AUGÚRIO

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AUGÚRIO

Mensagem por James kirk em Dom Jun 16, 2013 8:36 pm


Augúrios


Luna, a guardiã da noite, é a irmã de nossa Mãe; à sua luz aprendemos o caminho de nossa existência. Enquanto ela luta com a Wyrm pelo domínio dos céus, espelhamo-nos em sua força, desde as noites iluminadas por sua plenitude até aquelas em que ela desaparece totalmente. As trilhas da lua-destino são chamadas augúrios e moldarão o seu papel na trilha.
– Miranda Wayfarer, Galliard Filha de Gaia.


Luna, a irmã de Gaia, é a mentora de todos os Garou. É Gaia quem alimenta, mas é Luna, a tia sábia e enlouquecida dos Garou, que proporciona caminhos para seus filhos seguirem.
A trilha, ou o augúrio, de um Garou é o seu chamado, o seu papel numa matilha maior.
O augúrio de um lobisomem é um modelo geral de atitude e comportamento. Os Garou acreditam que a fase da lua sob a qual um lobisomem nasce influencia aquilo no que o Garou irá tornar-se. Desta forma, Luna ensina que nenhum Garou pode ser todas as coisas ao mesmo tempo; cada augúrio é um fragmento de um desígnio maior. Se quiserem, os jogadores novos podem pensar no augúrio como uma espécie de classe de personagem para os seus Garou. De fato, o augúrio define um personagem em termos de quem ele é, o que faz e como é visto pelos outros lobisomens.
O seu augúrio também descreve a sua posição na sociedade dos Garou. Quando você entra na sua tribo você é mandado para um professor que compartilha do seu estigma da lua, que então o instrui sobre as tradições da lua.
Para simplificar as coisas, muitos professores comparam o augúrio de um Garou a um signo astrológico, mas o verdadeiro significado de um augúrio é muito mais profundo. O estigma da lua é visto como um conselho de Luna e como uma parte integrante do ser de cada Garou.
O augúrio pode ser renunciado ou outra trilha pode ser escolhida, mas isto é considerado um insulto grave a Luna.
Um renunciante precisa submeter-se a um Ritual de Renúncia, durante o qual irá despir-se dolorosamente de sua identidade Garou anterior. O renunciante começa de novo do Posto 1, mantendo toda a Fúria antiga, mas perdendo muito respeito aos olhos dos outros Garou. Histórias sobre esses renunciantes costumam circular entre as tribos; aqueles que recusam a orientação de Luna não são mais considerados confiáveis.







NOTA IMPORTANTE
Vocês devem estar se perguntando... mas Lua Crescente e Lua Minguante não são os Augúrios dos Theurge e Galliard?
A resposta é não. Ocorreum erro sério na tradução da Devir (que surpresa!) para o Lobisomem da língua portuguesa. Vocês nunca se perguntaram que fase da lua seria a “meia lua” dos Philodox, se essa fase NÃO EXISTE em calendários lunares?
Na versão original os Augúrios eram citados seus Aspectos em Lua Crescente e Lua Minguante. A verdade é que os Augúrios
não são determinados pelas fases da lua como as conhecemos, e sim pela quantidade de luz da lua que pode ser vista no céu.
Crescent Moon, a lua dos Theurge, é na verdade a Lua Nascente, quando ela ainda está fina no céu. Gibbous Moon, a lua dos Galliard, é na verdade a Lua Corcunda, quando ela está quase cheia, mas ainda não está completamente redonda.
A Meia Lua dos Philodox, portanto, é quando a lua só está visível pela metade.

ALGO A SER DITO
Por problemas de tradução, a versão nacional de Lobisomem trouxe os Theurges como sendo “a lua crescente.” Isso não é necessariamente verdade. As fases da lua reconhecidas pelos Garou não são as quatro fases que conhecemos, mas sim cinco, determinadas pela luminosidade da lua.
A primeira lua é a nova, quando ela não surge no céu. A segunda é a nascente, quando a lua se apresenta fina. A terceira é a meia lua, quando ela se vê dividida meio a meio entre trevas e luz. A quarta é a lua corcunda, quando, apesar de ser muito luminosa, uma pequena porção ainda é oculta em trevas. Por fim, temos a lua cheia.
Os Theurges nascem durante da Lua Nascente, seja ela crescente ou minguante. Em Lobisomem Revisado (3a. Edição), isso é clarificado ao mostrar que todos os Augúrios possuem os aspectos “lua crescente” e “lua minguante.”


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Re: AUGÚRIO

Mensagem por James kirk em Dom Jun 16, 2013 8:42 pm


 Philodox: Meia Lua – Guardião dos Caminhos





Philodox: Meia Lua – Guardião dos Caminhos


Enquanto a meia lua equilibra a luz e a escuridão, o Philodox percorre a linha entre lobo e homem, Fúria e Gnose, veneno e sabedoria. O Philodox é o mediador da matilha, aquele a quem os outros Garou pedem conselhos ou uma resolução justa para disputas. Sua honra costuma ser inquestionável. Como juiz, legislador e Mestre de Desafios, o Philodox não tem par.
Os Philodox costumam ser os melhores líderes de tribo; Luna lhes ordena seguir a trilha intermediária. Ao fazer isso eles se tornam o sustentáculo que equilibra o comportamento extremado de seus colegas de matilha Ragabash e Ahroun. Em tempos de guerra, um Galliard ou um Ahroun pode assumir o papel de comandante de guerra, inspirando o resto da matilha a feitos valorosos. Durante os tempos comparativamente pacíficos, porém, um Philodox de posto elevado costuma assumir o manto de líder. Os Philodox também alimentam seu centro espiritual, saboreando seus elos com a carne e o espírito. Em questões pessoais, eles costumam não se intrometer até que seja pedido seu conselho, mas intervêm imediatamente se identificam uma ameaça potencial à matilha.
Os Philodox representam as melhores qualidades dos Garou. Seu equilíbrio interno, porém, pode ser sua ruína.
Alguns Philodox da lua minguante tornam-se distantes e indiferentes; da mesma forma, muitos seguidores de luas minguantes possuem um senso de equilíbrio frágil e até mesmo deturpado. Como a trilha do equilíbrio é uma corda-bamba, manter o equilíbrio costuma ser uma tarefa sem esperança.

Fúria Inicial: 3

Dons Iniciais: Respeito do Ancião, Solução da Dúvida Interna, Resistir à Dor, Sabedoria da Lua, Faro para a Forma Verdadeira, Verdade de Gaia, Legado do Legislador, Sentir Pecado contra Gaia, Pena de Ma'at e Sinta a Natureza do Primitivo.

Renome Inicial: Honra: 3

Estereótipo: Os Philodox são conhecidos como sendo os Garou mais honrados, embora alguns sussurrem que eles são espertos demais para o seu próprio bem. Porém, todas as vezes que surgem problemas, todos procuram por um Philodox.

ASPECTOS
Um Aspecto é uma das variações do Augúrio. Todo Augúrio possui dois aspectos: Lua Crescente e Lua Minguante.
Aspectos não têm efeitos de jogo, são apenas guias para personalidade e as ações do Garou.

LUA CRESCENTE
Quando a meia Lua se mostra crescente, a Fúria do Garou que nasce sob ela é sempre mais agressiva. Filodox da lua crescente costumam ser bem mais abertos, diretos e agressivos, buscando punir severamente crimes e sendo sempre muito objetivos em seus atos. Eles conseguem respeito devido à sua severidade e sinceridade.

LUA MINGUANTE
A lua minguante, simbolizando o recuo da Fúria, marca os Filodox que nascem sob ela como sendo muito mais compreensivos e pacientes. Eles são mais misteriosos e calmos, costumam esperar antes de julgar alguém e normalmente escondem suas decisões até a hora apropriada.

Citação: Esqueçam isso! Vocês dois estão loucos? Lutar entre si não leva a lugar nenhum! Agora ouçam: vamos sentar e resolver essa história. Gringoth não poderá fazer nada por Gaia se estiver tratando de um ferimento no fígado. Não quero mais interrupções. Quero ouvir tudo desde o começo. E não tentem mentir para mim...





ASSEMBLEIA

Os fogos da Assembleia crepitavam sob a luz de Luna, que se encontrava dividida meio a meio no céu. Metade da Lua era iluminada, irradiando luz sobre os Garou ali presentes. A outra metade foi oculta em trevas. Era a vez de Roberto se posicionar entre os Anciões. Aquele era o momento em que ele iria mostrar o que tinha aprendido com seu mentor. Se passasse neste teste, ele estaria pronto para seu Rito de Passagem.
— O que você é, Filhote? — perguntaram os Anciões — sob qual face Luna sorriu enquanto você nascia, e qual a missão que o espera?
O Filhote hesitou a princípio, um tanto nervoso... mas então juntou coragem para falar, e respondeu aos Anciões.

