O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

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O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Algis em Dom Jul 20, 2014 10:04 pm

Observações Importantes:

Antes de postarem me mandem suas fichas e leiam copiosamente cada detalhe desse poste abaixo. A seguir me mandem uma mensagem confirmando suas presenças e conseguinte vamos conversar antes de sua primeira postagem!

On:

Crônica: O Abissal Precursor do Ódio


“Seus escravos clamavam a morte mais do que a liberdade. E ele negava ambos.”

Egito, Arredores da Cidade de Muhafazh - atual Velho Cairo - 116 a.c

Passos leves faziam-se diante do deserto gélido durante a noite, a tempestade batia fortemente contra os corpos que cruzavam o deserto mortal, incansáveis continuavam avançando continuamente, impertinentes diante da tempestade que os assolava.

“Não creio que estejamos no lugar certo. Isso pode demorar muito mais do que pensávamos.”

Uma voz doce, porém pesada como trovão falava diante da tempestade que se acalmava. Parecia que a mesma tinha se silenciado para ouvir a voz do que falava. A tempestade acalmava-se, por fim, o grupo avançava novamente.

Paravam diante do deserto e nada mais tinha, apenas pequenas pedras brotavam do chão em pontos distintos. Um cajado negro tocava duas vezes o chão, sangue negro escorria das hastes do cajado e espalhava-se empoçando na área tingindo-a de negro. O chão parecia devorar o sangue como um animal faminto. Bebendo cada gota, tornando-se vinho amaldiçoado da terra. Tudo tremia, as pessoas ficavam ali inquietas enquanto as areias do deserto ondulavam violentamente e a terra se abalava.

“Chegamos a nossa casa, meus filhos, essa será nossa sagrada Morda... Aqui somos imponentes diante da força dos deuses e homens, nada lhes abala, nada lhes detém, será o começo de tudo e seu próprio fim...”

Tomava o Cajado entre as mãos e levantava a palma. Algo copioso diante da expressão em seu rosto. Fática e marcada pela dor. Um rosto enigmático do passado fazia se visível, alguém ao qual ninguém mais lembrava e o passado havia consumado na existência da morte.

Meu povo, filhos e filhas de Morda, este é meu juramento, a historia desses dias será escrita com sangue, devorando as almas de nossos inimigos, vamos lutar por nossa existência, destruir aqueles que nos negaram a paz, negaram nosso lugar de direito, nesse dia, marcamos um começo, uma estrela em nosso calendário dará a marca de nossa existência, que as gerações que nasçam de angustia, lembrem-se; enquanto queimavam os corpos de nossos irmãos, enquanto nossos corpos jaziam em cinzas, somos lembrados de nossa dor, banidos por nossos inimigos, nos deixaram cicatrizes nos enfraquecerão, mas esse tempo é passado... O inimigo pode despedaçar nossos corpos, mas não pode queimar nosso espírito. Nesse momento, avançamos para um novo lar de direito ao qual não podem tomar, nunca mais suportaremos a tirania, atacaremos sem avisar, sem misericórdia, ensoparemos suas cidades com o sangue. E eles vão saber, mal podem imaginar o que os esperam...


Saba 02 de Janeiro de 1994.

Naqueles anos o Arcebisto vinha tornado-se cada vez mais inquieto diante dos olhos de outros filhos da Espada de Cain. Outrora diferente de todos os outros ou de muitos aos quais ostentavam o mesmo poder, era de fato alguém na vanguarda de suas crenças. Não apenas dotado de força como também de conhecimento, estava ali, Gahara descendente dos filhos da linhagem do Oriente Nagajara.

O Arcebispo tornava-se alguém mais misterioso e isolado, ainda diante dos que lhe rodeavam ao passar dos anos, parecia à medida que os olhos de outros imortais o tocavam, tornar-se a mais velho a cada ano. Cansado. Vinha-se focando recentemente aos estudos do passado, cada vez mais inquieto.



Principado da Camarilla, Regido por Elaine, data atual. Regência da Cidade de Baltimore, estado de Maryland.

