadas pelos lacaios do Coringa.

Ao sair da Madrosa, Coringa demonstra seus demónios ocultos com uma macabra risada, porém seus lacaios não esboçam a mesma reação, visto que sabiam que o que acontecera não ficaria impune.
Do outro lado da rua, Coringa avista Theo Bell, um rebelde fanático que sussurra ao passar pelo lunático:


Theo Bell
Spoiler:

Theo: Em uma pequena cidade mora um lunático que destrói a todos e somente aqueles cidadãos que não se destroem. O lunático também é um cidadão! Ele se destrói? A resposta para essa pergunta vai te levar a um endereço no qual deverás se abrigar temporariamente.

Theo continua:

Theo: Visto as atrocidades que cometestes, será fácil para Vivian pedir ao Monarca que arranque tua cabeça. Resolves o enigma e te refugiarás em um local que o Monarca não saberá e estarás a salvo.

Xp acumulado: 2.8 P.S = 10/10

Andrius Calton – A Madrosa 00:15

As coisas estavam complicadas na Madrosa. Vivian expressava irritação e ódio, as pessoas circulavam a ferida mulher e Andrius se contorcia para esconder a besta dentro de si. Após o acontecimento com o Coringa, onde o mesmo tentou, literalmente, por fogo no cabaret, um membro inusitado aparece no recinto.
Era Theo Bell que vinha desfrutar das acomodações da Madrosa.


Theo Bell
Spoiler:

Theo: Ora ora !! Mas o que diabos aconteceu por aqui? O Coringa andou aprontando novamente?
Vivian: Não me fale o nome daquele desgraçado !! Eu irei mover os céus e inferno para vê-lo acabado.

Theo entreolha Andrius que acaba de costurar a mulher e se aproxima.

Theo: Barbaridade !! Todos se acalmem, o pior já passou. (se agachando próximo ao capadócio) – Me diga meu jovem, o que aconteceu aqui de fato.

Andrius explica o massacre ministrado pelo Coringa e Vivian então interrompe:

Vivian
Spoiler:

Vivian: Aquele imbecil iria tentar alguma coisa quando quase pôs fogo em tudo. Por sorte os homens pegaram o garrafão dos cavalos e jogaram a água suja antes do fogo se alastrar.

Theo levanta-se e julga:

Theo: Tenha calma Vivian. Ele já foi embora. Tente entender a cabeça dele, estamos falando de um perturbado mental. Anarquia corre nas veias dele, eu gosto disso. Só preciso lapidá-lo...
Vivian: Ora essa!! Então pague pelo prejuízo que ele e seus ordinários capangas me deram.

Enquanto Andrius termina, as pessoas retornam a seus lugares, as garotas limpam a sujeira e novamente os risos e depravações retornam aos poucos, menos Vivian que conversa ardentemente com Theo no balcão do bar.

Som Ambiente
Spoiler:

Xp acumulado: 10 P.S 11/11

Branka Górki – Ruínas do Anfiteatro 00:05

Som para imersão
Spoiler:

O horrendo Nosferatu dá uma longa e rouca risada após o comentário da cirurgia feito por Branka. Calebros caminha até uma velha cadeira, senta-se e estica seu par de asas esvoaçando baratas e liberando o pior cheiro nunca sentido por Branka.

Calebros
Spoiler:

Calebros: A proposta que venho te fazer é um resgate. Recentemente Gratiano, cria do antediluviano Lasombra, visitou Basilius em sua catedral e o entregou um pergaminho antigo. Eu preciso desse pergaminho – fitando Branka com os olhos

Branka não conhece a veracidade das informações, mas curiosa, indaga sobre o conteúdo do pergaminho.

Calebros: Um grande poder circunda aquele pergaminho e poucos membros podem lê-lo no momento. A mensagem está codificada, então não me interessa quem consiga ele para mim. Será que não estarias disposta em conseguir esse pergaminho para mim?

De repente um lobo pula sobre o palco e a leves passos, se aproxima de Calebros que começa a “latir” e emitir ruídos com o animal. Branka acha aquilo ridículo, mas as próximas palavras do ancião espalharia pânico em seus pensamentos.

Lobo
Spoiler:

Calebros com um ar extremamente preocupado avisa:

Calebros: Alguma coisa terrível está para acontecer !! O algoz Shaiman el Ashrad foi chamado por Nicodemus.


Xp acumulado: 2.6 P.S 10/10

Alys Maelgwyn – Mercado de Cavalos 06:40

Som Ambiente
Spoiler:

Alys acordara disposta logo cedo e sozinha em suas acomodações, se prepara para ir de encontro ao restante da guarda pessoal do Barão. Após ter realizado sua refeição diária, Alys é informada que irá escoltar o filho mais novo do barão à igreja, onde o garoto iniciará o ciclo acadêmico.
A fazenda do barão fica próxima ao porto ao lado do Mercado de Cavalos, onde brinca a criança de 8 anos de idade. Ao chegar ao local, o garoto é apresentado à sua mais nova “segurança particular”. Um informativo na parede anuncia que Ansar está recrutando aspirantes para um treinamento especial.
O dono da estalagem e mercado de cavalos sugere que a noite, Alys procure por Ansar e peça sua inscrição, se pretende um dia ser consagrada com um título oficial de cavaleiro. A ideia se torna oportuna à medida que um título elevaria Alys na sociedade, no entanto ela deveria abdicar de sua posição com o Baronato e se dedicar à Cavalaria de Budapeste.
A grande dúvida percorre sua mente em um momento de distração e quando dar por si, a criança não está mais ao seu lado. Alys olha desesperadamente para os lados, sai pela porteira e avista o garoto com um velho que avisa:


Velho
Spoiler:

Velho: Não se aproxime !! O Barão me tirou o lar, me tirou minhas posses, me tirou tudo que eu tinha de mais valioso. Agora, eu irei fazer o mesmo. Vou matar o seu filho !!

Diante da situação, a aspirante tenta acalmar o velho quando é surpreendida por uma voz:

Voz: Um cavaleiro jura bravura
Seu coração só tem virtudes
Sua espada defende os oprimidos
Seu poder acolhe os fracos
Sua palavra fala só a verdade
Sua fúria destrói a maldade!


Atrás da aspirante, aparece o dono da estalagem e mercado de cavalos que completa:

Proprietário
Spoiler:

Proprietário: Não o mate milady !! Ele é somente mais um que perdeu tudo com a ultima negociação do barão. Você pode ajudar os dois, o garoto e o senhor, mas deve arriscar sua vida nisso. Eu tenho a solução, o que me diz?

Xp acumulado: 7

Lothar Rosenrot – Castelo de Budapeste 22:00

Som Ambiente
Spoiler:

Durante e caminhada no castelo, Ofélia, uma criada jovem se ofereceu para responder aos questionamentos do belo cainita. Segundo ela, o Monarca vivia na segunda torre mais alta do castelo e apenas seus conselheiros o visitavam. Sobre Nicodemus, a criada disfarçou um sorriso tímido e elogiou o conselheiro do monarca dizendo que o mesmo era leal, honroso e um notório homem na sociedade, mas que não era tão bonito quanto o jovem Rosenrot.
Não se sabe ao certo quem sabe da verdadeira natureza do Monarca, dos conselheiros e algozes como vampiros, mas todos eles exercem influencia na sociedade mortal e imortal.
Ao final da conversa, eis que a criada deixa Lothar na porta do salão de Nicodemus que o recebe amistosamente:


Nicodemus
Spoiler:

Nicodemus: Boa Noite jovem elois. Seja bem vindo à Budapeste.
Lothar: Lorde Nicodemus, é um prazer conhecê-lo. Somos gratos pela hospitalidade.
A rainha Izzet gostaria de estar a par da situação da cidade. Toda a informação que puder fornecer será útil.

Nicodemus: Pois bem meu jovem, a cidade é grande, mas o êxodo está proporcionando maiores interações entre irmãos ultimamente. A parte ruim é que o hospital está repleto de doentes e fora decretado estado de calamidade. Não estão mais aceitando doentes, fazendo com que percorram as ruas e infeste os bairros pobres com doenças.

Sobre a guerra, o conselheiro avisa:

Nicodemus: Nossas tropas estão localizadas nesse momento nas redondezas dos principados poloneses se estendendo até Mediash. O Lord Jurguen comanda nossas tropas ofensivamente e tem trazido resultados positivos.

No que concerne à igreja e inquisição, Nicodemus explica:

Nicodemus: Nenhum caçador até agora agiu contra um membro nos últimos anos, mas a inquisição marca presença na cidade. Parece que um delegado na inquisição está realizando investigações no monastério Obertus. Um membro chamado Crixus controla boa parte dos inquisitores, mas ele encontra-se desaparecido enquanto o outro conselheiro do Monarca, Augustus Giovanni, exerce influencia sobre a igreja em nosso favor.

Durante a conversa, alguém bate à porta e avisa que o algoz sombrio está pronto. Lothar percebe uma certa agonia passar por Nicodemus que libera a entrada do algoz. Shaiman vestia-se como um ninja negro. Seus passos eram tão leves que mesmo se esforçando, não se conseguia escuta-los. Munido com duas espadas de origem oriental, o Algoz se apresenta:

Algoz
Spoiler:

Shaiman: Por que me chamastes Nicodemus?
Nicodemus: O Monarca acaba de decretar o Ordálio da Luz Purificadora ao ancião da casa Tremere, Basilius por traição. Normalmente mandaríamos Lionel, mas ele foi convocado às fileiras de Jurgen. Os demais algozes não são qualificados para penetrar a catedral e trazer Basilius vivo.
Shaiman: Estarei partindo com o escurecer amanhã.
Nicodemus: Não !! Você deve ir hoje, isso é uma ordem!! - Em entonação de intimidação

Em uma fração de milésimos de segundo, Shaiman saca as Katanas e aponta-as para Nicodemus mostrando as presas. O jovem elois que presenciava a cena, se surpreende com as palavras e ações do poderoso assamita.

Grid de Localização (1 quadrado = m²)
Spoiler:
Legenda: Vermelho= Nicodemus
Verde= Shaiman
Azul= Lothar

Off: Irei considerar a "alimentação" com 6 criadas (3 sucessos fascínio) e laço estabelecido apenas com uma delas. Na próx. atualização eu incluo esse acontecimento e atualizo seus pontos de sangue. On

Xp acumulado: 7.1 P.S 10/20

Laurent D’Anjou – Monastério Obertus 22:30

Som para Imersão
Spoiler:

Na cozinha do monastério, o solitário Lasombra desvenda uma parte do enigma quando pergunta sobre chás e sucos oferecidos na biblioteca. Um dos cozinheiros passa e responde:

Monge
Spoiler:

Monge: Toda tarde servimos um chá de ervas para os eruditos. Em relação a suco, foi servido uma jarra de limão esta tarde.