LUZ E TREVAS

Eu sou Filodox. Nasci sob a meia lua e esta noite mais uma vez Luna sorri com a mesma face com a qual me viu nascer. Como a lua neste momento, estou dividido entre as trevas e a luz, e ambos os lados se põem igualmente diante de mim.
— E o que isso realmente significa? Significa que devo ser imparcial e observar a tudo o que nos rodeia, que devo ser justo, que devo dar valor a todos os lados de uma questão, que sou apto a julgar as questões que dividem nossa Nação e nossa raça, que devo aplicar justiça aos culpados. Significa que sou a justiça de Gaia.



— E como pretende manter-nos longe da corrupção? Eu devo vigiar meus amigos e companheiros, minha matilha e minha Seita. Não vigia-los como se fossem inimigos, mas sim estar atento para ajuda-los quando suas convicções se enfraquecerem. Eu devo observa-los em busca de quebras de nossa sagrada Litania. Desta forma, saberei quando estarão se afastando de Gaia.
Ainda assim, não devo apenas vigia-los. Devo guia-los em suas questões morais. Devo ser amigo ao aconselha-los, devo ser juiz ao adverte-los. É preciso ser severo quando notar que um companheiro está se voltando lentamente para a Corruptora.

A LITANIA

— E como pode ter certeza que você não se corromperá? Devo sempre seguir a Litania e, para isso, preciso estuda-la e lembra-la. Cabe a mim guardar seus ensinamentos e segui-los. Como Filodox, não posso fraquejar, devo manter-me no caminho de Gaia, e apenas com o conhecimento de suas leis serei capaz de fazê-lo.
Mas, além de conhecer e respeitar a Litania, devo me submeter ao julgamento de meus iguais e meus superiores. Devo estar sempre disposto a provar que sirvo a Gaia e não posso deixar de ouvir o que pensam de mim. Eu devo ser cego ao julgar os demais, para ser imparcial, mas devo abrir meus olhos na hora de julgar a mim mesmo, para ver minhas falhas e fraquezas.

OS JUIZES

— E como você deverá julgar os crimes, jovem Filodox? 
Assim como a meia lua, devo ser imparcial e sempre observar as leis de Gaia. Interesses pessoais não devem mudar meu julgamento e devo sempre pensar no que será melhor para a Nação e para a Seita. Mesmo que seja controversa, minhas decisões serão aceitas se a Seita crescer com elas e prosperar.
Devo saber observar o que está oculto. Para isso, preciso ouvir os outros, saber de tudo antes de dar minha decisão. Preciso separar verdade de mentira e tentar entender o por quê de cada ato que julgo. Preciso saber as causas e consequências de cada ação, e tomar minha decisão de acordo com cada uma delas.
E, por fim, devo ser paciente, saber equilibrar homem e lobo dentro de mim, para que não me exalte. Devo usar o homem em mim para raciocinar e descobrir o que é melhor para todos, mas devo usar o lobo para ser direto e objetivo sem me deixar levar pelas intrigas humanas.

PACIFICADORES

— E quando há conflito e não crime? Por vezes há desentendimentos, brigas... duelos saem de controle ou acusações injustas são feitas. 
Então eu devo ser mediador e pacificador. Devo estar atento aos conflitos que tentam fragmentar a Nação. Devo me dedicar a descobrir as discussões e desentendimentos antes que cresçam, e então buscar paz entre as partes.
É meu dever como Filodox cuidar para que a Nação e a Seita se mantenha unida. Devo ser os juiz nos duelos, o pacificador nas discussões, o revelador de falsas acusações. Preciso estar entre ambas as partes, assim como Luna se põe entre sombra e luminosidade, e devo tentar trazer igualdade e harmonia entre elas.
Bom, eu sei que isso nem sempre é possível... mas é preciso tentar. Se nunca tentarmos, estaremos permitindo que nossas diferenças fortaleçam a corruptora. Jamais podemos permitir isso.

QUESTÕES ESPIRITUAIS

— E quando os espíritos vêm a nós pedindo por justiça?
Por vezes, os Garou abusam de nossos maiores aliados, os espíritos. Embora sejam os Theurge quem apaziguam os residentes da Umbra e busquem forjar alianças com eles, nós somos aqueles que punem os Garou que traem esses pactos. Neste aspecto, temos que trabalhar em conjunto com os Theurge. Não somos os mais experientes com assuntos espirituais, logo precisamos dos místicos para nos guiarem.
Quando os pactos são traídos, os Theurge buscam apaziguar uma vez mais os espíritos, e nós, Filodox, punimos o infrator. Novamente, é preciso observar e vigiar. Há muitos Garou que abusam dos espíritos, prendendo-os em Fetiches sem a
necessidade, maltratando-os e extorquindo-os em troca de Dons, ou descumprindo nossas promessas de respeito para com a Umbra. Não podemos permitir isso! Caso os espíritos nos abandonassem, nós estaríamos totalmente perdidos na grande guerra e a Wyrm venceria.

PUNIDORES

— Como você pune aqueles que você julgou culpados?
Com aquilo que merecem. Aqueles que merecem são perdoados... mas isso é raro. É preciso punir, ainda que seja uma punição pequena, a grande maioria das transgressões, principalmente caso o Rito de Contrição não seja feito pelos culpados.
Eu entendo muito bem que certos crimes são passáveis.
Um Garou que foi tomado pela Wyrm em seu Frenesi e atacou sua matilha pode ser perdoado caso tenha se purificado e se redimido. Uma matilha que desobedeceu seu Alfa ou os Anciões podem ser perdoados caso tenham tido um motivo forte e justo.
Porém, outras transgressões merecem punição. É para isso que existem os rituais. Muitos ritos são ótimos para que o agressor da Litania aprenda pela humilhação, e muitas vezes o melhor é puni-los com trabalho e obrigações adicionais que eles não aceitariam em outras situações.
Punições mais pesadas caem sobre aqueles que cometem crimes graves. Os que compactuam com a Wyrm, os que ameaçam a segurança do Caern, os assassinos de seus semelhantes... todos eles merecem ritos mais severos. Em muitos casos, eles são declarados Ronin ou acabam mortos. Os corrompidos, porém, são tratados com a punição mais pesada. Ritos como os Dentes Vingativos de Gaia são os apropriados para esses seres, e que Gaia tenha piedade deles, pois nós não teremos.

ARTE DA GUERRA

— E você, jovem Filodox, é treinado nas artes da guerra?
Todos precisamos aprender a lutar. Estamos em guerra, não há como ignorarmos a necessidade de nos defendermos. Sejam trapaceiros, místicos, juizes, bardos ou guerreiros, todos precisamos nos preparar não só para as freqüentes batalhas, como para a grande guerra final do Apocalipse.
Nós, Filodox, não somos os maiores guerreiros. Mesmo os Ragabash ou os Theurge possuem maior participação numa batalha do que nós. Ainda assim, ainda temos a Fúria dentro de nós e temos de canaliza-la. Como não somos bons nem em surpresa nem em ajuda mística, nós ajudamos os Ahroun e Galliard no campo de batalha, com nossas garras e presas. Enquanto Ahroun são os primeiros a entrar em batalha, nós estamos logo em seguida, prontos para ajudar a enfraquecer o oponente.
Mas não é apenas durante a batalha que temos utilidade. Antes e após somos mais úteis. Nem sempre o inimigo é óbvio. A Wyrm busca ocultar seus propósitos e agentes muito bem. Embora os Ragabash sejam espiões, nós somos quem arrancam as verdades dos oponentes, seja antes ou após a luta. Ninguém, nem mesmo os da Wyrm, podem olhar nos olhos de um Filodox e mentir.

OS OUTROS

— E quanto aos outros Augúrios? 
Cada um tem sua função perante Luna e Gaia. Cada Augúrio representa uma das cinco faces de Luna. Como mediadores, os Filodox conhecem profundamente as funções, qualidades e defeitos de cada um dos outros quatro Augúrios. Fui bem ensinado quanto aos caminhos de meus irmãos, e falarei de cada um deles.

RAGABASH
É preciso lembrar o valor dos trapaceiros, os Ragabash. De certa forma, os Ragabash são os maiores aliados dos Filodox. Não são eles que vêem as falhas dos outros? Não são eles quem nos vigiam e apontam os nossos defeitos? Embora eles tenham a mania de desafiar as leis, os Ragabash são valiosos para nos ajudar a descobrir quando a Litania está sendo quebrada...
Se bem que, por outro lado, às vezes eles testam nossa paciência além dos limites...