A Regente Giovanni de Baltimore tornava-se inquieta diante dos últimos acontecimentos. Em sua não-vida, jamais ela havia visto ou presenciado aquilo. Os anciões estavam inquietos, pois eles começavam a se lembrar do terror que eles haviam passado tempos atrás... A Primogenie trabalhava arduamente para sufocar o movimento que noite após noite crescia...


Última edição por Algis em Sab Ago 16, 2014 12:00 pm, editado 2 vez(es)

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Algis em Ter Jul 29, 2014 11:48 am

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Valkyria Kraepelin - Diocese - ??:??

Após a recepção por aquela bela mulher que a inspirava respeito, ela subia as escadarias acompanhada por um belo rapaz loiro de olhos de azuis que vestia um belíssimo terno e portava em suas mãos toalhas e um bom vestido, mas ao subir se depara com o assassino que havia encontrado outra hora, acompannhada por uma mulher com um longo vestido vermelho. O cainita lhe encara deixando transpassar sua surpresa, mas a recém-abraçada estava confusa demais para trocar palavras e decidiu ignorá-lo, acompanhando os passos do carniçal que agora acabava de chegar no final da escadaria. O mesmo era educado e cortês e a conduzia por um belo corredor que esvoaçava as cortinas das janelas e que no final dava em um belo portão azul.

??? - Senhora, aqui está suas roupas e suas toalhas - O homem davia um sorriso singelo - Irei esperá-la aqui para acompanhá-la até a Bispa - O belo homem abre a porta azul e fazendo um sinal para que entrasse.

...

Ao entrar, a malkaviana agora percebia que estava em uma espécie de vestiário, ali existia bancos de ferro maciços que ao toque eram frios como o gelo. Porém, naquele momento o que importava era se livrar daquela aparência e cheiro de cemitério. A Cainita abria choveiro então se deparava com a água... Era tão gelada que chega suas mãos e pés doiam, mas aos poucos aquela lama se esvaia e o corpo nu da Sabá se revelava.

Enquanto tomava banho, ela sentiu um sabor... Um sabor que ela já conhecia... Banana com um toque de canela... Será que? Será que aquele homem estava ali? Ao se virar ela se depara com aquele misterioso homem, ali, a observando tomar banho, tinha um lenço em volto ao pescoço e o mesmo vestia roupas de alpinismo. O homem se aproxima em passos lentos e a olhava com ar de paixão, como se ao mesmo tempo que a desejasse a estivesse admirando, como um marido ou como um namorado que observasse a sua musa. Sem reação ela ficava. Ele se aproxima e se molha no chuveiro que também ela está, ele leva a mão esquerda a face da Malkaviana e a acaricia e a olha apaixonadamente, com um sorriso no canto da boca, o mesmo fala:

??? - A propósito... Meu nome é Saulo Nergal - Ele aproxima seu rosto e o sabor em sua boca se intensifica, a fazendo salivar - O nosso encontro, o teatro... É tudo segredo nosso, ok? Ninguém precisa saber... Só você e eu... - Seu braço direito a toma pela cintura e a aproxima mais do corpo dele e a malkavian percebe em seus olhos traços orientais bem sutis.

Até então, ele nunca havia falado daquele jeito com ela... Ele tinha seu charme e a partir daquele momento a Malkavian começou a achá-lo interessante...

E Agora? O Que Valkyria fará? Ela beijará o ancião? Dará alguma coisa pra ele? Dará um tapa na cara dele? O que ela fará?


Max Kabble Fontaine - ??? - ??:??