Imediatamente Laurent liga as cores do suco de limão às da folha e realmente batem. Um esverdeado claro que açucarado, atrairia formigas como aconteceu.
D’Anjou sai do refeitório e observa que os monges estava tomando um chá preto. De posse do livro, o mesmo adentra o quarto do falecido monge e se tranca. Com uma vela acesa, Laurent aproxima a mancha do suco de limão à chama da vela revelando uma mensagem.


Nota: Sabe-se que o suco de limão reage com o calor mudando de cor. Esse método é usado para propagar mensagens escondidas. Basta escrever a mensagem com o suco de limão, esperar secar e expor o conteúdo ao calor.

Mensagem
Spoiler:
Nobre manipulador das sombras. Como não posso ser visto na sociedade e nem sua pessoa costuma exibir suas habilidades em público, resolvi transmitir essa mensagem para poder comunicar-me com vossa pessoa. Me chamo Calebros. Estou certo que você sabe quem eu sou... Espero que entenda que nada foi coincidência: a morte do monge com o livro de título exótico certamente atrairia sua atenção e a mancha indicando uma falsa teoria de envenenamento certamente irá mascarar a morte do monge.
Serei objetivo. Eu SEI que Crixus se esconde no monastério e utilizarei dessa informação para atrair você ao meu recinto. Você tem uma coisa que eu quero. Lembra do que eu falei que nada foi coincidência? O delegado da igreja está sendo pago por mim para trazê-lo até a mim. Ele não entende nossa real natureza cainita, nem sabe dos segredos de nossa sociedade, logo esta mensagem não pôde ser transmitida por ele.
Busque-o sozinho e não mostre essa mensagem para ninguém. Nem mesmo para Crixus. Peça para o delegado trazê-lo até a mim!!

Xp acumulado: 10.9 P.S 15/15

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Laurent post nº 4

Mensagem por James kirk em Seg Jun 10, 2013 8:31 pm





before the darkest hour




Já não consigo mais lembrar-me tão bem de meu passado mortal, às vezes me vejo retratado como alguém meigo, gentil e ingênuo em outras como um cavaleiro audaz, em outros momentos como um egoísta, definindo em outras palavras, recordar do passado tem sido uma disputa entre a realidade real e a realidade pessoal.

A mente voa e o faz recordar de uma festa há muitos anos atrás, não me recordo do dia e nem do local, mas sinto que naquela época tudo era belo e cavalheiresco. O mundo de velhice, guerras, morte e doença existiam além dos muros do castelo, mas ali só havia beleza.

Flashback:

Era... um baile à fantasia... os trovadores tocavam... as damas dançam em vestidos lindos de decotes generosos... os rapazes eram cavaleiros de “mil torneios de justas”, nos jardins do castelo tinha um belo espelho de água erguido nos tempo romanos que refletia a beleza de Selene.

Escuto uma voz vindo detrás, era feminina e doce, fazia meu coração palpitar, ela me perguntou qual era o meu personagem e eu disse que era o arlequim, um personagem da comédia italiana.

Expliquei a jovem dama que o Arlequim anda invisível ou bem escondido entre as pessoas nas ruas agitadas, pode ser visto somente de relances pelos idosos, pelas damas novas e de boa educação e pelas crianças. Esses momentos tipicamente são quando o Arlequim está roubando pirulitos, balas, fumo, doces e coisas preciosas, para depois geralmente escondê-los das crianças.



Minha mente retorna a noite atual e meu coração encontra-se tão frio quanto minha pele, pois lembrar de meu passado, não seria tão diferente quanto ler um livro do qual não consegue se identificar, resumidamente é uma leitura cansativa.

Fazendo uma comparação grosseira, eu diria que estou indo para o refúgio de um cruel arlequim, mas ele furta mais que pirulitos de crianças, apesar de que aos seus olhos eu não seja muito diferente de uma, mas ele que se cuide, pois ele apenas abraçou as trevas e eu fui criado de dentro dela.

Mas se ele acredita que o temo, está inteiramente iludido, pois estou habituado a resolver meus problemas sozinhos, e este senhor violou inúmeras leis, devendo ser devidamente punido, para que meu nome não cai em descrédito.

Ele profanou meu lar mandando um delegado da igreja, afronta-me matando um dos meus servos, ameaça-me por meio da situação de Crixus e acima de tudo desrespeito meu enclausuramento, meu isolamento, minha solidão, leproso maldito melhor que tenha um grande motivo para ações tão vis.

Vou até meu quarto lá pego o último dos objetos que tinha me restado dos tempos de cavaleiro, que é a espada, a mesma que me acompanha desde a saída da casa de meu pai, neste momento em que a hora mais escura da noite se aproxima, espero que ela me auxilie mais uma vez.

Não duvido que o leproso esteja armando uma armadilha, mas se ele me subestimar posso ter a chance de levar conforto a existência, separando sua cabeça do resto do corpo, joguemos então e veremos qual de nós dois é o pescador e qual é a truta. Enfim, sou um Magistiri e como tal não me entrego a chantagem.

Escondo a espada entre as dobras de meu traje sacerdotal, caminho pelo castelo a procura do delegado, deixemos que Judas realize sua missão e por meio do pagamento de peças de prata me entregue ao agourento Nosferatu, que carrega as marcas de sua alma nefasta gravada em seu corpo disforme.

Encontrando o delegado, levo-o a um local afastado da audição alheia, minha face carrega os traços de seriedade, não me permitindo uma conversa longa e nem rebuscada, agiu de maneira direta, demonstrando está a par dos fatos: - Faça para o que foste pago, leve-me a Calebros.-


" Um novo baile de mascaras... um novo arlequim... um novo réquiem... repudio a sociedade dos vampiros.", pensa o manipulador de sombras.


OFF: Gastarei 8 xp passando inteligência de 2 para 3.

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Samael em Ter Jun 11, 2013 11:40 pm

[Narrativa] Coringa reflete sobre o enigma:
[Pensamento] – Enigma interessante, deve ser o porto! Vamos averiguar.
[Narrativa] Então Coringa vai até o porto de Badapeste para ver se é lá o tal local seguro.
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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Branka Górki em Qua Jun 12, 2013 9:52 am

Esse velhote está querendo me meter em alguma enrascada por certo. Porque não enviou membros de seu clã para essa missão? Pensando nisso, Branka pergunta:

Por que eu velhote? Nem mesmo me conheces. Me diga em que estarei me metendo se concordar com isso. 


Se esse imundo abrir essas asas novamente eu as transformo em carne moída...



Branka sabe que Shaiman é o mais terrível e poderoso dos algozes e imagina se a proposta feita por Calebros tem alguma coisa a ver. Após pensar por alguns minutos, Branka decide:


- Velho, eu pego o pergaminho se me conseguires um bom cargo político entre os membros.

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Sharir, o Califa Otomano em Qua Jun 12, 2013 5:32 pm

Estou no local mais inapropriado que poderia estar nessa cidade. De todos os lugares que Theo poderia frequentar, tinha que ser logo na Madrosa? 

Andrius recomenda à ferida mulher que repouse e lhe receita algumas ervas que podem ser adquiridas no hospital. Em seguida ele observa Theo e Vivian conversarem no balcão por alguns minutos e decide se aproximar para falar com Theo.

Ao chegar próximo ao casal, Andrius fala:

- Com licença, Vivian a garota ficará bem se não se esforçar. Peça a alguma das meninas que vá ao hospital e consiga algumas ervas medicinal para ela.


Voltando-se para Theo Bell o cainita o cumprimenta e avisa que o procurava:

-Mr. Bell estive à sua procura. Acredito que possas me ajudar.


Andrius então sussurra próximo ao ouvido de Bell:

-Estou procurando por Calebros. Podes me levar até ele?


 Escorando-se no balcão, ele explica:

-O hospital está um caos como deves saber. O diretor do hospital acredita que Calebros pode ajudar em alguma coisa e me sugeriu encontra-lo para me levar até o ancião Nosferatu.



Andrius sente-se mal por estar em tal ambiente, cheio de perversões e depravadas passeando pelo recinto. Ele demonstra impaciência e desgosto enquanto aguarda a resposta do anarquista.
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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Mindgame em Seg Jun 17, 2013 5:24 am

Pois bem meu jovem, a cidade é grande, mas o êxodo está proporcionando maiores interações entre irmãos ultimamente. A parte ruim é que o hospital está repleto de doentes e fora decretado estado de calamidade. Não estão mais aceitando doentes, fazendo com que percorram as ruas e infeste os bairros pobres com doenças.
O semblante enojado que Rosenrot sutilmente mascara o remete há uma breve introspecção sobre sua moral que, cada vez mais, se corrompe.
"Maçãs podres na cesta apodrecem as demais. Entendo a medida. Espero que encontrem uma solução adequada ao rebanho."
Nossas tropas estão localizadas nesse momento nas redondezas dos principados poloneses se estendendo até Mediash. O Lord Jurguen comanda nossas tropas ofensivamente e tem trazido resultados positivos.
"Pelo que lutam de verdade? Contra o que?
A resposta fundamental é uma retórica redundante...
Liberdade é jamais ter que pedir perdão. Um conceito que jamais será compatível com os ideais de sociedade...
Fomos nós que nos acorrentamos e não há ninguém além de nós mesmos nos mantendo assim. Lutamos em uma eterna batalha... sem nenhum propósito..."
Nenhum caçador até agora agiu contra um membro nos últimos anos, mas a inquisição marca presença na cidade. Parece que um delegado na inquisição está realizando investigações no monastério Obertus. Um membro chamado Crixus controla boa parte dos inquisitores, mas ele encontra-se desaparecido enquanto o outro conselheiro do Monarca, Augustus Giovanni, exerce influencia sobre a igreja em nosso favor.
"Parece que os tem sob controle. Uma ótima notícia!"
Shaiman adentra a sala e Lothar observa o diálogo em silêncio até que o Algoz saca suas espadas e as aponta para o nobre. O jovem Elois ergue as mãos espalmadas na direção do Assamita e transmite tranquilidade em sua voz enquanto se aproxima (Carisma+Liderança, Dif -2 Voz Encantadora).
"Devagar Algoz! Vá com calma!
Não desperdice suas habilidades de graça. Ele está desarmado. Guarde suas armas e esclareça sua oposição."

"Conforme mudam as marés da guerra, mudam também as lealdades. Mas uma revolta por tão pouco? Um ato estúpido que deveria ser punido!
Não há honra neste povo. Eu nunca estive tão longe de casa."

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por BloodSonata em Seg Jun 17, 2013 11:25 am

Eu me lembro de ter visto o menino do barão algumas vezes, mas nunca fomos apresentados oficialmente e eu sorrio para a criança quando isso acontece.

- Não vá muito longe...

Eu o alerto enquanto me aproximo da parede onde está afixado o informativo sobre o recrutamento de aspirantes. Após ler o mesmo, apoio-me contra a parede e fico vigiando o garoto com um olhar atento, porém o dono do mercado me distrai com ideias sobre a cavalaria.
Eu preciso de uma oportunidade como essa, porém é complicado abandonar o Baronato justa agora em que comecei a me destacar... Mas não há muito remédio para esse assunto, ou eu avanço ou fico para trás.
Droga... Cadê o menino?!
Sinto um nó apertando-se no meu estômago e as mãos ficando geladas.
Um minuto de distração e a criança já some! Mas que droga!
Desencosto da parede e dou alguns passos em direção à rua quando vejo o garoto ameaçado por um velho e sinto o sangue ferver, minha reação imediata foi de levar a mão até o cabo de minha espada.
 