THEURGE
Os místicos Theurge ajudam-nos a compreender os espíritos. Como eu disse antes, precisamos ver quando os Garou estão abusando do mundo espiritual, e muitas vezes os Theurge vêem o que nós não conseguimos ver. O maior problema com os Theurge é que, às vezes, eles são um tanto incompreensíveis para nós. Seus mistérios às vezes os colocam em riscos que nem sempre conseguimos compreender.

GALLIARD
Quanto aos bardos... Ao ensinar as experiência do passado, a Nação aprende lições valiosas para se manter íntegra e fiel a Gaia. Os Galliard são excelentes para manter nossas tradições, ajudando a propagar as experiências de grandes heróis, as vergonhas de grandes criminosos e os ensinamentos da Litania. Nisso, eles nos ajudam a manter a Litania e a sabedoria da Mãe.

AHROUN
Já os guerreiros são um tanto instáveis. Sua Fúria por vezes os controla. Eles precisam de nós para manter seus instintos sob controle. Os Ahroun são indispensáveis à Nação, porém, pois estamos em guerra. Assim como nós ajudamos os guerreiros a controlar sua Fúria em tempos de paz, nós os ajudamos na luta contra a Wyrm.


A SEITA

Os Anciões pararam e conversaram entre si diversas vezes. Um deles, um velho Filodox, levantou-se e começou a falar.
— Você tem um futuro promissor, jovem. Talvez um dia cresça a ponto de se destacar na Seita e na Nação. Como Filodox, muitas oportunidades se abrirão para você... Muitos de nós se tornam Mestres do Desafio, ajudando que as questões e disputas na Seita sejam resolvidas. Outros são Guardiões ou mesmo o Vigia da Seita. Embora muitos associem esta função aos Ahroun, nós também somos bons defensores e guerreiros. Mas, mais importante, com certeza um dia você será um Ancião... e terá a chance de, talvez, ser um membro do Conselho de Anciões. O Grande Ancião com freqüência é Filodox. Quem sabe você não se torne um dia? Será mais freqüente, porém, que você assuma um dos ofícios menores, como ser o Apanhador de Verdades. Se esforce muito por seu futuro, jovem Filodox. Adquira sabedoria e experiência, e muitas oportunidades virão.

FIM DA ASSEMBLEIA

As chamas da fogueira já estavam se apagando. Com um Uivo, o Mestre do Uivo finalizou a Assembleia. Os lobisomens puseram-se a voltar para seus lares, sob a noite estrelada de meia Lua.
Quanto a Roberto, o jovem Filodox podia apenas imaginar o que seria seu Rito de Passagem. Ele tinha provado hoje que tinha muita sabedoria, mesmo para um Filhote. Seu mentor tinha ensinado-lhe muito bem. Ele sonha agora em se destacar, ser um bom juiz... ele sonha em liderar um dia sua matilha com justiça.
Um sonho justo para um Filodox... Esse é o Augúrio que melhor se destina à liderança, pois ser sábio e justo não são características apenas de um juiz, mas de um líder.







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Re: AUGÚRIO

Mensagem por James kirk em Dom Jun 16, 2013 8:43 pm


 Theurge: Lua Nascente – Vidente





Theurge: Lua Nascente – Vidente


A Lua Nascente brilha como uma lâmina. À sua luz, o Theurge, o vidente dos Garou, faz sua paz com o mundo espiritual.
Não há outro Garou que conheça uma sintonia maior com a Umbra. Nenhum outro augúrio compartilha sua compreensão pelas trilhas e perigos dos Reinos Espirituais.
Os Theurges são guias tribais. À luz pálida de Luna, os Theurges espiam a escuridão dos mistérios interiores e exteriores.
A irmã de Gaia os conduz através de jornadas místicas que poucos outros Garou poderiam seguir. Como os xamãs humanos das culturas indígenas, os lobisomens Theurge são reservados e misteriosos, tocados e segregados pelo conhecimento que adquiriram.
Os Theurges costumam conviver mais freqüentemente apenas entre seus iguais, murmurando para os espíritos, com pouco tempo para atividades mundanas. Esses videntes são os planejadores, pensadores, sacerdotes e visionários. Seus Dons refletem uma compreensão profunda do mundo espiritual e do eu interior. Eles podem canalizar, curar ou ferir com a mesma graça. Sem eles, a tribo pode perambular sem destino até que a Wyrm os engula a todos. Seus colegas de matilha sabem disso, mas se mantêm afastados. Quem sabe quando os conhecimentos sobrenaturais dos sábios poderão ser voltados contra eles?

Fúria Inicial: 2

Dons Iniciais: Ligação Espiritual, Parede Espiritual,Sentir Fluxo da Vida, Toque da Mãe, Sentir a Wyrm, Comunicação com Espíritos, Percepção do Airt, Cordão Umbral, Sentir Chiminage e Escudo Umbral.

Renome Inicial: Sabedoria : 3 

Estereótipo: Os espíritos deixaram sua marca nos Theurge.
Eles são tocados e mais do que um pouco esquisitos. Seu conhecimento é igualmente uma benção e uma maldição. Embora os companheiros de matilha valorizem os poderes dos Theurges, eles os deixam nervosos. Aquela cantoria assustadora que eles recitam enquanto dormem é suficiente para enroscar os tentáculos de um Maldito!
Os Theurges nascidos sob a lua crescente são capazes de entrar naturalmente em sintonia com os espíritos, enquanto os nascidos sob a lua minguante são capazes de escravizar espíritos, ao estilo dos feiticeiros.

ASPECTOS
Um Aspecto é uma das variações do Augúrio. Todo Augúrio possui dois aspectos: Lua Crescente e Lua
Minguante. Aspectos não têm efeitos de jogo, são apenas guias para personalidade e as ações do Garou. Independente de
Aspectos, porém, Theurges costumam falar de forma enigmática, devido a seu freqüente contato com espíritos.

LUA CRESCENTE
Theurges que nasceram quando a lua nascente estava crescente têm uma atitude mais agressiva com os espíritos. “Agressivo” no caso não significa violento, apenas que o Garou tende a ser mais direto com suas relações, e muitas vezes tende a tentar intimidar ou mesmo manipular os espíritos. Esses Theurges são os mais interessados em combate, e os mais indicados a confrontarem ou aprisionarem espíritos malignos.

LUA MINGUANTE
Os Theurges da lua minguante muitas vezes referem a sua lua como “poente”, já que ela não está nascendo e sim desaparecendo do céu. Eles têm uma atitude mais amigável para com os espíritos,

Citação: Aquele sussurro nas árvores não é o vento! É o grito dos fantasmas destas terras. Devo traduzir o que eles dizem? Deixaria vocês com os pêlos arrepiados! Consegue ver a dança nos meus olhos? Mais perto! Mais perto! Pode ver os rostos sorrindo e grasnando para mim? Não consegue? Eu consigo! A cada instante, todo dia! O beijo de Luna torna-os como moscas ao meu olhar sempre presente. Eu os vejo enquanto durmo. Está rindo de mim? Não ria de mim! Posso voltá-los contra você...



UM THEURGE FALA

Saudações, jovem filhote. Eu sou Caminhante da Sombra do Mundo, Theurge Fostern. Fui escolhido para ensinar-lhe
as tradições místicas dos Garou. Como eu, você é um Theurge, nascido quando os primeiros raios de luar rasgavam as trevas da noite.
Nós somos os Luas Nascentes. Nosso sentido é o mesmo da lua: iluminar a sombra do mundo. Somos os instrutores, os pajés, xamãs e místicos. A sombra que iluminamos, porém, não é uma sombra literal. Falo da Sombra, o mundo dos espíritos: Umbra.
Venha comigo, filhote. Vamos discutir sobre os espíritos.

A SOCIEDADE E OS MÍSTICOS

Os Garou são criaturas de ambos os mundos. De um lado, temos o mundo físico, material. De outro, está o reino dos espíritos e das idéias. Entre ambos, temos a Película que os separa. Os Theurge são aqueles que unem esses dois mundos para os lobisomens. Claro, todos os Garou podem passar de um mundo para outro... porém, nós somos aqueles que compreendem verdadeiramente o mundo espiritual. Sem nós, os Garou perderiam uma de suas metades.
Nós somos, portanto, o elo de toda a sociedade com o nosso passado espiritual. Os Galliards são elos com o passado, mas nós somos elos com nossa parte interior, nossa essência. Para se tornar um bom Theurge, você precisa estudar e praticar. Estudar nossos rituais e nossos pactos com os espíritos, estudar a própria Umbra. Praticar inclui praticar o os rituais e Dons que aprendemos, e também nos aventurarmos nos caminhos da Umbra para descobrirmos seus segredos.
Vejo em você um olhar inquisitivo, uma curiosidade inata. Vejo que está levando a sério. Isso bom, pois mostra que seu coração tem interesse no misticismo. São qualidades de um bom Theurge. Saber procurar o que os segredos e poderes que deseja, pesquisar e aprender a usar isso em seu benefício e em benefício de todos os Garou. Você está pronto para conhecer mais sobre nossas funções? Ótimo!