Vinícius... Me responda uma pergunta: Onde você está? Com quem você está? Fazendo o que? Por que? Que horas? Seu Pj tem planos para a noite? Tem Algum compromisso? É Claro que de forma narrativa ;D

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por draco117 em Ter Jul 29, 2014 4:21 pm

O garoto jogava video game em seu quarto na igreja, eram 21:00 horas ainda, essa noite estava mais entediante que de costume. O gárgula estava em sua torre observando a rua pensativo, já haviam dois dias desde a ultima vez que ele e o gárgula haviam saído atrás de bandidos por aí, então ele decidiu que ir até seu mentor seria definitivamente melhor do que ficar ali jogando. Ele preparou sua mochila, avisou rapidamente o padre enquanto se encaminhava até a porta, e foi até o esconderijo de seu mentor e ver se talvez encontrava algo mais interessante pra fazer durante o caminho.

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Mindgame em Ter Jul 29, 2014 9:32 pm

Aparência atual:
Legenda de Cores: Fala / Pensamento / Off/Sistema

Apesar de ainda desnorteada, Kraepelin começava a recompor sua sanidade embaixo do chuveiro.
"Zero virgula dezenove porcento...
... zero virgula dezenove porcento..."

A chance de falha de sua vingança ecoava em sua mente enquanto a neófita repassava os eventos insólitos que a levaram até aquele vestiário. Sinéad estava morto, mas seu último ato ressumbraria por toda a existência de Valkyria. Sua pós vida lhe encaminhara para um abismo profundo do qual jamais sairia.
A água acariciava sua face com uma musicalidade melancólica e, enquanto lavava os cabelos cheios de terra, a garota notou que o ferimento havia se curado por completo, mas o envaidecimento pelo poder já havia abandonado seu semblante.
Pesarosa em meio as lembranças da indignidade de seu sire, aplicando-as a sua nova condição, a cainita recostou na parede, já com os olhos marejados de sangue, e se permitiu chorar.
Após alguns minutos, sem nenhum sinal de aviso, o gosto metálico da melancolia passou a acompanhar um outro, abananado, que revelava uma presença familiar. A neófita lavou os olhos e se deparou novamente com o Priscus a observando.
De nada adiantaria cobrir-se. Àquela altura o cainita já teria visto tudo o que queria ver. Kraepelin apenas devolve o olhar com seriedade, ainda ostentando traços de sua angustia, até o ancião ficar perturbadoramente perto e encurralar a neófita contra a parede.
Por um momento, a garota sentiu-se de volta ao sanatório, oito anos atrás, perante um monstro perturbado.
Priscus escreveu:A propósito... Meu nome é Saulo Nergal
Seu toque era doce e suave e seu tom de voz parecia carregar conforto aos prantos da Malkaviana, mas o silêncio foi sua resposta.
Priscus escreveu:O nosso encontro, o teatro... É tudo segredo nosso, ok? Ninguém precisa saber... Só você e eu...
Valkyria lembra-se do teatro, sobre o poder que Saulo tentara convencê-la de que o fazia feliz e, quando o ancião a pressiona contra seu corpo, a sensação de poder retorna a cainita cujas presas afloram instintivamente enquanto o ar deixa seus pulmões mortos em um gemido suave que toma a forma do nome que lhe foi revelado. (Voz Encantadora)
"Saulo..." (Demência 1: Paixão = Carisma + Empatia (Dificuldade igual à Humanidade da vítima), objetivando elevar sentimentos presentes ao extremo)
Kraepelin fita os lábios de Nergal e deixa-se envolver por eles, então, sem hesitar, crava suas presas afim de satisfazer seu impulso mais bestial.

Off = Valkyria manterá o controle enquanto sede à fome, bebendo apenas o suficiente para saciá-la.
Obs.: Dei prioridade ao fato de ser uma completa novata no cenário nessa interpretação. Para manter a coerência, os arquétipos só ganharão destaque quando ela estiver mais acomodada a situação. = On

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Algis em Qui Jul 31, 2014 12:22 am

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Valkyria Kraepelin - Diocese, Vestiário - ??:??