Não se aproxime !! O Barão me tirou o lar, me tirou minhas posses, me tirou tudo que eu tinha de mais valioso. Agora, eu irei fazer o mesmo. Vou matar o seu filho !!
 
- Por favor, se acalme meu senhor. Não machuque o garoto, ele é o inocente dessa situação...
 
Começo a falar em um tom apaziguador, embora minha mão ainda esteja apertando o punho da espada. Eu só preciso de um momento de hesitação do velho e então eu poderei...
 
Um cavaleiro jura bravura
Seu coração só tem virtudes
Sua espada defende os oprimidos
Seu poder acolhe os fracos
Sua palavra fala só a verdade
Sua fúria destrói a maldade!
 
Eu não tiro os olhos do velho, porém inclino a cabeça um pouco para o lado ao ouvir as palavras do Juramento que um dia eu irei fazer.
Eu não quero matar o velho, mas não posso trair minha responsabilidade e deixar o menino correr aquele risco.
 
Não o mate milady !! Ele é somente mais um que perdeu tudo com a ultima negociação do barão. Você pode ajudar os dois, o garoto e o senhor, mas deve arriscar sua vida nisso. Eu tenho a solução, o que me diz?
 
É uma droga ouvir justo aquilo que pode te fazer parar quando você está em uma situação em que é tudo ou nada. Mordisco o lábio inferior com força, tentando reprimir um suspiro quando deixo que a espada fique na bainha e viro o rosto na direção do mercador.
 
- Eu lhe digo que minha vida teria pouco significado se eu tomasse os caminhos mais fáceis. Qual é a solução que me apresenta senhor?
 
E ela vai ter que ser brilhante, porque minha honra e meu futuro esta dependendo disso no momento.

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Camille M. Vermount em Ter Jun 18, 2013 9:15 am


Testes

Lothar Rosenrot

Carisma+Liderança (Dif.5) 
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Quantidade aleatória (1,10) : 4
 
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Quantidade aleatória (1,10) : 4
 
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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Camille M. Vermount em Ter Jul 09, 2013 4:54 pm

Agrupamento (Laurent D’Anjou, Andrius Calton, Branka Górki e Calebros) – Ruínas do Anfiteatro 01:15



Som de imersão







Branka se posicionava ao lado de Calebros quando Laurent havia chegado. Após de apresentar e ser apresentado à Branka, Andrius chega e encontra o trio.

Calebros: Agora só falta um e ele já esta a caminho, mas posso iniciar a reunião com vocês.
Andrius: Reunião? Eu vim pedir uma ajuda...
Calebros: Hahahahaha Meu jovem, não existem coincidências! Você está aqui por uma razão que nem mesmo conhece. Pedi para Barbarov me conceder um médico para uma missão e em troca eu auxiliaria com os doentes da cidade.
Laurent: Enquanto a mim? Você matou um dos meus, ameaçou-me e intimidou a vim aqui. Por que eu trabalharia para alguém como você?
Calebros: Porque uma certa pessoa que está escondida no monastério vai querer que você o faça. Ele ficará curioso e pedirá para você ajudar como olheiro.
Branka: Explique a eles o que terão que fazer.
Calebros: Ah sim, preciso que roubem um pergaminho antigo na grande catedral. E aproveitem porque Basilius sofrerá ordálio segundo minhas fontes. E então, perguntas? 




Laurent D’Anjou – Ruínas do Anfiteatro 01:00






Delegado


O delegado dá um leve sorriso e diz:

Delegado: Finalmente – revelando os dentes em um grande sorriso - Achei que não fosses conseguir desvendar o enigma do suco de limão.


O delegado pega sua bolsa e então leva o solitário Lasombra para fora dos muros do monastério e seguem para as ruínas do anfiteatro.
Na entrada das ruínas, o delegado move com esforço uma grande pedra, revelando uma passagem que levaria a dupla até o esconderijo de Calebros.
A passagem é estreita e apenas cabe uma pessoa por vez. O local não tem iluminação e o delegado segue a frente com uma lamparina.
A passagem parece inclinar para baixo com o chão íngrime e escorregadio. O cheiro de sujeira é forte, sinal que está perto. Após 10min de caminhada, entre os corredores, Laurent já se sentia perdido quando o delegado chega a uma porta.

Voz: Qual a senha?
Delegado: Asbimilliard
E então uma porta se abre revelando um iluminado salão e no fundo dele, uma enorme poltrona abrigando o ancião Nosferatu. Ao seu lado, encontra-se uma mutação do que fora um cão um dia e ao seu outro lado uma cainita.

Calebros
 


Calebros: Aguardava a sua chegada jovem D’Anjou.


De repente a alguém bate à porta novamente e entra um padre no local.

XP 6.7 acumulado P.S 15/15

 Coringa – Porto de Budapeste 01:40

Som de imersão: 


O Coringa vai até o porto de Budapeste onde encontra alguns marujos fazendo nós,  seus homens partiram para descansar e o lunático encontra-se sozinho e perdido em pensamentos delirantes. O enigma parecia não fazer sentido e o lunático nada descobrira no porto. Após vagar por 30min, ele senta-se no cais e observa as estrelas quando vem a sua mente imagens de uma realidade diferente, alternativa de um mundo igual só que em tempos diferentes.

Enquanto o Malkavian delira Theo Bell aparece e curioso pergunta:

Theo Bell



Theo Bell: Desvendou o enigma? Como é que vocês chamam mesmo o método? Ah Olhos do Caos não é? Você parece confuso meu caro, estás adiantado. Deves vir aqui me encontrar quando souberes a resposta.


O grande Brujah escreve em um papel velho os dizeres do enigma e dá ao Malkavian dizendo:

Theo Bell: Pronto, assim está melhor.


Papel:
Em uma pequena cidade mora um lunático que destrói a todos e somente aqueles cidadãos que não se destroem. O lunático também é um cidadão! Ele se destrói? A resposta para essa pergunta vai te levar a um endereço no qual deverás se abrigar temporariamente.:


XP 3.2 acumulado P.S 10/10
 

 Branka Górki – Ruínas do Anfiteatro 00:55






Calebros


Calebros dá outra longa e rouca gargalhada à medida que baratas saem de sua boca e o  mal cheiro se intensifica.

Calebros: Como você é esperta minha querida. Infelizmente esse é um pedido que está acima de minhas condições, mas posso te oferecer terras, ouro, prestígio ou até mesmo posso casá-la com um Duque.  O Que me dizes? Passaria a viver como uma rainha.


Calebros levanta-se e convida Branka a conhecer seus domínios subterrâneos para que possam conversar melhor. Por trás do palco, o ancião levanta uma enorme pedra encostada na parede revelando uma passagem secreta. Durante o caminho o ancião permanece calado até que finalmente chegam a um salão robusto, mas organizado e bem iluminado. Um cachorro atroz deformado dorme ao lado de uma enorme poltrona.
Calebros então senta-se na poltrona e continua a conversa:

Calebros: Minha cara, se vieres aceitar a proposta, devo dizer que terás uma função especial.  Não estarás sozinha na missão. Serás uma componente de um grupo de membros. Cada um com sua função específica. Você será a espada do grupo, teremos ainda um especialista em enigmas, um suporte, um vigia e uma distração.


Calebros completa:

Calebros: Parece que um deles está chegando. É o vigia. Preciso ainda contactar o suporte e será você que irá fazê-lo.


De repente alguém anuncia chegada e entra um cainita bem vestido no salão.


XP 5.1 acumulado P.S 10/10


 Andrius Calton – Ruínas do Anfiteatro 01:10






O bravo anarquista encara o jovem padre e diz:

Theo Bell



Theo Bell: Pois bem meu caro padre, posso levá-lo a Calebros sim, mas preciso que faça algo por mim.


Bell vira um copo de bebida e completa:

Theo Bell: Te levo a Calebros para que você negocie com ele. Certamente ele fará uma proposta e eu gostaria que você me contasse o que ele irá te conta. Somente isso. Podes fazer isso por mim?


Sem deixar Andrius responder, Theo despede-se das garotas da Madrosa e segura na mão do padre o arrastando cabaret a fora.
Durante o percurso Theo alerta o Capadócio:

Theo Bell: Encontrarás uma 4 chaves que deverás cuidar e zelar. Quando encontrares as chaves, somarão 5 no total, mas será preciso mais uma branca para abrir a porta.


O enigma confunde o Capadócio que vai pensando nisso até chegar às ruínas do anfiteatro, onde é vendado e levado por Theo até o salão onde estão Calebros e mais dois cainitas.

Theo não estava mais ali.                                                                    
 
XP acumulado 13.2 P.S 11/11
 

 Lothar Rosenrot – Castelo de Budapeste 22:10


Som de imersão: 







Algoz


Shaiman olha firmemente para o jovem elois e abaixa as katanas as guardando de volta à bainha.
Shaiman volta-se para Nicodemus quando o vê bravo e diz:

Shaiman: Você deve sua vida ao jovem aqui Nicodemus. Nunca mais se dirija a mim dessa maneira. Eu irei amanhã !!


E então o assassino some das vistas de Lothar e Nicodemus..
Bravo, o ancião bufaria de ódio se ainda respirasse, mas apenas senta-se e pensa por alguns minutos enquanto Lothar permanece em silencio.

Nicodemus


Nicodemus então fala:


Nicodemus: Shaiman é de um temperamento extremamente explosivo. Ele costumava atender aos pedidos do Monarca sem hesitar, mas parece que ele não quer reconhecer meu poder político. Arhh estrangeiros...


Levantando-se, Nicodemus conclui:

Nicodemus: Preciso me retirar agora e avisar ao Monarca sobre os recentes acontecimentos. Com licença.


E então o conselheiro sai da sala deixando sozinho o jovem elois que procura as criadas em uma tentativa bem sucedida de se alimentar. Após ir para a cama com três criadas e doar parte de seu sangue para uma delas, em tentativa de estabelecer um futuro laço sanguíneo, Lothar começa a divagar sobre a conversa com Nicodemus quando Izzet adentra o quarto.

Rainha Izzet


Izzet: Lothar,  eu vi um pedaço do futuro e o vi como elemento essencial de um terrível acontecimento. Não posso contar o que vi, mas gostaria que você aceitasse uma certa missão. Uma mulher irá procurá-lo e irá ofertar a nossa liberdade em troca de seus serviços. Chegou a hora de você mostrar sua força !!
 