O QUE ESPERAM DE NÓS

Os outros esperam muito de nós... mas eles têm razão. Pense bem... todos os outros dividem entre si as responsabilidades no mundo físico. Nós, porém, somos os únicos responsáveis pelo mundo espiritual. Embora os outros Augúrios ainda mantenham suas funções na Umbra, eles ainda assim dependem de nós.
Nós somos os ritualistas, os sacerdotes. Nós somos os místicos e ocultistas. Nós somos aqueles que guiam os demais pela Sombra de Gaia. Somos os únicos que podemos conversar livremente com os espíritos. Somos aqueles que mantém os pactos antigos que os espíritos mantém com nossas tribos.
Se isso não é responsabilidade... se isso não é importância... então eu não sei o que é.

ORAÇÕES E RITUAIS

Pode-se dizer que nossa primeira função é ser líderes espirituais. Aí você pode pensar... “guiamos os outros pela Umbra.” Não, isso é mais para a frente... O que fazem os líderes espirituais na sociedade humana? Sim, eles pregam, fazem missas, realizam rituais religiosos. Então, o que você conclui?
É isso mesmo. Somos os sacerdotes de Gaia. Nós trazemos os sermões e as lições espirituais. Certo, são os Filodox que falam sobre as leis de Gaia e a Litânia e julgam, e são os Galliard que contam as histórias de nossos antepassados, mas nós, Theurges, temos que ficar lembrando de aspectos como as nossas origens, os pactos e ensinamentos dos espíritos, o sentido dos Garou existirem. E isso também significa que a maioria dos rituais são feitos por nós. Quem você acha que reúne os Garou ao redor da fogueira para que os Galliard contem suas histórias?
Quem você acha que celebra os rituais da passagem das estações, as saudações a Luna ou Hélios? Sim, somos nós. Esses rituais têm um duplo sentido. Em primeiro lugar, reforçam nossos elos com os espíritos. Em segundo, e não menos importante, mantém as matilhas e seitas unidas. Esses rituais e cerimônias unem os Garou sob um propósito único e pacífico, fazem com que nos relacionemos com nossos semelhantes, e quase sempre terminam como se fossem reuniões bem-humoradas e descontraídas, em que todos se vêem fortalecidos espiritualmente.
Eu aconselho você a treinar seu carisma. Você vai precisar, porque você um dia vai ser aquele que terá que reunir sua matilha cansada e abatida para saudar Gaia. É preciso que as pessoas gostem de você nessa função.

CONHECIMENTO

Bem, agora você vai aprender nossa segunda função... conhecer. Sempre esperam que nós saibamos das coisas... então é bom que REALMENTE saibamos das coisas. Esperase que saibamos os rituais, saibamos que caminho seguir, saibamos como vencer um inimigo...
Então prepare-se para ser curioso. E muito! Pesquise com os espíritos e com os anciões aquilo que deseja saber. Procure aprender os rituais e costumes. Tente encontrar novos mistérios o tempo todo. Um dia você precisará desse conhecimento, e agradecerá a Deus e a Gaia que os tem... ou pode se amaldiçoar por não tê-los pesquisado quando teve a chance.
Porém, tome cuidado... certos conhecimentos podem ser daninhos. Por mais que sua curiosidade o atraia, evite mergulhar demais nos mistérios da Wyrm... Quanto mais se sabe sobre ela, mais ela parece nos atrair... e aí se esconde nossa própria corrupção. Conheci um Theurge há muito tempo, que quis saber demais sobre os malditos Cadáveres.
Ele descobriu muito sobre eles, sim, mas chegou a um ponto que simpatizou com eles! Passou a trata-los como vítimas ao invés de inimigos, até se voltou contra a Seita por um deles.
Ele foi declarado Ronin... e mais, pouco depois, foi morto pelos Sanguessugas, que roubaram seu conhecimento para tentarem nos atacar. Tome cuidado com essas armadilhas. Um dia você se verá numa situação parecida, então pare antes que seja tarde demais, e abandone sua curiosidade por esses conhecimentos pervertidos.

NOSSA FUNÇÃO EM BATALHA

Antes de eu falar de assuntos mais complicados... ou seja, a Umbra... deixe-me falar uma coisa. Nós, Garou, temos o mau costume de estarmos brigando o tempo todo. Todos os dias batalhamos contra a Grande Serpente que é a Wyrm.
Isso é ruim porque muitas vidas são perdidas... mas infelizmente é necessário. É a única forma de algum dia podermos vencer esta guerra por salvação. Se apenas parássemos de lutar, a Wyrm já teria eliminado a todos nós... ou pior ainda, já teria nos corrompido totalmente.
E sabendo disso, você precisa também saber qual é nossa função na batalha. Sim, nós também somos guerreiros. Está certo que não somos “Os” guerreiros, mas ainda assim precisamos lutar ao lado de nossos irmãos. Muitos de nós treinam o físico, para melhor sobreviverem. Isso é bom. Mas nossa grande vantagem não está no físico, está na magia. Sendo os místicos, nós temos
grandes poderes, na forma de nossos Dons e Rituais particulares... Claro, não temos coisas como Garras de Prata, mas podemos usar nossa magia para fortalecer nossos companheiros ou prejudicar o inimigo.
Antes de mais nada, temos grandes ritos. Ritos que podemos utilizar antes de uma batalha para fortalecer a moral dos combatentes e que podem dar-lhes vantagens vindas do mundo espiritual. Isso por si só já favorece e muito o nosso lado numa batalha.
Mas há mais além disso... nossos Dons! Podemos falar com espíritos e pedir sua ajuda. Podemos comandar espíritos, até mesmo os inimigos. Podemos curar nossos companheiros para que voltem a lutar após tombarem em combate. E isso são apenas alguns exemplos. Então, quando estiver no calor da batalha, lembre-se que somos as forças de apoio, não a infantaria. Temos que lutar, é claro, mas não na linha de frente. Enquanto os guerreiros uivam ferozes, nós estamos logo atrás deles, prontos para usar nossas mágicas em combate.

A SOMBRA

Agora sim, vamos falar sobre a Sombra de Gaia, o mundo espiritual. Ou Umbra, se preferir. O mundo além, em que apenas nós Garou podemos pisar. Mas não pense que a Umbra é parque de diversões, não!
Assim como cheio de mistérios, ela é um mundo cheio de perigos, onde tudo, desde as pedras e a água possui vida própria e pode estar a serviço de Gaia ou da Corruptora. Mesmo podendo alcançar esse mundo, nós ainda somos estranhos a ele, e temos que adentrar com cuidado.
Você ainda é novo e inexperiente, e há centenas... não, milhares de coisas que ainda precisa aprender, mas contarei a você as regras básicas ao lidar com o mundo dos espíritos. Na Umbra, vá apenas aonde Gaia está. Existem áreas na Umbra de pura paz e harmonia, onde podemos sentir o amor de Gaia. Lá estamos relativamente seguros, pois os espíritos tendem a ser mais amigáveis... Apenas em caso de necessidade ou quando for mais experiente tente se aventurar pelas cidades ou pelas áreas em que a Wyrm está presente.

OS ESPÍRITOS

Se a Umbra fosse apenas um mundo, talvez fosse mais fácil viajar por ela... mas este mundo tem seus próprios habitantes, os espíritos. Eles estão em toda parte, são as árvores, animais, elementos, sentimentos, ideais... representam pureza e corrupção, refletem os conceitos e a essência do mundo material.
Existem muitos tipos de espíritos, mas você irá encontrar com mais freqüência os mais fracos, os Gafflings e Jagglings. Jagglings são inteligentes, possuem mente própria e poderes limitados a sua natureza. São esses espíritos que nos ensinam
Dons. Já os Gafflings são apenas zangões instintivos que servem a um Jaggling, e possuem poderes ligados apenas à sua tarefa. São os Gafflings que prendemos em fetiches para termos acesso a seus poderes.
Existem espíritos maiores, porém... Incarnae, Celestinos... Gaia em pessoa... mas esses são deuses, imensos demais para nós os compreendermos totalmente, ou mesmo para que possamos nos comunicar com eles. Certos Incarnae mantém contato com nossas tribos e matilhas, mas Celestinos aparecem apenas através de seus avatares e servos.