Pjs e NPCs Reunidos na Cena:
                                               


Nome: Valkyria Kraeplin
Aparência: 4
Traços Físicos: Voz Encantadora
Sotaque: Nenhum




Nome: Saulo Nergal
Aparência: 3
Traços Físicos: Nenhum
Sotaque: Irreconhecível




Valkyria lembrava-se do teatro, sobre o poder que Saulo tentara convencê-la de que o fazia feliz e, quando o ancião a pressiona contra seu corpo, a sensação de poder retorna a cainita cujas presas afloram instintivamente enquanto o ar deixa seus pulmões mortos em um gemido suave que toma a forma do nome que lhe foi revelado.

Valkyria - "Saulo..." - A Kraepelin fita os lábios de Nergal e deixa-se envolver por eles

Saulo - Sim, minha... - O ancião se aproximava dos lábios e era interrompido pelas presas da neófita que o arranhavam, fazendo sua cabeça ir para trás e o fazendo exibir um belo sorriso - Valk! Porque... não me disse antes que estava sedenta? - Seu tom de voz era de preocupação, como de um pai pela filha e suas mãos se retiravam do corpo nu da Malkavian. O Ancião dá três passos para trás e leva as duas mãos ao rosto (exatamente como a foto do avatar), revelando seus anéis e também deixando pegadas de água no chão, fitava os olhos na face dela e dava novamente um belo sorriso.

Saulo - Valk, se vista! O que eu quero fazer contigo, é para fazer vestida! - Ele falava em um tom eufórico - Vamos! Vamos! Saia dessa tristeza... Dessa amargura! - O homem ia até um dos armários e tirava um violão prateado, ele se senta e começa a dedilhar uma melodia, enquanto a neófita se vestia - Você me faz... Sentir Vivo! - Ele olha para a Hacker



Após a bela mulher se vestir, ele a olha um expressão de felicidade, de pura e expressa felicidade - Senta-se ao meu lado! Vou cantar para você... Para toda vez que estiver triste... Lembrar... - Ele pisca o olho esquerdo e então começa a dedilhar a música...

Spoiler:


OFF: Essa é timbre de voz dele ;D

Independente do gosto musical da Malkav, aquelas palavras, aquela melodia... Tudo aquilo a fazia lembrar de todo o trajeto que ela havia percorrido até então. Lágrimas de sangue começaram a sair dos olhos da frágil mulher que caíam mais conforme ela via aquele sorriso acolhedor daquele homem. Ele a entendia... Pela primeira vez na vida dela desde o pesadelo do hospício... Ela realmente sentia... Que alguém se importava com ela.

Ao terminar a bela canção, ele põe o violão de lado e pega nas mãos da bela mulher e fala com ela, olhando nos olhos - Você é perfeita pra mim... - Ele pausa e leva sua mão esquerda ao rosto da Malkavian - Pense em mim como uma espécie de pai, de amigo... Esta nova condição... Isso tudo... - Ele se levanta pega o violão e acerta o ar no lado oposto da Malkavian - Um dia eu pego esse cretino... Ai se pego! Mas, agora nesse momento... Você precisa ir se encontrar com Bispa e lembre-se... Nosso encontro não aconteceu... E... Mais... A nossa Linda e que linda... - Ele suspira - Pena que ela é tão... Devoradora... - Ele a olha novamente abrindo a palma das mãos - Bom, digamos que eu sei montar bons espetáculos - Ele olha para o lado e acena a cabeça positivamente, piscando o olho esquerdo - Você é boa de improvisação? Então... Entre no jogo da Bispa, mas agora tenho que ir... Infelizmente os Dragões não se criam sozinhos e nem os cavaleiros aprendem a mexer em catapultas... - Ele pega o violão e sai pela porta azul, dando um tchau de costas, deixando cair para trás as pegadas de água...

E Agora? O Que ela fará? fará mais alguma coisa dentro do banheiro? Falará com o carniçal? Aquela música ainda estava na cabeça dela... E ela estava emocionada... Encontro às escondidas?! Ele deve ter seus motivos, mas quais???


-Estado- (Normal)
Equipamentos = Nenhum
Vitalidade = 7/7  – Normal
Pontos de Sangue = 6/10/8 (Leve Fome)
Força de Vontade Atual = 10/10 (Super Motivada)
Experiência total: 1,2/1,2


Parabéns!!!