XP acumulado 9.6 P.S 20/20


 Alys Maelgwyn – Local Desconhecido 19:35


Música de imersão: 






Proprietário


Proprietário: Sob a estalagem há um túnel antigo que leva a muitas riquezas. Encontras o ouro e dá para o velho em troca do garoto. No entanto, o risco é alto. Reza a lenda que uma terrível criatura impede que as pessoas consigam o ouro. Todos que procuraram pelo ouro, jamais retornaram para contar história. Com o tempo, essa história foi desacreditada pela população, mas eu sei que é verdadeira. Meu tataravô foi vítima da criatura, eu tenho certeza.


A aspirante não tinha escolha a não ser encarar a lenda e rezar para que fosse verdade. O proprietário leva Alys até o porão do Mercado de Cavalos onde abre uma passagem secreta para a entrada do túnel.
Conforme ela adentra o escuro e úmido túnel, a lamparina vai sendo cada vez mais útil na escuridão. A poeira faz a aspirante espirrar e começa a fazer frio. O cenário é de puro horror e o medo toma conta do coração da aspirante quando finalmente ela topa com uma grade.
Alys tenta escalar a grade e pular para o outro lado quando então é surpreendida por um barulho:




O frio aumenta e um vento forte apaga a fraca luz da lamparina colocando a aspirante em perigo e pânico. Alys tenta se acalmar quando é tocada por uma gélida mão. Ela tenta empunhar sua espada, mas é impedida pela criatura que a segura e a joga contra a parede.
Em um instinto de sobrevivência, Alys chuta a criatura quando percebe sua aproximação e uma batalha no escuro se dá início. Alys ouve a risada de uma suposta pessoa e pensa ter caído em uma armadilha quando os olhos vermelhos destacam-se na multidão. Ela nunca havia visto aquilo e estava paralisada com a imagem quando de repente a criatura começa a rasgar a aspirante jorrando sangue da futura cavaleira.
Alys solta um grito de dor e se escora na parede, mas o chão cede e ela cai no que parece o piso inferior  repleto de ouro. O brilho do ouro é ofuscado com sangue da aspirante que desmaia e quando acorda está em um quarto pequeno e ao seu lado um homem negro limpando suas feridas.


XP acumulado10.2

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Sharir, o Califa Otomano em Qui Jul 11, 2013 3:44 pm

Por que Theo queria tanto saber o que seria tratado entre eu e Calebros? – Pensava Andrius

E mais, como ele sabe disso? Que proposta é essa? Sinto-me como se alguma conspiração estivesse para acontecer. Saberia disso mais tarde. Doravante gostaria de saber se este ser é louco. Vem-me agora com um enigma. Oh Deus, me guie e me oriente para o melhor caminho.

Após uma longa caminhada chego finalmente até Calebros, mas não esperava que tudo isso fosse uma armação. Barbarov sabia de tudo. Que tal missão seria esta e como eu seria útil nisso? Será que aquele enigma tem a ver com isso?

Não irei compactuar com um crime de jeito nenhum. Roubar Basilius não consta como minhas obrigações, a menos que este documento incida em algum caos.

Ouço atentamente as palavras de Calebros e tenho dúvidas se roubar seria a melhor solução para ajudar os doentes.
A Cainita que acompanha Calebros, parece mesmo um ser abominável. Eu sinto extrema maldade vinda daquele ser. É inegável que todos aqui não sabia de nada a não ser o ancião.

Por ora apenas ouço e aguardo pelos comentários ardilosos que estão por vir.
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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por James kirk em Sex Jul 12, 2013 7:14 pm




Spoiler:



Entro na toca do predador, acompanhado do seu animalzinho, um mortal ambicioso, que deve ter fendido a própria alma para ocupar o cargo de delegado.

"mortos que falam;
mortos que tramam;
mortos que se recusam a permanecerem mortos."

vejo e escuto as frases, que saem do fedido e repulsivo leproso.

- Pensava que nosferatus sabiam o valor da reclusão, mas esse não é o seu caso.-, não há qualquer expressão na face do Magister, mas esse sabe, que não deve deixar a informação sobre quem está no monastério cair no conhecimento do Príncipe.

"Mas pelo que vejo esse senhor não é um tolo, então para chamar um bando de predadores para cá e ofende-los querendo que eles ajam como um ladino é por um motivo muito maior do que simples demonstração de "poder"."

- Mapa da catedral, quero também informações sobre o pergaminho, a final de contas imagino que devem existir muitos destes por lá e por fim,fale mais sobre Basilius.-, não demonstro qualquer sentimento na minha face, para muitos sou uma pedra de gelo, para outros um ser desprovido de sentimento, para mim sou um ser racional e como tal compreendo que o trabalho com um bando de predadores pode ser muito mais prejudicial do que benéfico, apesar de já ter ouvido em algum momento da vida algo relacionado em trabalho de equipe, entretanto, um bando de amaldiçoados, que só sabem mancomunar uns contra os outros essa hipótese deve ser esquecida.


" Uma atitude destemperada é postura que não tomaria, ficar reclamando seria uma postura de negação, a verdade é simples, de que devo manter a segurança daquele que está no monastério e isto me coloca nas mãos desse ser digno de repulsa.", continuo sem demonstrar qualquer reação a impressão no momento seria que uma imagem foi talhada no meu rosto, e mesmo quando os lábios se movem para pronunciar as palavras há pouca alteração no semblante.

eu lembro que quando mortal, eu tinha uma sensação que definia pela palavra incomodo, não que eu esteja sentindo ela neste momento, pois como já é sabido, não me dou mais a ter sensações mortais, mas caso, todavia, entretanto, eu ainda tivesse algo de mortal em mim, provavelmente seria tal sentimento, pois estou fora da minha região de conforto e apesar de não ser uma criatura bairrista, resumiria que não queria está nesse local com esses cadáveres amaldiçoados por D-us. Realmente incapazes de sentirem um remorso verdadeiro e dentro deste paradigma incapazes de terem suas almas salvas por meio do sofrimento que poderia proporcionar."

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Samael em Sex Jul 12, 2013 10:50 pm


[Narrativa] As palavras de Theo Bell direcionam então os pensamentos do palhaço do crime:
[Pensamento] – É verdade! Nem acredito que o Charada... ops quer dizer Theo Bell praticamente me disse a saída dessa situação. Hahahahahahahaha! Logo todos iram se perder na loucura e na insanidade ou se encontrar nela! Hahahahahahahaha!
A propósito já esta chegando à hora de conhecer os “figurões” desse lugar e depois EXPLODIR TUDO! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!
[Narrativa] Coringa então reúne novamente os seus capangas e usa a disciplina Olhos do Caos para tentar saber o que se oculta nas misteriosas palavras escritas no bilhete.
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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por BloodSonata em Dom Jul 14, 2013 8:19 am

Um tesouro escondido?..
Lanço um olhar incomodado na direção do velho e do garoto, meu coração martelando com força total.
- Eu trago o ouro e o senhor me entregará o garoto sem nenhum arranhão.
Meu tom soa mais ríspido do que eu esperava, mas não consigo me preocupar com gentilezas quando encaro a expressão assustada do garotinho. Droga! Isso tudo é muito errado...
Essa lenda tem que ser real, do contrário... Prefiro não pensar no depois por enquanto.
Fecho os punhos e dou as costas para ambos, indo junto ao proprietário até a entrada secreta no porão. Minha ansiedade aumenta e eu entro sozinha no escuro sem falar nada ao homem que me trouxe até aqui. Não consigo expressar gratidão diante de uma situação tão opressiva, ergo a lamparina a minha frente e mantenho a outra mão bem apertada no punho da espada atentando à qualquer som.
Toda poeira e umidade faz meu nariz coçar e eu espirro três vezes seguidas, cobrindo o nariz e a boca na dobra do cotovelo para abafar o som o máximo que eu posso. Meus olhos lacrimejam e aquele escuro sem fim aliado a toda situação me deixa mais assustada do que estaria disposta a assumir. Mordendo o lábio inferior com força, eu avanço pelo caminho e já estava começando a hesitar quando topo contra alguma coisa sólida enquanto olhava por cima do ombro. Virando para frente, o círculo pálido de luz ilumina a grade e eu ergo mais a lamparina verificando que ela não ia até o teto.
Era claro que eu tinha que ultrapassar aquele obstáculo se quisesse continuar, então eu faço a única coisa que parecia certa: começo a escalar as barras de metal.
Porém, uma porta se abre e o som faz os pêlos na minha nuca se arrepiarem. Eu escorrego para o chão novamente, bem a tempo de ser atingida por uma lufada de ar que apaga a única maldita coisa que me fazia enxergar – mesmo que muito mal – o que estava por vir.
Meu coração bombeia tão forte e desesperado, que o som desse batimento descompassado é tudo o que eu ouço quando uma mão fria encosta em mim.
Eu não sou mulher de ficar gritando com medo então apesar de estar sim, muito assustada, eu reajo rápida e impulsivamente tacando a lamparina contra o dono da mão e puxando a espada. Mas como toda ação exige reação, em resposta ao meu ataque a coisa me joga contra a parede e eu não consigo terminar de deslizar a lâmina para fora da bainha.
Sinto a presença sinistra mais perto, então ergo minha perna direita e chuto a criatura com força para longe... O mais difícil é perceber que não surte muito efeito, então eu luto no escuro contra aquilo que me cercava.
Eu lutava com raiva, disposta a vencer seja o que fosse quando ouço uma risada e percebo que estava exatamente aonde queriam... e então duas orbes vermelhas acendem na escuridão. Confusa, percebo o óbvio: são olhos a me encarar e aquele momento de hesitação me rende feridas excruciantes. Sem perceber, solto um grito de dor e tento esquivar-me daquela agonia lançando as costas contra a parede, mas de repente o chão cede sob meus pés e eu caio no andar de baixo, atingindo uma pilha de ouro. Levanto tropegamente, escorregando em montes de moedas douradas e encaro o arredor com surpresa, percebendo que ali deveria estar todo o tesouro que a lenda contava. Solto uma risada incrédula, então uma ardência agoniante me faz pressionar um ferimento pulsante e quando olho para o chão, percebo que o ouro aos meus pés está manchado com sangue... Meu sangue.
Suspiro profundamente com a mente repleta de imagens do filho do Barão... e tudo vira nada.
Quando abro meus olhos novamente, encaro um teto desconhecido. Puxo o ar com força e sento-me com um movimento rápido, fazendo o quarto girar ao meu redor. Quando a vertigem melhora eu solto a respiração e com uma expressão confusa, encaro o homem que parecia estar cuidando de mim.
- O q-que aconteceu..?..
Mas então uma fisgada de dor me ajuda a lembrar de todo o pânico dos últimos momentos que estava acordada e pior – me traz de volta o olhar assustado do menino que eu deveria proteger. Levo uma mão à cabeça dolorida e fecho os olhos quando eles começam a arder. Eu me recuso a chorar aqui, na frente desse desconhecido. Então quando eu o encaro novamente, minha expressão é cheia de raiva e eu o indago com a voz contida num sussurro irritado:
- Quem é você?