LAÇOS DE RESPEITO

Agora, o mais importante... Certos Garou vêem os espíritos apenas como servos e fontes de poder, pensam que a única razão dos espíritos existirem é para nos ensinar Dons ou serem aprisionados em nossos fetiches... mas eu digo a você: quem pensa assim é um tolo. Os espíritos não nos servem: eles são nossos aliados, às vezes iguais a nós, mas muitas vezes até mesmo superiores.
Há muitas e muitas gerações, nós temos feito pactos com espíritos. Esses pactos são o que mantém os grandes Incarnae cuidando de nossas tribos ou enviando Jagglings que olhem por nossas matilhas. Esses pactos é que fazem os espíritos responderem a nossos chamados ou darem poder a nossos ritos. Sem esses pactos, não teríamos nem um décimo
de nosso poder.
E, para mantermos esses pactos, é preciso respeito mútuo. Os espíritos nos respeitam, sem dúvida. Eles nunca viraram suas costas para nós, a menos quando nós os traímos. Nós, por outro lado, vivemos esquecendo que precisamos respeita-los. E essa é mais uma de nossas funções... Temos que manter os Garou respeitando os espíritos.
Vigie os outros. Veja quando estão abusando dos espíritos, quando os prendem em fetiches sem necessidade, quando os torturam por Dons. Veja quando eles os homenageiam, e repreenda-os quando abusam das relações com os espíritos. É mais um de nossos papéis. E saiba que, se um dia seu Totem não responder um chamado, se um Dom seu falhar ou se um Rito não obtiver o resultado esperado, é porque os espíritos estão zangados, seja com você, sua matilha, sua tribo ou sua seita. Sempre
que isso acontecer, procure refazer os antigos pactos e reatar os laços de respeito, e convença os outros Garou a fazerem o mesmo.
Porque, se falharmos nessa tarefa, os espíritos nos abandonarão, e sem eles estaremos perdidos.

NOSSAS FUNÇÕES NA SEITA

Bem, voltando ao mundo físico... Você já sabe sobre Seitas, não? Pois é... nós, Theurges, costumamos estar em muitas das funções de uma Seita. Claro, não é obrigatório um Theurge assumir tais funções, mas também não é incomum.
Nem preciso dizer que sempre há um Theurge no Conselho de Anciões, não é mesmo? Todos os Augúrios são representados no Conselho, a menos que a Seita em questão não tenha ninguém experiente de um Augúrio específico para
assumir tal posição, mas isso é muito raro. Quanto ao Grande Ancião, normalmente o posto é dos Filodox, mas não é incomum que o um Theurge o assuma, principalmente quando o Caern é conhecido por suas alianças espirituais.
Não costumamos ser Vigias em um Caern. Um Ahroun ou Filodox assume melhor tal posição. Porém, muitas vezes estamos entre os Guardiões, aqueles que defendem o Caern. Nesse caso, temos o dever de defender o Caern de invasões pela Umbra ou de espiões espirituais, um trabalho que somente nosso Augúrio pode fazer tão bem.
Já a posição de Mestre de Rituais é nossa por direito de nascença. Que Augúrio poderia assumir melhor esta posição do que o nosso? Às vezes também aceitamos o trabalho de sermos Vigias da Terra, aqueles que cuidam da aparência de um Caern.
Somos bons nesse trabalho, pois um Caern deve ser mantido não só para seus habitantes físicos, mas espirituais também, e por isso recorrem a nós para assumirmos a posição quando os espíritos se sentem desconfortáveis em um Caern.
O último dos ofícios principais de uma Seita é o do Mestre do Desafio, mas embora não seja impossível assumirmos tal posição, quase sempre ela é dos Filodox. Alguns Caerns possuem Theurges como mestres do desafio, mas isso não é muito comum.
A seguir, temos os ofícios menores.. O Evocador da Wyld é aquele que mais freqüentemente assumimos entre esses ofícios, afinal somos os mais indicados para mantermos boas relações com o Totem do Caern.

OS OUTROS

Quanto aos outros Augúrios... bem, você conhecerá melhor suas funções com a experiência... mas não custa nada eu adiantar um pouco, não é mesmo?

RAGABASH
Primeiro vêm os nossos trapaceiros... Cuidado com eles! Eles são sujos e querem testar sua paciência a cada minuto! Às vezes é difícil agir tendo um Ragabash tentando esgotar sua paciência. Ainda assim, eles são necessários para apontar as falhas dos outros. Mas aceitar isso não significa que precisamos aceitar suas brincadeiras infantis.

PHILODOX
Quanto aos juizes, não há nada a se dizer... Eles podem farejar mentiras, o que os fazem bem eficientes em seus serviços. Ouça-os, mas lembre-se que quem conhece a Umbra é você, e não eles. Muitas vezes, eles tentam julgar nossas ações, sem saberem que agimos em benefício dos espíritos. Mostre a eles quando estão errados.

GALLIARD
Os bardos são úteis. Em primeiro lugar, tanto quanto nós, eles ajudam a manter os Garou unidos com suas canções e histórias. Além disso, muitas vezes mistérios da Umbra podem ser desvendados quando um Galliard acaba se lembrando de alguma história relacionada que ocorreu gerações atrás...

AHROUN
Os guerreiros são brutos e pouco refinados, e nem sempre conseguem pensar antes de agir, o que é realmente uma pena. Eles nos olham muitas vezes como se fôssemos inúteis em combate, mas isso não é verdade. O que seria deles sem nós para cura-los? Além disso, de todos os Augúrios, eles são os que menos compreendem a natureza sublime dos espíritos, imaginando-os como armas a mais na batalha. Tais pensamentos são perigosos, pois podem levar a desentendimentos entre os Garou e os espíritos.


CONCLUSÃO

Bem, por hoje é só... Agora você conhece o básico sobre o que é ser Theurge, sobre como é ser como a lua nascente que rasga o véu de escuridão. Nós somos luz, a luz que surge tímida e ilumina ao menos um pouco a grande sombra conhecida como Umbra.


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James kirk

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Re: AUGÚRIO

Mensagem por James kirk em Dom Jun 16, 2013 8:44 pm


 Ragabash: A Lua Nova – Trapaceiro





Ragabash: A Lua Nova – Trapaceiro


Incômodo como deve ser, o Trapaceiro é o portador da sabedoria para aqueles que já se julgam sábios. Um Ragabash não apenas revela que o rei está nu, ele empurra o idiota pretensioso numa poça de lama como uma lição para os futuros reis. Eliminando gradativamente a tradição e a autoridade a cada turno, o Ragabash mantém seus companheiros nas pontas dos pés, ensinando-lhes a insensatez da presunção e a sabedoria da humildade. Ironicamente, o Trapaceiro traz desordem à ordem. Seus logros ressaltam as rachaduras nas calçadas nas quais seus companheiros de matilha pisariam.
Embora os outros Garou sempre esperem que os Ragabash cometam travessuras, isso não significa que gostem delas. Os Garou toleram os Trapaceiros, mas não confiam realmente neles. Os Ragabash tendem a ser indivíduos muito estranhos; seus companheiros de matilha nem mesmo procuram entendê-los. A aprovação de seu comportamento lhes permite uma liberdade da qual poucos Garou gozam.
Os Luas Novas são flexíveis, e essa flexibilidade é sua força.
Como os bobos das cortes da Europa medieval, os Ragabash são considerados incômodos necessários, sendo-lhes dada muita liberdade. Isto não quer dizer que os trapaceiros possam fazer o que bem quiserem; a Litania é uma lei sagrada,
mesmo para os filhos da Lua Nova. Ainda assim os anciões costumam olhar para o outro lado quando os trapaceiros
pregam suas peças, por acreditarem que a sabedoria inata da Lua Nova os guia. Não obstante, é melhor que os Ragabash vejam onde pisam. Os Ahroun não são conhecidos por seu senso de humor.

Fúria Inicial: 1

Dons Iniciais: Face na Multidão, Chamar a Matilha, Mentiras com Mentiras, Transmitir Idéias do Maroto, O Doce Sorriso do Caçador, Embasamento da Própria Forma, Silenciar, Abrir Objetos, Simular Cheiro de Água Corrente e Canção da Aranha.

Renome Inicial: 3 em qualquer combinação

Estereótipo: Embora o papel do palhaço seja aceito, ele proporciona pouco respeito. Os outros Garou sempre desconfiam dos Trapaceiros, mesmo quando eles estão tentando agir com seriedade. Os Trapaceiros nascidos sob a lua crescente são dotados de uma suave veia cômica, enquanto o humor dos Ragabash de lua minguante assume um tom mais sombrio.
Embora os Ragabash costumem serem desprezados como pregadores de peças, suas brincadeiras variam do cômico ao surreal, deixando os Garou menos sofisticados coçando as orelhas, pasmos. Os Ragabash são enigmáticos e reclusos como a lua que é seu augúrio, e gostam de ser assim.