Mentor - 5 (Saulo Nergal) - Priscus Malkaviano



Max Kabble Fontaine/Franklin - Floresta do Sacramento - 21:16



Pjs e NPCs Reunidos na Cena:
                                               


Nome: Max Kabble Fontaine
Aparência: 4
Traços Físicos: Rubor de Saúde, Voz Encantadora, Fisionomia Amigável, Rosto de Bebê
Sotaque: Nenhum




Nome: ???
Aparência: 1
Traços Físicos: Aspecto Doentio
Sotaque: ???




O pequeno Lunático caminha pelo que o parecia ser a trilha deixada de seu misterioso senhor... Estava frio... Por mais que ele fosse um morto vivo, seu coração ainda batia e por causa disso ainda havia calor em seu corpo. Suas mãos gelam e cada vez mais que ele adentrava à floresta, ficava mais escuro, ficava mais frio. Por mais que ele andasse, por mais ele procurasse, ele não achava a bendita da passagem que ele sempre entrava junto com lacaio Nosferatu que sempre o acompanhava. Mas dessa vez o rato de Esgoto não estava ali com ele... E agora? Ele se encontrava sozinho ali, no meio daquela escuridão e as árvores pareciam cooperar. A única coisa que ele ouvia agora, era o som das corujas e dos grilos que faziam sua serenata.

Não estava tudo bem, até o Malkav começa sentir um cheiro que ele já conhecia... Cachorro Molhado? E Devia ter cerca de 2 ou 3? O que poderia ser aquilo? O menino começa a farejar e prestar atenção nos seus ouvidos, até que ele começa a sentir um bafo quente em sua nuca, uma gosma verde fétida começa a descer pelo seu ombro. Com temor, ele conseguia se virar de costas até que se depara com aquele ser... ali... salivando, louco para lhe arrancar a cabeça. Mesmo naquela situação o Lunático percebe que há feridas por todo seu corpo... Uma mistura de sangue e gosma verde que ele não sabia identificar. Nesse instante, não era mais Max que estava ali, mas agora era Franklin: O Frio e Calculista...


E agora? O que Franklin fará?

-Estado- (Normal)
Equipamentos = ???
Vitalidade = 7/7  – Normal
Pontos de Sangue = 5/10 (Fome)
Força de Vontade Atual = 3/3 (Motivado)
Experiência total: 0,4/0,4


Última edição por Algis em Dom Ago 03, 2014 1:28 pm, editado 1 vez(es)

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por draco117 em Qui Jul 31, 2014 7:10 pm

O garoto olha para o lobo, o ar frio da noite bate em seu rosto, suas memórias sumidas, como ele tinha ido parar em uma floresta? com lobos atrás dele? não precisava pensar muito pra saber que aquilo era resultado de uma das idéias "geniais" do Max, ele começa a dar pequenos passos lentos para trás sem tirar a atenção da criatura, seu nervosismo tomando conta, ele estava assustado mas sabia que entrar em panico não ia salvá-lo, tenta controlar a respiração.

“Lobos não escalam arvores...”

ele se prepara para correr.

“Posso tentar tirar a atenção dele de mim... então subo na arvore e tento achar o celular.”

O pequeno malkaviano começa a sentir o sangue ferver em suas veias, o poder correndo dentro dele, mesmo estando com cede, suas escolhas eram limitadas no momento.
Ele usa sua abilidade de demência para reduzir qualquer sentimento ao mínimo possível e corre o mais rápido possível para uma arvore e tenta escalar. Uma vez longe do alcance do lobo ele procura por qualquer coisa que possa ser útil em sua mochila.