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Camille M. Vermount em Qua Jul 17, 2013 3:55 pm

Testes

Coringa
Uso de Disciplina
Percepção + Ocultismo (dif.7)

Quantidade aleatória (1,10) : 3
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Quantidade aleatória (1,10) : 8
Quantidade aleatória (1,10) : 6

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Camille M. Vermount em Qua Jul 17, 2013 4:41 pm

Agrupamento ( Laurent D’Anjou, Andrius Calton, Branka Górki, Calebros e Delegado) 01:15

Som de Imersão


O primeiro a falar foi o jovem D’Anjou. Parecia calmo e inexpressivo típico de sua personalidade, demonstrando sua experiência.
Laurent perguntava sobre um possível mapa da Catedral, sobre o pergaminho e sobre Basilius. Calebros tosse e o terrível hálito se propaga no ambiente.

Calebros:


Calebros: Pois bem jovem Lasombra, não tenho um mapa da catedral, apenas tenho uma breve idéia do que possa ter lá. A Catedral é constituída de três andares e cinco torres nas laterais. Acredito que o pergaminho esteja na última torre, a qual o acesso se dá em uma passagem no último andar. Sobre o pergaminho ele é constituído de pele negra e só pode ser visualizado através de magia. Basilius protege este pergaminho, ele é suspeito de traição segundo meus contatos e sofrerá ordálio, logo, menos um inimigo para vocês.

Andrius e Branka permanecem em silencio voltando o olhar para Laurent.

 Laurent D,Anjou – Ruínas do Anfiteatro 01:20

Após a resposta dada por Calebros, Laurent pensa sobre os perigos que podem existir na Catedral e a relação custo benefício.

Xp Acumulado: 10.2  P.S 15/15

 Andrius Calton – Ruínas do Anfiteatro 01:20

Andrius estava em silencio, observando as indagações de Laurent e em sequência a resposta do ancião Nosferatu. Em sua mente, perguntas sobre qual seria sua função real na missão e se poderia mesmo ajudar para salvar os doentes.

Xp: Acumulado: 15.2  P.S 11/11

 Branka Górki – Ruínas do Anfiteatro 01:20

Branka era a una que sabia mais que os outros ali e já estava quase convencida a realizar a missão. A demônio permanecia intacta e em silencio enquanto Calebros explicava algumas coisas à Laurent.

Xp Acumulado:5.1  P.S 10/10

 Coringa – Ruínas do Anfiteatro 02:30

Som de Imersão


Coringa busca seus capangas e quando os encontram nas proximidades do Porto, pega o papel dado por Theo e ativa suas habilidades inerentes ao seu clã. O enigma então sugere aos olhos do lunático, um paradoxo sem fim. O enigma não tem uma resposta definida. O Malkaviano retorna a Theo e garante que o enigma se trata de um paradoxo.

Theo  dá uma gargalhada e avisa:

Theo Bell:


Theo Bell: Vá até as Ruínas do Anfiteatro  e procure por um entulho onde está talhado o nome Paradoxo. Peça para seus homens empurrarem a rocha e será revelado então uma passagem. Siga o caminho e encontrarás um ser amigável que te explicará o que acontecerá.
Coringa então parte para as Ruínas e procura a rocha.


Xp Acumulado: 5.0  P.S 10/10

Alys Maelgwyn – Lugar Desconhecido 03:20

- O que aconteceu? .. Quem é você?

Alys estava desesperada e com muita dor. A pouco tempo atrás, a morte a havia beijado. O ser à sua frente parecia calmo,  e de um jeito tranqüilo, ele responde:

Sujeito:

Fabian: Calma minha querida. Se não as feridas irão abrir novamente e deu um trabalhão fechá-las. Eu sou o guardião deste lugar e protejo o ouro da besta.

Alys estava um pouco tonta devido à perda de sangue, e lembrava-se do horror passado. A palavra do solitário homem comentava sobre uma besta e o ouro. Foi quando a aspirante lembrou-se do filho do Barão e de que ele a estava esperando.
Interrompendo os pensamento da brava mulher, o ser continua:

Fabian: Meu nome é Fabian. É um prazer conhecer a mulher que sobreviveu à besta.

Enquanto falava, Fabian tocava a aspirante trocando os curativos e então Alys se atenta a algumas características do ser. Ele parecia gelado e não respirada. Enquanto falava, Fabian não se preocupava com inspiração e expiração, isso não existia nele. Alys se pergunta como isso estava acontecendo.

Xp Acumulado: 14.2

 Számol & Úr Ádám III – Torre da Noite 22:40

Som de Imersão:


Ádám se consagrou um notável nobre devido suas façanhas em campo de batalha e suas táticas de guerra. Participou de vários combates como cavaleiro e como líder. Hoje se encontra na Torre da Noite seguindo fielmente as ordens de Hardestaltd, o Monarca Negro.
Após os acontecimentos ao lado de Jürgen, Ádám retorna triunfante com a primeira vitória sobre os Tzimisce. Mas certamente, a batalha contra Rustovich seria muito mais cruel.

Em seu nobre refúgio, na noite de Budapeste, Ádám recebe uma visita: Um mensageiro de Nicodemus que anuncia um conclave que acontecerá para definir os planos da segunda batalha. Certamente Ádám teria um papel diferenciado á sua altura. Juntamente com o anúncio , o mensageiro o entrega uma carta oficial com o selo imperial do Monarca.

Carta:
Anuncio através desta, ao Conde Számol & Úr Ádám III cel Frumos Batthyány de Bátya et Bălăureşti, a realização de um conclave referente aos procedimentos e planos de guerra a serem traçados a fim de derrotar o Voivode Rustovich, em seu acampamento.  O horário do conclave será às 00:00, amanhã no Castelo de Budapeste. Nos honre com sua presença e mostre esta carta para ter passagem liberada. O conclave deverá ser sigiloso, logo, não é permitido que esta notícia seja repassada.
Conselheiro Primário e Mão do Monarca, Nicodemus:

P.S: 20/20

 Lothar Rosenrot – Castelo de Budapeste 23:00

O jovem Elois pensava sobre o que a sua senhora poderia ter visto e se estaria preparado para o que estava por vir. Em sua mente, os piores cenários possíveis  vinham em sua imaginação. Quem seria essa mulher? E que missão seria esta?

Xp Acumulado:9.6 P.S 20/20

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Mindgame em Qua Jul 17, 2013 4:51 pm

Off = Mal a demora, preciso dar prioridade a crônica oficial no meu tempo livre e ela ficou enrolada. = On

Você deve sua vida ao jovem aqui Nicodemus. Nunca mais se dirija a mim dessa maneira. Eu irei amanhã !!
"Quem deve a vida a quem?
Algo me diz que ainda terei a oportunidade de descobrir...
O Algoz se orgulha de suas habilidades letais, mas nada pode ser mais letal do que a palavra correta. Enquanto arcos e estadas estão matando pessoas, palavras estão escravizando nações."

O jovem Elois inspira tranquilidade ao abaixar suas mãos.
Shaiman é de um temperamento extremamente explosivo. Ele costumava atender aos pedidos do Monarca sem hesitar, mas parece que ele não quer reconhecer meu poder político. Arhh estrangeiros...
"Entendo perfeitamente..."
Antes que o True Brujah pudesse questioná-lo sobre o Monarca, Nicodemus se ergue.
Preciso me retirar agora e avisar ao Monarca sobre os recentes acontecimentos. Com licença.
Rosenrot consente com apenas uma sutil reverência e retorna aos seus aposentos com as criadas do castelo para saciar sua sede.
"Ah, doce vitae! E agora elas dormem como anjos..."
Lothar deslisa os dedos suavemente pelas costas da criada que considera a mais bela.
"Um dia fostes mais do que apenas um receptáculo de sangue... mas, enquanto for meu receptáculo, não se importarás... e eu preciso de um rebanho maior..."
A presença da rainha em seus aposentos provoca um sorriso imperceptível no semblante do jovem Elois.
Lothar, eu vi um pedaço do futuro e o vi como elemento essencial de um terrível acontecimento. Não posso contar o que vi, mas gostaria que você aceitasse uma certa missão. Uma mulher irá procurá-lo e irá ofertar a nossa liberdade em troca de seus serviços. Chegou a hora de você mostrar sua força !!
Rosenrot consente com uma reverência.
"Como desejar, minha senhora."
"Um novo teste... hum..."
"Ainda estou longe de compreender os paradoxos ao manipular o fluxo do tempo. Permanecerei como expectador até que ordenes o contrário."

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Samael em Ter Jul 30, 2013 2:35 pm

[Narrativa] Coringa então ao chegar nas ruínas do Anfiteatro procura pelo nome Paradoxo e ordena que seus capangas procurem também, enquanto procura ele pensa em sua atual situação.
[Pensamento] – Um Monarca, um ser misterioso (Theo Bell), idade média e agora ruínas.
O lugar onde vim parar é realmente muito interessante! Mas o que teria feito o estranho me ajudar? Hahahahahaha! Mesmo depois do que eu fiz e tentei fazer, ele não faz a mínima ideia de quem sou eu, agora enigmas?! Vamos ver as intenções desse ser esquisito. Quanto mais lunáticos se unirem a minha causa melhor! Em breve todos vão perceber o quanto a sanidade não passa de uma mera ilusão e que somente a loucura pode salvá-los. Hahahahahaha! A desordem vai reinar eternamente! E não terá ninguém que possa me impedir disso!
[Narrativa] Enquanto pensa Coringa deixa escapar suas risadas insanas. OFF: Peço um teste de procura. ON.
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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por James kirk em Ter Jul 30, 2013 10:33 pm

Definitivamente, o lasombra esperava um pouco mais das respostas de Calebros e para ser franco o silêncio dos demais demonstra, que seu primeiro julgamento foi correto de que não poderia contar com o auxílio deles para nada.

- Eu verei o que poderei fazer, mas tem alguma entrada secreta?-, fala o Magistery.

Após a resposta do Leproso, Laurent dará meia volta e buscará uma maneira de entrar na catedral.


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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Branka Górki em Qua Jul 31, 2013 9:50 am

Ao ver Laurent dando às costas para agir sozinho, Branka toma a frente do sugerido aliado.

- Vamos trabalhar juntos irmão. Mais dois se juntarão a nós e eles são essenciais. Não estou pedindo para que confie em mim, mas sim para que aumentemos nossa perspectiva e ação.

Branka lança um olhar para o Nosferatu e retorma a Laurent dizendo que cada um ali teria uma função articulada pelos anciões.

-Se quiser ir agora vá, mas voltemos a nos encontrar quando eu for buscar o último membro.

Branka retorna então ao lado de Calebros e afirma que participará da missão e dará seu preço em breve.

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por BloodSonata em Sex Ago 02, 2013 9:57 am

A dor que me atravessa torna difícil respirar e uma onda torturante dela me faz esquecer momentaneamente toda aquela resolução de me manter firme. Com um suspiro choroso, eu deixo que esse homem me toque na esperança de que possa aliviar a dor.
Conforme ele fala e mexe nos curativos, eu consigo me concentrar novamente e observo-o com atenção. Fabian se diz protetor do tesouro da besta, mas o que ou quem era a criatura? Mas apesar daquela situação terrível, não posso deixar de lado as regras a que fui ensinada e ainda comandam o mundo.