ASPECTOS 
Um Aspecto é uma das variações do Augúrio. Todo Augúrio possui dois aspectos: Lua Crescente e Lua Minguante. Aspectos não têm efeitos de jogo, são apenas guias para personalidade e as ações do Garou.

LUA CRESCENTE 
Os Ragabash da lua crescente são aqueles que nasceram sob a lua nova nos dias que precedem o início da lua crescente. Como sinal da Fúria de Luna que começa a aumentar, eles tendem a ser mais diretos em suas trapaças, e costumam também ter um bom humor mais refinado.

LUA MINGUANTE 
Os Ragabash da lua minguante nasceram logo nos primeiros dias de lua nova. Como sinal da Fúria de Luna reduzida, suas trapaças e truques tendem a ser mais complexos e elaborados, e muitas vezes chegam a ser perversos, com um pouco de humor negro.

Citação: Caminhe um pouco comigo à luz da... Como é que é? Não tem luz? Ora, claro que não! Somos os dançarinos da sombra. Luna está envolta em mistério. Claro que não há luz! A luz estragaria toda a diversão! Corra um pouco comigo, e conhecer á a lógica da minha loucura. Eu o levarei para além de você mesmo, para longe dos limites da sua visão.
Só não vá escorregar na caca de cachorro...




UM RAGABASH FALA

Saudações, garoto. Hoje começam suas aulas naquilo que será mais importante para você na Nação Garou. Sabe como é, você compreende a qual Tribo você pertence, e isso é importante. Mas não é a única coisa que importa. É hora de você entender qual é sua função, o seu Augúrio! Você nasceu num dia de lua nova, no dia em que Luna desaparece do céu noturno. Você é um Ragabash. Mas o que é um Ragabash, você pergunta? Os Ragabash são os trapaceiros, aqueles que, como a lua nova, agem sem ser vistos. Eu sou um Ragabash. É por isso que me escolheram para ensina-lo. E você vai aprender muito bem nossa função!
Isso eu garanto! Agora sente-se aí, aproveite o calor da fogueira e preste bem atenção naquilo que vou falar. Preste atenção, ou você vai levar uns tapas toda vez que virar o rosto! Um Ragabash tem que ficar atento às coisas, então isso será um bom exercício!

A NOITE SEM LUA

Então, você pergunta... qual o significado de nascer num dia de lua nova? Sei, sei que você não perguntou nada, mas suponhamos que tenha perguntado! Bom, a resposta é que cada Garou tem que ser como a lua do dia em que nasce.
Nós, portanto, somos aqueles que fazem as coisas que os outros não vêem. Temos muitas funções, muitas mesmo! E a primeira delas é a de mostrar aquilo que não é obviamente visto. Veja bem... normalmente os outros Garou costumam ver as coisas de um ponto de vista só. Nós somos aqueles que precisam ver o outro lado, e apresenta-lo aos demais, para que possam julgar qual caminho é o melhor.
Para podermos ter a paciência de ver as coisas de forma diferente dos outros Garou e também para mostrar isso aos outros, Luna nos deu menos Fúria. Nós somos mais calmos que os demais. Assim, sempre pensamos antes de agir, ao invés dos desmiolados dos outros Augúrios. Lembre-se sempre disso! Porque é a partir disso que vêm todas as nossas funções na Nação! Temos que ver o que os outros não vêem, e mostrar isso para eles!

OS CAMINHOS DOS TRAPACEIROS

Bom... agora me escuta com atenção, porque começa a parte mais interessante. Nós somos os trapaceiros da Nação Garou... Não, filhote, não no sentido de ladrões ou Enganadores... bem, quer dizer... mais ou menos isso. Mas nós somos trapaceiros no sentido de enganar e humilhar para que as pessoas vejam algo que ainda não haviam notado.
Por que fazemos isso? Por que enganamos ao invés de apenas comentar os erros? Porque nós Garou somos cabeças-duras, garoto! Não ouvimos e somos muito, muito orgulhosos para admitir algo que não queremos ver! Por isso, nós precisamos tirar esse orgulho, mostrando que somos falhos, para depois podermos falar...ou, melhor ainda!!! Podemos aproveitar a humilhação
para já passar a informação através dela! Sabe como é... se o Ahroun não quer olhar para uma direção, cuspa nas costas
dele e para força-lo a se virar! Nós aprendemos isso com o coiote. É, aquele falso lobo que fica choramingando pra lua. Os filhos dele são uns bastardos, mas ele nos ensinou a ser mais eficientes.

CONTESTANDO AS DECISÕES

As razões mais comuns pelas quais temos que bancar os trapaceiros é para contestar uma decisão de nossos anciões e alfas. A maioria dos Garou fica calada quando os anciões os mandam em missões suicidas ou quando os alfas resolvem pôr em ação um plano idiota... mas nós não!
Agora você pergunta... por que só a gente reclama? Porque a Litania diz que os líderes não devem ser desafiados em tempos de guerra... e infelizmente, a maioria das decisões idiotas deles aparecem em tempos de guerra! Desrespeitar os líderes é desrespeitar a Litania, e isso significa punição! Porém, as leis são um pouco mais relaxadas para os Ragabash, afinal, esperam que nós apontemos as falhas nas coisas! Portanto, cabe a nós tentar argumentar com o líder... mas como eu disse, esses caras são esquentados e orgulhosos, e nunca querem ouvir. O que fazemos? Isso mesmo! Trapaceamos!
O único problema é que não é tão fácil trapacear o líder quanto é fazer isso com um companheiro, um amigo ou um colega! Veja bem, brincadeiras contra eles podem acabar sendo mal vistas... além disso, não podemos simplesmente concordar com eles e trair esse acordo! Sobra então falar na cara do sujeito o que achamos do plano. Diga que não fará o plano e mostre a todos uma alternativa melhor. Faça todos concordarem com você, mesmo que não admitam... e, se ele insistir, apenas faça algo que impossibilite o plano de funcionar... tipo... remova uma das peças chaves! Isso mesmo! Se o plano não pode começar, então ele não pode ser feito! Claro, depois você vai ter que ouvir uma tremenda bronca, mas pelo menos você poupou toda a matilha. Isso também é útil quando toda a matilha concorda com o alfa, menos você.
Mas, lembre-se de uma coisa! Não faça isso se não tiver um plano melhor e mais seguro!!! Senão, você pode só ferrar as coisas ainda mais, e a culpa cai toda em cima de você! Da mesma forma, se seu plano falhar, a culpa é toda sua por ter feito o plano original ir pras cucuias! Portanto, antes de contestar seu líder, sempre pense muito em todas as outras alternativas possíveis. Entendeu? Ei, você tá me ouvindo? Presta atenção, moleque! Doeu, né? Próxima vez que você virar o rosto, vai levar um mais dolorido.
O que eu falei foi só um modo de resolver as coisas. Você não precisa fazer isso sempre! Seja criativo, e nem sempre
você vai precisar usar alguma trapaça.

DEFENDENDO A LITANIA

Outro ponto interessante para os Ragabash é defender a Litania. Sim, os trapaceiros defendendo as leis! Deixe-me explicar melhor. Pense bem, todos esperam que nós vejamos as coisas pelas sombras. Então também esperam que vejamos quando alguém faz as coisas nas sombras. Embora não sejamos os juizes e não é nossa função julgar ninguém, quase sempre
temos que apontar quem está quebrando as leis.
Em alguns casos, podemos fazer isso simplesmente vigiando algum suspeito e contando o que vemos aos Anciões. Esse é o jeito mais fácil, e nem sempre funciona, principalmente quando um ancião ou membro respeitável da comunidade é o acusado. É preciso provas. Então, quando o jeito fácil não dá certo, temos que armar um flagrante. Nada melhor do que isso, pois evita que um Garou furioso o acuse de calúnias e queira um duelo de honra.
Agora, vem o problema... Às vezes, os Anciões te mandam vigiar um amigo seu, ou então você descobre um companheiro de matilha está traindo a Litania. E aí é confrontado com a difícil decisão de trair um conhecido. Por isso, muitas vezes os demais Garou não confiam em nós, e nos evitam. Todos têm segredos, e infelizmente nós somos aqueles que podem acabar descobrindo-os. Há sempre muita desconfiança sobre os Ragabash, e eu digo a você: isso é ruim para nós. Nós lobisomens somos seres que gostam de companhia, e ser evitado pelos amigos pode ser muito ruim às vezes...