*Se ele achar seu celular vai tentar ligar para seu mentor ou o servo nosferatu.*


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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Mindgame em Sex Ago 01, 2014 5:36 am

Priscus escreveu:Valk! Porque... não me disse antes que estava sedenta?
O cainita se afasta, recusando o beijo da neófita que, sutilmente se encolhe e cobre os mamilos com um dos braços.
Eu pensei... que ele... queria...
Suas presas se retraiam perante o gosto amargo da rejeição em um semblante confuso e suavemente entristecido enquanto o Malkaviano se afastava.
Priscus escreveu:Valk, se vista! O que eu quero fazer contigo, é para fazer vestida!
O tom de sua voz tingiu de violeta o jade que a enclausurava e foi irresistível sorrir com o olhar.
Ele realmente parece mais feliz...
Priscus escreveu:Vamos! Vamos! Saia dessa tristeza... Dessa amargura!
Valkyria se permite sorrir ao desligar o chuveiro. O último vestido que usara pertencia a uma época feliz de sua vida. Um tempo saudoso que fora abandonado junto com sua inocência. O calor da textura daquele vestido a confortava e a neófita não se demorou a vesti-lo.
Priscus escreveu:Você me faz... Sentir Vivo!
Ah, céus! Como isso seria bonito se não viesse de um cadáver falante...
Kraepelin se esforçou para não transparecer a ironia, sua natureza finalmente se restabelecia perante o afeto que o cainita lhe oferecia.
Priscus escreveu:Senta-se ao meu lado! Vou cantar para você... Para toda vez que estiver triste... Lembrar...
A neófita obedece e contempla o que, de longe, era a atitude mais bonita que alguém já lhe oferecera.
Valkyria tentou identificar aquilo como um jogo, mas ela nada tinha a oferecer. Ao menos nada que ele não tivesse recusado. As notas doces e coloridas com as quais o cainita lhe presenteava pareciam vindas de seu coração, sem esperar nada em troca. A letra daquela canção lutava contra as atrocidades de seu passado, mutilando as tristes memórias de suas desventuras e a situando naquele momento de pura felicidade.
Kraepelin desconhecia aquele sentimento. Sua visão estava embaçada e o aperto em seu peito quase a fazia soluçar. Uma de suas mãos voou até seus olhos que desviaram o olhar em uma tentativa desajeitada de secar o sangue em seu rosto e um murmuro escapou seguido por um fungar.
Droga...
Gotas de sangue já manchavam o decote do vestido ao fim da canção.
Priscus escreveu:Você é perfeita pra mim...
Valkyria incontrolavelmente o agarra em um abraço apertado e desmorona.
Obrigada...
O sussurro acompanha o soluçar de um choro há muito entalado na garganta da neófita que permanece agarrada ao ancião até que este demonstre desconforto.
Priscus escreveu:Pense em mim como uma espécie de pai, de amigo... Esta nova condição... Isso tudo...
Um dia eu pego esse cretino... Ai se pego! Mas, agora nesse momento... Você precisa ir se encontrar com Bispa e lembre-se... Nosso encontro não aconteceu... E... Mais... A nossa Linda e que linda...
Pena que ela é tão... Devoradora...
Bom, digamos que eu sei montar bons espetáculos
A neófita, que ostentava um sorriso sutil enquanto mantinha toda a sua atenção no Malkaviano, se esforçou, mas não conseguiu compreender uma frase sequer do discurso do ancião.
Priscus escreveu:Você é boa de improvisação? Então... Entre no jogo da Bispa, mas agora tenho que ir... Infelizmente os Dragões não se criam sozinhos e nem os cavaleiros aprendem a mexer em catapultas...
Suas sobrancelhas se apertaram perante a noticia da partida de Saulo, mas a jovem cainita concordou com a cabeça em silêncio.
Valkyria assiste a partida de Nergal e permanece sentada no banco, em silencio, enxugando as lágrimas e se recompondo. Saulo tinha tudo para ser como Sinéad e era difícil aceitar que a pior maldição que seu molestador lançara sobre ela culminaria no melhor momento de sua vida.
Quando finalmente a neófita recobra o controle de suas emoções, deixa-se envolver pelos ensinamentos de seu novo senhor e lança sua mente da rede em busca de uma resposta.
Como uma rede de computadores, ein... por que eu deveria improvisar então?
O silêncio é rompido por uma pergunta clara, objetivando assimilar as informações que a rede de loucura armazenava a respeito do assunto.
Quem... é... a episcopisa? (Tempo Malkaviano (Não sei se tu quer usar Habilidade Oracular junto) Gasto de 1 ponto de Força de Vontade para um sucesso automático)
De olhos fechados, Valkyria mergulhara sua mente no vasto emaranhado de imagens, sons e sentimentos armazenados por sua linhagem, deixando-se guiar pelos passos do Priscus em busca de uma resposta satisfatória antes de deixar o vestiário.