- Meu nome é Alys Maelgwyn, filha de Edward Cadwallon Maelgwyn e guarda-costas do filho do Barão John de York.

Apresentar-me adequadamente me da força para continuar perseverante naquela provação. O menino precisa de mim e se eu quero salvá-lo, preciso da ajuda de Fabian sobre aquela "besta". Então eu me esforço para manter o tronco reto e encaro-o, suspendo a respiração por alguns segundos esperando a vertigem passar para então perguntar num tom baixo depois de um suspiro aliviado pela dor mais suportável:

- Senhor Fabian, por favor... O que é aquela criatura que enfrentei no primeiro andar?

Não sei se ele sabe dos detalhes da batalha que travei no escuro com aquela coisa, porém não vou dizer como eu sobrevivi por um golpe de sorte quando o chão veio abaixo. E melhor que ache que sou páreo para aquilo, seja lá o que for.

Enquanto espero por sua resposta, permaneço olhando em seus olhos escuros e não posso deixar de notar a ausência de sua respiração ou como seu olhar permanece fixo e sem piscar. Confusa, franzo um pouco a testa, porém não falo nada sobre o assunto pois pode ser só impressão minha, embora meu coração acelerado certamente não acredite nisso.

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Gavril em Sab Ago 03, 2013 1:32 pm

A noite encontrava-se, como de costume, fria nos aposentos de Ádám, no topo de sua torre. Os sons dos pavilhões onde seus homens treinavam, arrumavam as provisões e gastavam seu salário em vinho e mulheres mal chegava até ali, e os do restante da cidade certamente não tinham nem tal chance, de modo que o Conde sempre tinha tempo de praticar sua música, enchendo o ambiente com os tons de sua enorme harpa de mármore. Aquilo sempre o lembrava de sua Senhora e dos dias passados, e caso não tivesse compromisso algum ele podia muito bem continuar a tocar durante toda a noite sem arrependimento.
O quarto de Ádám era decorado principalmente em branco e preto: as paredes, o chão e o teto em grandes blocos de pedra negra e a maioria dos móveis e pertences em madeira clara ou prata polida. A única outra cor, em quantidade muito menor, eram tons escuros de roxo, como no escudo que criara como Ádám I em Acre, o qual encontrava-se imponente na parede sobre a cama – ou o fiel cachecol que como de costume estava enrolado em seu pescoço, sobre a leve armadura de couro fervido negro e os ricos tecidos nobres que usava. Ali encontrava-se toda a história de sua vida, e ele sempre garantia que até a última peça o acompanhasse quando se mudava ou iniciava nova vida. Dezenas de tecidos, esculturas, pinturas e armas de uma dúzia de culturas se reuniam naquele local, com a coleção mais impressionante sendo a de espadas. O nobre mantinha as que haviam sido empunhadas por todos aqueles que significaram algo para si, e aquelas que ele próprio usara em suas diversas campanhas: desde a arma de nobreza secular da família usada pelo pai até sua morte à espada templária que Gwyan recebera quando ainda era um jovem com o coração cheio de fé e o mundo à sua frente.

Não muito depois de ter começado uma nova música, esta que havia escrito para sua amada há tanto perdida, a noite do húngaro foi interrompida pelo anúncio da chegada de um mensageiro a sua porta. Ádám convocou-o até sua presença, erguendo-se do pequeno espaço recortado na pedra no qual descansava a harpa e avançando calmamente até o mesmo. Recebeu a informação sobre o conclave e a carta com uma expressão neutra, em parte escondida pelo cachecol, examinando o selo durante um momento antes de dar as costas ao mensageiro.
-Agradeço. – Seu tom sinalizava que o tempo dos dois juntos havia terminado, e o nobre rompeu o selo com a mesma expressão. Aprendera há muito a controlar suas reações, afinal quando era demasiadamente amigável ou cordial as pessoas pareciam... Se animar demais. Em especial as moças.
Enquanto continuava a andar, passou os olhos rapidamente pelo conteúdo da mensagem, dobrando novamente a carta e colocando-a no interior de suas vestes quando terminou. Parou momentaneamente diante da parede onde mantinha sua coleção de lâminas, removendo a espada longa dos Batthyány de seu suporte e prendendo a bainha em sua cintura. Recolheu o sobretudo negro pendurado próximo à cama, vestindo-o, e abriu então as portas duplas de madeira negra entalhada, encontrando o olhar de um dos homens que recebera aquele turno para guardá-las.
-Comunique ao Capitão que preciso de dois homens preparados imediatamente, desejo visitar a cidade. – Deteve com um único movimento e sem esforço o guarda quando este fez menção de se virar. –E que estejam sóbrios. – E com isso soltou-o, observando-o correr pelas escadas enquanto ele próprio descia calmamente, aproveitando a brisa gelada que percorria seus corredores.

xxx

Seu Capitão, um homem baviero duro e confiável com feições duras e confiáveis, pelo visto pensava que Ádám estava indo coletar alguma dívida e precisava quebrar as pernas de alguém, pois apesar do nobre ainda ser da mesma altura do primeiro dos homens escolhidos, este tinha quase o dobro de sua largura. O segundo não era exatamente um homem, embora também fosse bastante intimidante: pele bronzeada e corpo tonificado, armadura com vários adornos de metal dourado, afiados e ameaçadores e traços decididamente estrangeiros complementados com tatuagens de símbolos estranhos, que o lembravam dos pagãos que enfrentara. Aparentemente tratava-se de uma mercenária egípcia da casta guerreira dos Mamelucos, descendente de combatentes dos Meded, uma ordem que vinha dos guerreiros Medjay da antiguidade. Embora não tivesse problemas com o povo dela ou sua escolha de profissão, ele não pôde evitar lançar olhares para sua guarda-costas da noite continuamente, por pura curiosidade.
-Entendo que os removi da possibilidade de tentarem se afogar em vinho ou afiar suas capacidades de guerra esta noite, mas me encontro cansado de minhas paredes. A caminhada não será particularmente rápida, e talvez não seja agradável, mas talvez visitemos ainda um de meus Lordes e os senhores tenham a chance de se entreterem com política e uma refeição quente. – Não havia necessidade alguma de informa-los de nada daquilo, mas Ádám tentava manter um relacionamento de confiança com os seus e trata-los com um mínimo de respeito, de modo que não o incomodava fazê-lo. Terminado o pequeno discurso, virou-se e partiu na direção das ruas de Budapeste, cumprimentando o Capitão com um aceno de cabeça enquanto passava por ele.
Esperava que a noite lhe reservasse algo interessante, mas no mínimo faria uma contagem das condições atuais de seus vassalos.
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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Camille M. Vermount em Sab Ago 03, 2013 10:56 pm

Frankfurt – Castelo da Realeza



Antasia: Eu já falei Mithras. O pergaminho não está conosco!
Lord Mithras: Isso é impossível. Aquele Lasombra Maldito se infiltrou em vossa Corte, não há dúvidas. Eu tenho testemunhas Antasia.
Antasia: Não grite comigo seu verme. Você pode ser poderoso lá pra sua laia, mas aqui quem manda é Hardestaldt. Se acalme. Se eu falei que não está comigo é porque não está. Sou apenas uma vassala do meu lord.
Lord Mithras: Se é assim, irei marchar sobre as estradas do reino até Budapeste. É lá onde ele reside não?
Antasia: Você sabe que sim. Agora não perca meu tempo.


Terras Obertus – Castelo de Dracon


Vassalo: Meu senhor estamos aqui como requisitado. O que podemos fazer por vossa alteza?
Dracon: Recebi um pedido da Transilvânia. Fechei um acordo com eles para atacar Budapeste e tomar a cidade.
Vassalo: Mas senhor, não temos Lordes suficientes...
Dracon: Você está questionando MINHA VONTADE? O EXÉRCITO DELES ESTÁ DEBILITADO, AGORA É A HORA !!
Vassalo: Sim, Sir.

Agrupados (Andrius Calton, Coringa, Branka Górki, Calebros e Delegado) 02:40

Som de imersão


Delegado: Bem, eu não tenho nada a ver com isso, vou embora.

Ao virar de costas, Calebros dá um leve sinal precedido de um suave sorriso e então a criatura sentada ao seu lado pula sobre o delegado o rasgando enquanto a vítima grita em agonia e os demais presentes o vê sendo dilacerado até sucumbir à morte.

Calebros: Sinto muito, mas você sabia demais para um mero mortal. – continuando: Meu caro Malkavian, parece que você não veio deste mundo. Você é uma criatura evoluída, porém ainda resta polí-lo como um diamante.

Calebros então continua:

Calebros: Srta. Górki por favor, poderia aproximar-se um pouco.

Próximo à Branka, Calebros a entrega uma carta e pede para que a entregue para Lothar Rosenrot, localizado no Castelo de Budapeste e depois retorne ao esconderijo.

Calebros: Aos demais, por ora é só. Quando a equipe estiver reunida, a Srta. Górki os procurará e iniciarão a missão. Até lá, podem fazer suas consultas individuais e investigações que desejarem. Agora gostaria de falar com o Malkavian. 

 Lothar Rosenrot – Castelo de Budapeste 23:40

Som de Imersão

O jovem elois caminha pelos corredores do castelo e pensa com grande expectativa sobre a sua missão quando escuta:

Uma voz: Somente através da dor, podemos abrir nossos olhos.

Ao voltar-se para o indivíduo, Lothar vê um sujeito com feições rudes sob um semblante de um velho, porém a imagem transmitia sabedoria e anos de experiência.



Sujeito: Eu vi o que muitos dos nossos anciões não viram. Um ancião não pode ouvir as canções que eu ouço. Não pode ter as visões que eu tive. À propósito, chamam-me de Augustus Giovanni, conselheiro secundário do Monarca.

Após apresentar-se, Giovanni convida Rosenrot para uma caminhada e pelo percurso fala com sabedoria sob o silêncio do elois:

Augustus Giovanni: Por um breve momento, o mundo congela e somos transportados para um lugar desconhecido, onde a pulsação do próprio deus corre em nossas veias. Porém, nada escapa dos olhares do Monarca e daqueles que o servem. Eu ouvi sem querer sua conversa com sua senhora jovem criança e gostaria de mostrar uma coisa para você.

Ao final do corredor, Giovanni abre uma porta que revela um saguão onde o primogênito tremere, Basilius, está acorrentado, sendo torturado com fogo. E então o conselheiro do monarca completa:

Augustus Giovanni: Isso, minha criança, é o que acontece com àqueles que ousam trair o grande monarca. Pelo o que eu pude ouvir, iniciarás em uma missão secreta. Cuidado para não acabar como este (aponta para Basilius). O algoz decidiu captura-lo hoje mesmo.



Os pensamentos do elois são inundados com sensações estranhas (medo, ansiedade e preocupação) e ele pensa se é certo fazer alguma coisa pelas costas do monarca.
 