ENSINANDO LIÇÕES

Bem, mas vamos falar de algo mais leve. Sabia que nós, Ragabash, também somos professores? Claro que não damos aula nem nada... mas ensinamos lições aos outros. Lições que podem ser bem dolorosas. Isso é parecido com contestar as decisões, mas ao invés de contradizer um líder, nós mostramos aos outros os seus erros. Você sabe: muitos Ahroun acham que são invencíveis, e muitos Galliard são arrogantes... diabos, tem até outros Ragabash que precisam de um pouco de humildade!
E, quando as pessoas precisam ver seus próprios defeitos, novamente, somos nós quem damos uma lição a eles. E, como apenas conversar não costuma dar resultados, nós fazemos as sacanagens de sempre...
Acho que não preciso mais ficar dando exemplos de como podemos ensinar as pessoas. Você já deve ter entendido que usamos as trapaças para vencer os outros onde eles são melhores ou para humilha-los e força-los a serem mais humildes. É assim que funciona sempre. Você só precisa ser criativo, pois existem milhões de maneiras de ser um trapaceiro!

CUIDADO! PUNIÇÃO!

Você tem uma pergunta a fazer? Faça, oras! Ora, é claro que os outros às vezes ficam nervosos com o que fazemos! Você não pode sacanear os outros o tempo todo e ainda assim ser adorado por todos!
Mas não é apenas isso... sabe como é, Garou são falíveis, e nós também somos! Às vezes realmente exageramos... ou fazemos a burrada de prejudicar os outros sem motivo! E aí, meu amigo, você pode esperar por punição.
Entenda, a lei Garou é bem menos rígida para nós que nascemos na lua nova do que é para outros Augúrios. Mesmo assim, somos punidos de tempos em tempos. Isso é inevitável. Por isso, não haja sem pensar nunca! Evite a todo custo fazer uma “brincadeira inocente” que pode fazer tudo sair errado. Embora sejamos trapaceiros, não somo assim o tempo todo, e por isso devemos saber quando agir seriamente também.
Evite ser punido, garoto. Evite mesmo. Não é só perder renome diante dos olhos alheios o problema não... às vezes, pode ser muito chato quando te forçam a se humilhar por um erro... uma vez, passei um mês com uma maldita esganiçada de chacal. Me forçaram a participar do rito da Voz do Chacal porque cometi um “pequeno” erro durante uma assembléia entre duas Seitas...

REMOVENDO TENSÃO

Mas sabe de uma coisa? Apesar de tudo, ser o brincalhão da matilha tem seu lado bom. Você sabe, é fácil aumentar a tensão entre seus companheiros nestes tempos finais... com o Apocalipse próximo, as lutas intermináveis e a velha e implacável Fúria, é comum haver discussões e desentendimentos.
Dentro de nossa matilha e, às vezes, de nossa seita, quase sempre somos nós aqueles que trabalhamos para aliviar a tensão. De todos os Augúrios, apenas os Galliard também costumam ser bons nisso. De certa forma, somos nós que mantemos a matilha unida. Afinal, ela não pode se manter se todos estão zangados. Às vezes, uma piada uma brincadeira, um jogo ou algumas risadas podem salvar sua matilha, rapaz!
Uma vez um corvo me disse: “ria ou você irá chorar.” Ele estava certo. Tome essa lição de coração. O que quer dizer com “corvos não falam”? Não me interrompa mais, garoto! Mostre respeito pelos mais velhos! Você ainda tem que viver muito pela frente, e não viu o suficiente, como o ocasional corvo falante!

O CAMPO DE BATALHA

Bom, continuando... onde estávamos? Ah, não importa. Vou falar de outra coisa... guerra. Combate. Ação. Esse tipo de coisa que faz sucesso nos filmes, mas que na verdade não tem graça nenhuma quando é seu rabo que está em jogo!
Você sabe, nós Garou somos uma raça que está sempre brigando... seja contra a Wyrm, a Weaver ou contra nós mesmos, nós estamos sempre trocando sopapos e arranhões. Quando a briga começa, os Ahroun são nossa elite, mas todos os Augúrios têm de aprender a brigar. Afinal, você não quer morrer jovem, né?
Certo... ninguém quer morrer jovem aqui. Mas então, prepare-se para o que vem. Muita gente pensa que os Ragabash são inúteis numa batalha, mas isso é mentira! Nós costumamos ser úteis antes, durante e após a batalha. Acho que nenhum Augúrio tem tantas funções num campo de batalha como nós. Antes mesmo da batalha começar, temos de estar preparados. Nós somos os batedores e a inteligência, usando nossos truques para passar despercebidos pelas fileiras inimigas e reunir informações. Afinal, é preciso saber contra quem se está lutando antes que a luta comece!
Então, quando a batalha começa, passamos a ser aqueles que atacam pelos flancos. Acredite em mim, você não quer ser a linha de frente! Usando de novo nossos truques, atacamos o inimigo por trás, ou quando ele menos espera. Às vezes também damos apoio usando ataques à distância, enquanto os outros atacam mais diretamente.
Além disso, se um dos seus companheiros cai durante a batalha... e acredite, isso ocorre muitas vezes... nós temos que atacar rapidamente, para impedir que o Garou morra, mesmo que pra isso acabemos arriscando nossa própria pele! Mas isso não é difícil! Lembre-se que somos os trapaceiros, e podemos muito bem impedir uma morte enganando o inimigo.
E, uma vez que a batalha termina, resta descobrir se há mais inimigos presentes, ou caçar aqueles que fugiram antes que consigam escapar de vez. Também às vezes você tem que ajudar aqueles que caíram, mas ainda vivem. Bom, não somos Theurge pra sair curando o pessoal, mas temos que cuidar de nossa matilha. E, como quase sempre saímos menos arrebentados que os outros, porque raramente somos alvos primários do inimigo, é nosso dever ajudar.
Batalhas parecem te excitar, garoto. Mas não ache que é brincadeira... somos trapaceiros, e não guerreiros. Deixe que o Ahroun faça o trabalho principal, e apenas ajude-o atrapalhando o inimigo!

SERVIÇOS SUJOS

Bom, agora eu quero sua atenção... tá, tá... já tive sua atenção o tempo todo até agora, mas agora quero que escute bem, porque vou falar baixo, e isso não se comenta perto de mais ninguém, está bem? Às vezes, os Garou precisam de serviços que não gostam de comentar... você sabe, tem muita política em jogo, e eles querem um espião ou assassino. E quem melhor para essas
funções do que aqueles que vêem tudo pelas sombras?
De vez em quando, sua Tribo, sua Seita ou mesmo sua matilha vai querer que você faça serviços sujos, rapaz... e normalmente o pagamento é alto. Coisas como espionar um rival, sabotar uma outra Seita ou mesmo matar uma pessoa indesejável.
Algumas vezes esse serviço pode ser feito abertamente. Nesses casos, o serviço sujo é para ferir as forças da Wyrm.
Sabe como é... Assassinar um empresário aqui, espionar um político ali, sabotar uma fábrica acolá... Mas o pior é que esses serviços também podem ser contra outros Garou... Sim, porque há muitas rivalidades entre Anciões, entre Seitas ou mesmo entre matilhas, e às vezes começa a surgir intriga. Nesses casos, o serviço é ainda mais lucrativo, quase sempre te rendendo Dons, favores, segredos, muito dinheiro ou coisas assim. Porém, isso não rende renome algum, e ainda há o risco da descoberta.
Tome cuidado, porque se você for descoberto, estará encrencado... MUITO encrencado. Se eu já fiz um desses serviços sujos? Eeeeeeu? Claro que não!!!! Ora, como ousa desconfiar de seu mentor?

FUNÇÕES NA SEITA

Você já deve ter visto como funciona uma seita... Não? Porra, garoto, quando você entrou aqui não te apresentaram as “autoridades”? Pois é, é dessas funções que estou falando... Tá, você não conhece todas, mas isso não importa!
O que importa é que, infelizmente, nós Ragabash não costumamos ter muitas funções disponíveis para nós na Seita. O que é uma injustiça, porque quase sempre os Ahroun, Galliard ou Philodox pegam todas para si... Bom, há Ragabash no Conselho de Anciões, claro. Mas isso é de se esperar, afinal, qualquer Ancião pode, teoricamente, fazer parte do conselho.
O Grande Ancião raramente é Ragabash. Eles dão preferência aos Philodox pra este posto, mas nada impede um Ragabash de ser o Grande Ancião. Este posto é o do sujeito que fala em nome do Conselho de Anciões. Seu porta-voz, por assim dizer.
Em algumas raras ocasiões, um Ragabash pode ser o Vigia de uma Seita, ou seja, o sujeito que lidera os guardiões do Caern. Quase sempre é um Ahroun que ocupa este posto, mas teoricamente qualquer um pode ser nomeado Vigia. E acredite, um Ragabash pode ser um bom vigia, pois costuma estar mais preparado para os truques do inimigo.
Também podemos ser Guardiões em um Caern. De novo, costumam ser Ahroun, mas como não tem tantos Ahroun assim para proteger sozinhos um Caern, aceita-se gente de todos os Augúrios, desde que sejam bem treinado em combate.
Em algumas ocasiões, um Ragabash pode ser nomeado Vigia da Terra também. Este cargo cuida para manter o Caern limpo e bonito. Não, seu moleque, não é cargo de gari! Um Caern tem que ser mantido agradável, tanto para mantê-lo respeitável aos olhos de visitantes como para agradar aos espíritos que vivem no Caern.
E, por mais estranho que pareça, já conheci um Ragabash que era Mestre do Desafio, uma espécie de juiz que observa todos os desafios feitos entre Garou numa Seita, tanto duelos físicos como outras formas de disputas. Embora isso pareça trabalho para um Philodox, um Ragabash também pode ser um bom Mestre do Desafio, afinal, não é um cargo de julgar crimes, mas sim de decidir quem foi o vencedor em competições.
Há outros cargos e ofícios menores, mas estes são os principais. A maioria dos cargos que não citei acabam nas mãos de outros Augúrios. É claro, um Ragabash pode assumir outros cargos, mas isso não é muito comum...