Off = Ela deixará o lugar de qualquer forma se não encontrar resposta, mas prefere antecipar o encontro com a anciã da qual nada sabe. = On

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Anatema em Sab Ago 02, 2014 7:15 pm

A casa estava completamente escura e vazia, além de mim, era uma casa do subúrbio e era pobre e simples como o esperado para alguém que não queria chamar a atenção, minha sede havia sido saciada a uma noite atrás e Vincent estava resolvendo seus assuntos com o Sabá por ser do Bispado. *Não imagino porque ainda se importa com as políticas do Sabá Vincent, nos desviamos dos assuntos verdadeiramente importantes para o clã, você não pode mais ignorar isso... Nem eu. Talvez já esteja na hora de tentar este ritual, é simples de acordo com Vincent, mas, os benefícios são imensos* Eu me dirijo a janela da sala e observo o movimento lá fora, tudo parecia quieto, a casa tinha poucas coisas, além de uma geladeira uma cama e uma televisão, mas o lugar pra onde eu me dirigia era o porão, escondido em um dos quartos vazios que não tinha a cama, estava em baixo de um tapete grosso e cheio de poeira, olho com nojo para aquela coisa e arrasto ela para longe da tampa bem escondida, um mecanismo simples que elaborei na tampa fazia o tapete voltar a sua posição original, bem arrumado em cima da tampa do esconderijo, fechando ela com cuidado desço até o andar de baixo, ali, livre da luz do mundo lá de fora que invadia pelas janelas, estava um breu e ali tinha outra cama, barata e pouco confortável, não era o melhor refúgio, mas eu escolhi este dentre outros pois não era chamativo, simples porem o bastante para o que eu precisava na quela hora. Me preparava para o ritual e comecei a invocar o jogo das sombras, e apesar do quarto estar totalmente escuro, eu podia ver formas ainda mais escuras se movendo, o poder do sangue falava e a escuridão obedecia, convocando-as para a palma da minha mão em forma de uma esfera e olhando fixamente para a esfera (Teste de Percepção + ocultismo dif natural 8 -3-1 por qualidades disponíveis ao mestre. Teste para conclusão do ritual: Perfurar a escuridão) Meus olhos ardiam, e os segundos eram minutos, e minha mente estava completamente vazia. Minha ligação com o outro lado ficará mais próxima.

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Samael em Sab Ago 02, 2014 7:21 pm

[Narrativa] Samael está na janela da torre da igreja como de costume, já eram 21:00 da noite, Max estava no mesmo cômodo, porém jogando em seu videogame, era totalmente possível para o gárgula visualizar o garoto quando ele olhava para dentro da janela em que estava, mas o monstro de pedra só olhava para Max ocasionalmente, na maior parte do tempo ele estava observando a rua e as estrelas. Em seus pensamentos Samael está confuso, se pergunta se seus sonhos realmente possuem algum significado ou se ele era apenas um maluco confuso. Se concentrando em seus sentimentos, Samael percebia que havia algo faltando, mas ele novamente não sabia dizer o que era.
O intenso mergulho do gárgula em seus pensamentos é repentinamente interrompido por um ruído atrás do monstro de pedra, quando vira sua cabeça na direção de tal ruído ele percebe que Max estava saindo da torre, Samael então pensa em ir atrás do garoto, mas depois decide não ir, pois já haviam duas noites que ele não saia da torre pra limpar a cidade, sim, limpa-la de sujeira humana, em outras palavras criminosos, o gárgula não pode permitir que eles tomem conta da cidade e prejudiquem as pessoas de bem e ele é capaz de qualquer coisa para se livrar deles, então abrindo suas asas o monstro de pedra decide sobrevoar a cidade atrás de tais criminosos, ele ativa ofuscação nível dois (Presença invisível) e levanta voo, mas ele não pretende demorar, pois combinou com o padre Antônio que as 22:00 horas iriam juntos vasculhar a floresta atrás de criaturas malignas e o gárgula não é de faltar com sua palavra, mas também não é de avisar quando sai, então ele simplesmente sai voando e não fala nada com o padre.
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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Algis em Dom Ago 03, 2014 2:06 am