 Coringa – Ruínas do Anfiteatro 02:50



Após chegar à Calebros, Coringa descobre que tudo não passava de um plano articulado pelo ancião Nosferatu, para reunir os ali presente. Ao final da reunião, quando todos se retiram, Calebros chama o lunático para discorrer sobre o assunto.

Calebros: Grande Coringa! Ouvi falar sobre seus feitos na cidade. Você ficou famoso meu caro, porém ganhou ódio de membros muito influentes. O que pretende fazer a respeito disso? Se esconder? Eu posso ajuda-lo. O que me diz que fazer um serviço para mim. À propósito, parabéns por ter descoberto o enigma. E é justamente para resolver vários deles que eu preciso de você.

Calebros explica:

Calebros: Em curtas palavras, eu gostaria que você se unisse aos demais em segredo para buscar um pergaminho na Grande Catedral. Sua missão é resolver os enigmas que o grupo encontrar pelo caminho. Somente isso. Em contrapartida, eu te ajudo a se safar dos orgulhosos que feristes. Então, temos um acordo?

 Laurent D’Anjou – Em frente a Catedral 04:15

Som de Imersão

Após as poucas palavras de Branka Górki, o mestre das sombras se manteve em silencio, e saiu calmamente, bem antes do Coringa adentrar o recinto. Aquele lunático seria mais uma peça do quebra cabeça.
Ao sair da reunião, ele resolve averiguar o possível local do seu próximo trabalho. De frente para a Catedral, Laurent observa sua grande estrutura, com portões e muros altos, torres e janelas para todos os lados. O local transcendia um aspecto macabro e ouviam-se cânticos melódicos de dentro das paredes.


Enquanto admirava a estrutura do lugar,  Theodoro Shutz e seu irmão Mycon Shutz, ambos Xerifes da cidade, cruzam o caminho de Laurent.

Theodoro:
Mycon: 

Mycon Shutz: Ora ora ora, o monge saiu das grandes muralhas do monastério.
Theodoro Shutz: O que fazes aqui  tão tarde magistrado? Observando a catedral? Por certo, já sabe que Basilius fora capturado. O algoz estrangeiro o fez.
 
 Branka Górki – Castelo de Budapeste 04:20

Som de Imersão

Calebros havia solicitado à demônio que entregasse uma carta para um membro chamado Lothar Rosenrot localizado no castelo de Budapeste. O longo trajeto fez Branka chegar tarde, mas conseguiu uma liberação na passagem, onde adentrou o castelo seguido de três guardas.
No castelo, uma empregada veio falar com a “espada” de Calebros.

Aia: Pois não? A Srta. Gostaria de falar com quem?
 
 Alys Maelgwyn – Lugar desconhecido 3:40

Som de Imersão


Após se apresentar, a aspirante pergunta a Fabian sobre a criatura enfrentada por ela no primeiro andar. Fabian franze a testa e responde:

Fabian: Oh minha querida, você realmente quer saber sobre isso? Tudo bem, ao menos tente manter a mente aberta.

E então Fabia começa:

Fabian: Minha querida, vivemos em um cenário cínico que tende a racionalidade. Os que possuem opiniões divergentes, são acusados de heresia ou bruxaria, então depois do que eu disser, tente manter em segredo, para seu próprio bem.


Tudo o que você pensa e sabe sobre a vida e a morte está errado. Em outras palavras, você não sabe coisa alguma sobre a maneira como o mundo realmente funciona, e eu vou abrir os seus olhos. 


Eu sou um amaldiçoado minha querida, para ser mais objetivo, eu sou um vampiro. Eu sei, é difícil de acreditar, mas eu posso provar. Aquela criatura de mais cedo, era eu minha querida. Perdoe-me o que fiz a você, mas como eu já disse, sou o guardião do ouro. Devido sua bravura e sobrevivência, eu permiti que vivesse e curei vossas feridas. Não me tema agora, nenhum mal farei a você e peço que me perdoe por mais cedo.
 
Existe muito mais além de sua compreensão e posso explicar-te ademais, mas por ora, preciso que descanse e confie em mim.
 
Após Fabian terminar, Alys avalia a sanidade do sujeito a sua frente e mantem seus sentimentos confusos sobre o que foi dito.
 
 Conde Ádám III – Próx. Mansão Bratovich 00:00


Som de Imersão


 
Enquanto cavalgava pelas ruas de Budapeste, o conde observou o estado lamentável do sistema de saúde da cidade. As ruas estavam infestadas de doentes e mendigos, o hospital lotado e o local mais movimentado da cidade são A Madrosa.
Ao se aproximar da mansão Bratovich, o conde se depara com Tyrius Bratovich, dirigente da mansão que o convida para uma conversa de negócios. Ainda no momento do encontro, Tyrius saúda:






Tyrius Bratovich: Salve o glorioso conde !! Creio que não me conheces meu senhor, mas eu o conheço muito bem e conheço sua influência.
No cavalo, um dos homens de Ádám informa a seu senhor que o sujeito se chama Tyrius e é o regente da mansão Bratovich. Homem de influencia na cidade.
Tyrius Bratovich: Gostaria de aproveitar a situação, para convida-lo a uma agradável conversa em meu recinto. Falemos sobre negócios. O que me diz meu senhor?
 

(Off: Somente postei as imagens dos membros que apareceram hoje, pois achei desnecessário ficar postando as imagens dos npc's que todos já conhece. Enquanto ao teste pedido pelo Coringa, eu preferi não fazê-lo e adiantar como sucesso automático para fluir a crônica.)
 
                                                                                       Fim do 1° Capítulo

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Branka Górki em Ter Ago 06, 2013 10:23 am

O castelo ressoava um tom melancólico, típico da realeza. A decoração perfeita com detalhes em ouro e pinturas de famosos era observado nas paredes. Uma grande escadaria provavelmente daria acesso aos quartos, enquanto eu esperava por alguém. Até que me veio uma empregadinha me receber. Mas ora, esse castelo está em decadência. Não há mordomos por aqui? Sem opções, devo recorrer a esta pobre e miserável mulher.

- Estou aqui em caráter de urgência para falar com Lothar Rosenrot. Tenho uma carta para entrega-lo pessoalmente. E preciso que seja imediatamente. Sem delonga criada, vá chama-lo.

Antes que ela pudesse recusar devido ao horário, transmito em minha face um tom amedrontador, tentando intimidá-la.

- Faça o que eu mando. Agora vá !!

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Samael em Qua Ago 07, 2013 10:17 pm

[Narrativa] Coringa olha com prazer o delegado ser dilacerado diante de seus olhos, ele também ri histericamente do ocorrido.
[Pensamento] – Hahahahahaha! Olha só como ele grita! Hahahahaha! Minha única reclamação é que não fui eu quem matou ele! Hahahahaha!
[Narrativa] Celebros diz: “Meu caro Malkavian, parece que você não veio deste mundo. Você é uma criatura evoluída, porém ainda resta polí-lo como um diamante.”
[Pensamento] Gostei dele, é sério, ele parece ter uma boa percepção das coisas, mas que historia é essa de polir?!
[Narrativa] Celebros dispensa os outros membros e se dirige a Coringa, o palhaço do crime olha para ele com um olhar aparentemente vazio e depois começa a olhar para o restante do lugar com um jeito distraído.  
[Pensamento] – Um pergaminho hum, deve ser importante, mas não me importo, ele vai me dar proteção e eu dou a ele auxilio, me parece justo, mas vamos ver por quanto tempo isso dura. Ele é bom observador. Já que vou ajudá-lo talvez ele me revele mais alguma coisa. Aposto que esse grupinho que ele reuniu aqui não deve ser de confiança.
[Fala] – Sim, temos um acordo. Sabe, gostei de você, me parece alguém inteligente e com visão, mas eu não confiaria nesses outros.
  - Eu e você somos diferentes deles, eles são os “comuns”, nós dois pra todo o resto parecemos monstros, aberrações, a propósito, eu poderia saber sobre o que se trata o tal pergaminho?
 - Sabe, você me recorda alguém, só não me lembro direito quem. E sobre esses membros influentes, quem são? E como você sabe que eles me odeiam? Eles seriam as “pessoas” que eu já conheci?
[Narrativa] Coringa gesticula muito enquanto fala, principalmente fazendo o sinal de aspas com os dedos, ele fala andando de forma aleatória no cômodo e agora parece interessado pelo assunto.
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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por BloodSonata em Ter Ago 13, 2013 11:10 am

Oh minha querida, você realmente quer saber sobre isso? Tudo bem, ao menos tente manter a mente aberta.
O que Fabian queria dizer com isso?
Concordo com a cabeça para que o mesmo continue e tento sentar da forma mais confortável possível, repousando as duas mãos juntas em meu colo.

Minha querida, vivemos em um cenário cínico que tende a racionalidade. Os que possuem opiniões divergentes, são acusados de heresia ou bruxaria, então depois do que eu disser, tente manter em segredo, para seu próprio bem.
Embora seu tom não fosse de ameaça, não posso deixar de me sentir ligeiramente incomodada com aquele aviso. Com um olhar rápido e que tento fazer parecer casual, esquadrinho aquele lugar a procura de minha espada.
Eu não conheço esse homem a minha frente. Eu não sei de onde veio, o que faz e nem ao menos me disse seu sobrenome. Apesar de falar com tanta gentileza, o toque de suas mãos geladas me diz coisas macabras.
Tudo o que você pensa e sabe sobre a vida e a morte está errado. Em outras palavras, você não sabe coisa alguma sobre a maneira como o mundo realmente funciona, e eu vou abrir os seus olhos.
Com essas palavras, um calafrio percorre minha espinha e me sinto obrigada a encará-lo novamente. Minha curiosidade me mantém calada enquanto ouço.
Eu sou um amaldiçoado minha querida, para ser mais objetivo, eu sou um vampiro. Eu sei, é difícil de acreditar, mas eu posso provar. Aquela criatura de mais cedo, era eu minha querida. Perdoe-me o que fiz a você, mas como eu já disse, sou o guardião do ouro. Devido sua bravura e sobrevivência, eu permiti que vivesse e curei vossas feridas. Não me tema agora, nenhum mal farei a você e peço que me perdoe por mais cedo.
Existe muito mais além de sua compreensão e posso explicar-te ademais, mas por ora, preciso que descanse e confie em mim.
Sem perceber, estava cravando os dedos em minhas coxas com força, machucando os músculos já doloridos e fatigados. Eu relaxo o aperto devagar.
Que... história era aquela?!
Minha primeira reação foi sorrir, a incredulidade estampada no meu rosto. Eu definitivamente preciso aprender a esconder meus sentimentos.
Mas então eu penso na criatura, eu não pude vê-la no escuro, mas lembro de suas mãos rasgando minha carne e a sensação mortal que aglutinou meus sentidos conforme eu lutava pela minha vida...
E já não estava mais sorrindo. Encarava-o com olhos arregalados e lábios entreabertos numa clara imagem de sobressalto.
Aquilo tudo era muito desafiador e apesar de não verbalizar absolutamente nada, era bem possível que Fabian estivesse lendo meus pensamentos pelas minhas expressões.
Imediatamente eu me fecho, desviando o olhar e cruzando os braços de forma introspectiva a frente do peito.