NÓS E OS OUTROS

O que nós achamos dos outros Augúrios? Bom, pra dizer a verdade, não achamos nada. Encare isso: ao contrário de Tribos, em que umas odeiam as outras, os Augúrios existem para coexistir. Então nada de “aqueles malditos Ahroun” ou “como odeio todos os Theurge” por aqui!
Lembre-se, garoto. Nós temos que trabalhar em conjunto com cada um dos Augúrios. Se pudéssemos fazer tudo sozinhos, não haveria necessidade de Luna nos diferenciar!
Quando você vê um Garou e não gosta dele, é por causa da personalidade dele, ou talvez por causa da Tribo... mas nunca por causa de seu Augúrio. Mas aqui vai umas dicas sobre cada um dos outros
quatro Augúrios da lua.

THEURGE
Os Theurge são os nossos ocultistas, por assim dizer. Eles cuidam dos rituais e de nossa ligação com a Umbra. E, para falar a verdade, são muito úteis para nós. Eles ajudam um bocado a descobrir aquilo que está oculto. Infelizmente, alguns não gostam de repartir o que descobrem, mas Dons de camuflagem existem exatamente para descobrir o que os outros não querem, não é mesmo?

PHILODOX
Agora, os Philodox são outra história... Quando for tomar uma decisão importante, às vezes é bom se aconselhar com o Philodox da matilha... assim, ele saberá de suas boas intenções e irá ajuda-lo caso as ache justas. Além disso... ser amigo de um Philodox ajuda quando você acaba de humilhar um Ahroun...

GALLIARD
Já os bardos... eles contam histórias legais... São meio arrogantes, às vezes... mas suas histórias trazem belas lições de moral. Preste sempre atenção nas histórias... às vezes elas falam de Ragabash famosos... e às vezes contam lições que devem ser lembradas aos seus colegas de matilha de tempos em tempos.

AHROUN
Os Ahroun acham que carregam a Nação Garou nas costas, só porque são guerreiros. A verdade é que eles não são os únicos que lutam, são apenas aqueles que se dedicam mais a isso. Lembre-se sempre de mostrar aos Ahroun que até mesmo os Ragabash têm valor numa batalha. E trate de lembra-los também que mesmo um guerreiro deve ser útil em tempos de paz!


CONCLUSÃO

Bem, garoto... por hoje é só. Eu acho. Amanhã, vou ensina-lo um pouco sobre como brigar... brigar sujo, claro! Vá descansar, mas fique atento. Um Ragabash deve ser atento. E para ter certeza que você vai ser um bom Ragabash, eu aprontei umas surpresinhas para você. Boa noite! tenha bons sonhos... se conseguir dormir, claro!

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Re: AUGÚRIO

Mensagem por James kirk em Dom Jun 16, 2013 8:49 pm


Galliard: Lua Minguante







Galliard: Lua Minguante – Dançarino da Lua


À medida que Luna fica prenha de Fúria, ela estimula o Dançarino da Lua a entoar suas canções de batalha e glórias passadas. Atendendo o chamado, o Galliard eleva sua voz contra a noite, convocando inspiração e fortuna com seu uivo claro e perfeito.
Os Galliards são os guardiões do conhecimento, os comediantes, os artistas, os cantores das antigas histórias e dos novos caminhos. Espontâneos e inventivos, os Dançarinos da Lua são a alma da matilha. Eles elevam os espíritos dos outros e os lembram do motivo pelo qual estão lutando.
Os Galliards costumam ser guerreiros terríveis, refulgindo de paixão por Luna. Aos Galliard, pouca diferença faz se a sua dança sagrada é executada numa clareira recém-descoberta ou nos intestinos de um inimigo.
A paixão é a herança dos Galliard. Aqueles que nascem sob a lua crescente sentem a paixão da vida e a alegria da
criação, enquanto aqueles que nascem sob a lua minguante guardam na escuridão de suas almas um grande impulso assassino.
Embora todos os Galliard conheçam muitas sutilezas da Litania e as minúncias da cultura tribal, fazem mais uso de uma inspiração espontânea que de um aprendizado por estudo. Depois que Luna inflama suas veias, a dança da vida e da morte é tudo que importa.

Fúria Inicial: 4

Dons Iniciais: Uivo Mental, Paixão Repentina, Olhar pela Arte, Voz Distante, Comunicação com Animais, Chamado da Wyld, Comunicação Telepática, Memória Perfeita, Ciclo de Memória e Sentimento Ilusório

Renome Inicial: Gloria : 2 Sabedoria: 1 

Estereótipo: Ninguém espera comedimento da parte de um Galliard, mas eles costumam ser bons contadores de histórias e cantores. Também são bons guerreiros e líderes inspirados.

Citação: Vamos! Animem-se! Não fiquem tão deprimidos! Você não lembra da história de Blenfor Winterfang, cercado por Crias da Wyrm no Caern de Icy Spring? Não lembram? Lá estava ele, Blenfor Winterfang, líder do Vento Norte, com a neve a bater em seus joelhos e a lua cheia sobre sua cabeça, quando viu os olhos flamejantes do inimigo. Quarenta deles, e ele sozinho...





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Re: AUGÚRIO

Mensagem por James kirk em Dom Jun 16, 2013 8:50 pm


Ahroun: Lua Cheia







Ahroun: Lua Cheia – Guerreiro


O Ahroun é o veículo da Fúria de Luna, as garras da ira de Gaia. Ele é o assassino, o homem-lobo enlouquecido, a Fúria encarnada. Sangue é o seu vinho, guerra o seu prazer.
Com o passar do tempo, a sabedoria pode guiar a mão de Ahroun, mas quando jovem ele permanece no topo de uma pilha de cadáveres, gritando por mais.
Os Ahroun jamais serão conhecidos por seu refinamento social, mas sua presença inspiradora e sua habilidade física fazem deles líderes de guerra natos. Sua afinidade com a Fera interior costuma levar os Ahroun a uma morte prematura, ainda que gloriosa, mas a dor pode ser uma boa mestra. Um Ahroun envelhecido é uma das mais perigosas criaturas vivas.
Eles são os heróis dos Garou, os guerreiros das lendas.
Até entre as tribos mais moderadas, os Ahroun são conhecidos por seu mau humor. Eles não temem a morte, mas a abraçam como um dever de guerreiro. Esses guerreiros natos vêem a si mesmos como os punhos e os líderes da
matilha por direito de nascença. Nem todo Ahroun é tão selvagem; alguns conseguem controlar sua Fúria, guardando-a para o inimigo. Mas para a maioria dos filhos da Lua Cheia, a vida é uma batalha . feroz, brutal e breve.

Fúria Inicial: 5

Dons Iniciais: Uivo do Dominador, Benção do Chifre, Café da Manhã de Pedras, Inspiração, Garras Afiadas, O Toque da Queda, Empatia do Ódio, Tática de matilha e Garras-Esporas e Comando do Forte.

Renome Inicial: Gloria : 2 Honra : 1 

Estereótipo: Os Ahroun representam todo o orgulho, poder e impetuosidade dos Garou. Seus espíritos são poderosos, mas seus modos deixam um pouco a desejar. Ainda assim, é melhor ter um ao seu lado na matilha do que sobre a sua garganta.
Diz-se que os Ahroun nascidos sob a lua crescente obedecem fanaticamente à vontade de Gaia, enquanto aqueles nascidos sob a lua minguante costumam usar seu poder para dominar os outros Garou.

Citação: Só um covarde teme a morte! Meu espírito renascer á, como já fez mil vezes antes. Se eu cair esta noite, será numa batalha gloriosa pela Mãe. Que meu sangue lave a terra por cinqüenta quilômetros! Tudo o que quero é levar comigo uma boa dúzia de lacaios da Wyrm! E então: quem estará ao meu lado?


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