- Se o que diz é verdade – e eu estou tentando manter a mente aberta, conforme me disse – então o senhor me pede algo muito difícil. Deseja que confie em ti quando me conta que é uma lenda bebedora de sangue. Se foi contra ti que lutei lá em cima, por que agora será diferente?

Sei que confrontá-lo talvez não seja a atitude mais sensata, mas preciso sair daqui em condições para ajudar o filho do Barão. Não sei quanto tempo se passou, mas sei que não deve me restar muito mais... O menino precisa de mim.

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Camille M. Vermount em Sex Ago 30, 2013 6:47 pm

Agrupados (Branka Górki e Lothar Rosenrot) 05:00


Som de Imersão



Ao chegar no grande salão de visitas, uma cainita de aspecto estranho aguardava o jovem elois. O grande salão ventava bastante devido à presença de grandes janelas que se encontravam abertas. Não havia mais ninguém entre os dois membros e o som melancólico da noite dava inicio à conversa.

Branka Górki – Castelo de Budapeste 05:00

Branka havia chegado ao imenso castelo e foi acomodada em um grande salão enquanto esperava o remetente da carta. Ao se sentar um uma das poltronas vermelhas com detalhes em marfim, a demônio percebeu a luxuosidade e pompa dos moradores do castelo.
Após alguns minutos de espera, eis que chega o jovem membro, Lothar Rosenrot, cujo clã, é desconhecido pela demônio.




XP: 12,1 P.S 11/11

Coringa – Ruínas do Anfiteatro  03:00

Som de Imersão


Calebros comenta que os demais membros apesar de duvidosos são essenciais para a missão e que cada um deles tem seu papel fundamental. Calebros ainda informa que o Coringa é chave especial na missão e completa:

Calebros: Os membros influentes a quem me refiro são Vivian e os Algozes. Eles não gostam de arruaças. Sem meu dedo no elísio, você estaria destruído. Mas é bom fazer negócio com você. Passe um tempo aqui em meu recinto. Sabe jogar gamão?




XP: 12 P.S 10/10

Alys Maelgwyn – Lugar desconhecido 03:45

Som de Imersão



Fabian encosta as costas na confortável cadeira e leva uma das mãos à cabeça em um gesto de “coçar a cabeça” enquanto fala:

Fabian: É verdade que confiar em mim nessa situação é verdadeiramente complicado, depois de tê-la submetido àquelas crueldades e me desculpo por isso novamente, no entanto, por que eu iria trazê-la aos meus aposentos, curar vossas feridas e contar um segredo mortal desses para você, se eu tivesse intenção de feri-la?

Fabian continua:

Fabian: Não precisa procurar sua espada com os olhos minha querida. Ela está atrás de você, bem ali, no canto da parede. Não posso te provar nada agora, pois seria extremamente prejudicial para seu psicológico, então te farei um chá enquanto você melhora.

Fabian se levanta e para como se tivesse lembrado de alguma coisa

Fabian: Ah, já ia esquecendo. Andei pesquisando e descobri que você veio até aqui em busca do ouro para ajudar um garoto que corria perigo, então eu mesmo o ajudei ao meu modo. (leve risada) O garoto passa bem e está em casa, já não posso dizer o mesmo do velho sequestrador. Consegui deixar os créditos do feito para você e disse que você estava descansando.

Após algum minutos a sós, Alys pensa se tudo não passa de um sonho ou se estava vivendo a realidade. Fabian retorna com um chá, a entrega e senta-se novamente a sua frente.


Fabian: Desculpe-me a pergunta minha querida, mas você ingere algum tipo de substancia que outros humanos não consome normalmente? (Enquanto fala, Fabian lambe o beiço) 

XP 22,2

Lothar Rosenrot - Castelo de Budapeste 05:00

O jovem Elois se preparava para a sesta diurna quando uma empregada chega com um aspecto amedontrada. Como um cavalheiro que é, Rosenrot se dirige à empregada que o avisa que há uma visita inesperada. A tal mulher descrita como bruta pela empregada, não havia sequer se apresentado. Quem seria? A essa hora? A curiosidade foi maior e levou Lothar até o grande salão onde aguardava Branka Górki.


XP: 12,6 P.S 20/20


Obs. Demais Pjs, seguem atualização anterior! Imagens de Npc's só serão exibidas quando os mesmo forem desconhecidos até então.
Dei XP máximo pra quem postou nessa essa atualização e todos tiveram seus Xp's calculados visto que na última atualização não fora divulgado.

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por BloodSonata em Seg Set 02, 2013 3:09 pm

É verdade que confiar em mim nessa situação é verdadeiramente complicado, depois de tê-la submetido àquelas crueldades e me desculpo por isso novamente, no entanto, por que eu iria trazê-la aos meus aposentos, curar vossas feridas e contar um segredo mortal desses para você, se eu tivesse intenção de feri-la?
Suas palavras fazem sentido, porém eu não consigo deixar de me sentir numa situação desconfortável. Levo uma mão ao rosto e afasto uma grande mecha loira que se desprendeu da trança que estou usando.
Não precisa procurar sua espada com os olhos minha querida. Ela está atrás de você, bem ali, no canto da parede. Não posso te provar nada agora, pois seria extremamente prejudicial para seu psicológico, então te farei um chá enquanto você melhora.
Mordo o lábio inferior ao ouvi-lo e viro o rosto para olhar a espada. O que eu deveria fazer agora? Correr até ela e tentar transpassá-lo com minha arma?...
Suspiro profundamente e volto a olhar Fabian. Seus modos calmos e expressão sincera me desestimulam a pensar em qualquer tipo de violência.
Além do que, eu não tenho realmente uma chance, não é?

Ah, já ia esquecendo. Andei pesquisando e descobri que você veio até aqui em busca do ouro para ajudar um garoto que corria perigo, então eu mesmo o ajudei ao meu modo. (leve risada) O garoto passa bem e está em casa, já não posso dizer o mesmo do velho sequestrador. Consegui deixar os créditos do feito para você e disse que você estava descansando.
Arregalo os olhos e tenho certeza que devo estar com uma cara patética, tamanha a minha surpresa. Então eu engulo em seco e me lembro de abrir a boca para falar:

- Senhor Fabian! Eu... agradeço.

Quando ele sai, eu continuo sentada em silêncio, mas puxo a ponta da minha trança para frente e começo a refazê-la, tentando tomar algum controle sobre mim novamente... Aquela sensação sinistra ainda percorre meu corpo, deixando a pele gelada e a garganta apertada.

Com Fabian de volta, aceito o chá e bebo um gole pequeno, aproveitando o calor da xícara para aquecer minhas mãos.
Agora, além de uma divida de vida, tenho também uma divida de honra com esse homem.
Encaro-o nos olhos e murmuro:

- Sei que durante esse tempo eu não tenho me expressado da forma mais correta, mas minha gratidão é sincera.

É verdade que a maior fatia de minhas preocupações diminuiu, então diferente de momentos antes, eu consigo sorrir com franqueza.
Desculpe-me a pergunta minha querida, mas você ingere algum tipo de substancia que outros humanos não consome normalmente?  
Eu bebo outro gole do chá. A forma como ele fala "humanos" me deixa desconfortável. Então o olho com as sobrancelhas franzidas ao perceber que ele está... Lambendo os lábios.

Ele me lembra um lobo.

- Não, nada de anormal... – ela volta a olhá-lo depois de mais um gole no chá – Por que?

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Samael em Dom Set 08, 2013 1:14 am

[Narrativa] O palhaço do crime então olha para Calebros e diz:
 
[Fala]- Eu sei que eles são importantes, nunca disse o contrario. Realmente é muito bom saber que existe alguém inteligente nessa época a ponto de saber negociar tão bem, sabe eu realmente vou aceitar o seu convite e ficar aqui, gostei desse lugar.
  - Gamão??? Não, eu não sei jogar isso.
[Narrativa] Coringa então começa a olhar novamente o ambiente, seu rosto parece distraído e ele anda de um lado para o outro do recinto.
[Pensamento] – Será que esse lugar é inflamável?  O restante do grupo me parece descartável, vamos ver se eles conseguem se defender.
  Sabe, esse tal de Calebros é legal, mas me parece muito sério! Eu poderia ajudá-lo abrindo um belo sorriso no rosto dele! Hahahaha!
  Acho que vou espalhar essa alegria para o restante do grupo também! Hahahahaha!
  Acho que sei como fazer ele ficar mais alegre! Hahahahaha!
[Narrativa] Coringa então começa a rir histericamente com seus macabros pensamentos, então se dirige a Calebros com um tom de voz alegre e risonho.
[Fala] – Sabe, eu admiro muito você, muito mesmo, então não me leve a mal, só estou sendo sincero.
    Eu sou um agente do caos e meu dever é espalhar a alegria, a alegria pode vir de diversas formas, então na verdade eu estou lhe presenteando.
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!!!!!!!

OFF: Coringa usa a disciplina Assombrar a alma (demência 2)  em Calebros, depois ele chama seus capangas para ficarem lá com ele. ON
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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por James kirk em Dom Set 08, 2013 12:00 pm



A reunião não era diferente do que poderia esperar um Leproso, que tem uma informação, que poderá me trazer problemas, usa-se desse artifício para obter meu auxílio para conseguir um artefato, que poderá permiti-lo realizar uma ação mais vantajosa a favor de alguém mais forte que o esta manipulando, resumidamente não seria nenhuma surpresa se descobrir que Basilus na verdade só foi uma peça descartada. Fico a me pergunta se existe algum número esotérico de numero de membros, que possa ter no mundo e a medida que novos são abraços, os antigos vão sendo destruídos.

Paro diante da Catedral, olho para a arquitetura, fico a admirar as sombras, que vão se moldando as dobras da construção, dando um aparência imponente e intimidadora, levando nossos olhos para o alto e nos lembrando que acima de nós há um D-us Poderoso, que a todos julga e condena; o coração dos mortais deve se encher de temor.Algo é certo subo até o céu ou faço como o leproso e me escondo dentro da terra.    

Nesse momento aparecem os dois xerifes, que falam ... falam..e tentam usar de sua posição.

Eles mencionam sobre minha admiração pelo local, apenas movo uma sombranselha e já engato na pergunta: - Honrados xerifes, qual a acusação que recaiu sobre Basilius?-



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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

Mensagem por Branka Górki em Ter Set 10, 2013 9:29 am

- Pensei que nunca chegaria, Mr. Rosenrot!

Branka avança e o entrega o bilhete de Calebros dizendo:

- Se for de seu interesse, após ler o conteúdo desta carta, me procure nas ruínas do Anfiteatro e eu o levarei à Calebros.

Com isso Branka dar de costas e sai pelo esplendoroso castelo até a saída.

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Re: Capítulo I Budapeste (NARRATIVA)

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