========Desagrupados=======
(Christian; Vinicius; Ricardo; Iratã )


Valkyria Kraepelin - Diocese - ??:??



Pjs e NPCs Reunidos na Cena:
                                               



Nome: Valkyria Kraeplin
Aparência: 4
Traços Físicos: Voz Encantadora
Sotaque: Nenhum




Nome: Linda Mars
Aparência: 4 + Presença
Traços Físicos: Voz Encantadora, Rosto de Bebê
Sotaque: Francês




Nome: Kayla Asaf
Aparência: 2
Traços Físicos: Brigão
Sotaque: ???




Nome: Mike
Aparência: 2
Traços Físicos: Brigão, Corpo Grande, Cicatriz no Antebraço esquerdo, Garras da Besta
Sotaque: Nenhum



O silêncio é rompido por uma pergunta clara, objetivando assimilar as informações que a rede de loucura armazenava a respeito do assunto.
Valkyria - Quem... é... a episcopisa?

A Malkav começa a ouvir palavras desconexas, nos mais variados tons de voz e emoções:
Gostosa! - Uma voz masculina lasciva - ... episcopal ... - Uma voz feminina em forma de ecos - ... Lupinos ... - Outra voz masculina, parecia estar no meio de uma conversa - Descontrolada!!! - Outra voz feminina em furia - Ahhhh... - Um gemido masculino de prazer encerrava a "ligação".

Aquilo era estranho, era como um celular que estivesse fora de sinal e que estivesse picotando as vozes... Diferente de quando o Saulo estava com ela, que tudo parecia funcionar. Por fim, a Hacker saía do vestiário e se encontrava com o carniçal que estava falando em celular "tijolão". Ele interrompe a ligação e vai a direção da mulher.

??? - A Sra. Mars lhe espera - Ele faz um gesto de cavalheirismo com a mão.

Os dois atravessam o corredor e sobem outra escadaria que dá em uma sala que de cara a Hacker nota os belos vitrais. Linda estava de pé e segurava uma taça de cristal, onde havia um líquido rubro. A Pervertida faz um gesto com a mão para que se sentasse e então a Toreador AT se senta em uma extravagante poltrona azul, ela estava com um vestido verde bem decotado o que contrastava com o batom vermelho e os olhos azuis. Aquela  mulher inspirava respeito e elegância e era de uma feminilidade fascinante, por algum motivo, ela cheirava a calda de morango.

Linda - A senhorita aceita uma taça? - Imediatamente um homem bem arrumado serve em uma bandeja uma taça de cristal com o mesmo líquido, o cheiro a faz ter vontade de tomá-lo - Muito bem... - O homem se retira - A confusão é perfeitamente normal - Ela fala com um sorriso meigo e olhando em seus olhos, querendo acalmá-la - Fazem três noites que a senhorita está... apagada... - Ela balança cabeça positivamente - Infelizmente seu criador foi encontrado morto - Ela pausa - Ao te abraçar, ele travou uma batalha contra um caçador, mas... Ao acabar com a vida do infeliz, o caçador conseguiu dar um tiro certeiro na cabeça do Sr. Adrian, uma pena... Tudo aconteceu no Sótão da biblioteca da cidade... - Ela balança a cabeça negativamente, exibindo tristeza - Mas, por sorte... A Paladina Asaf... - Linda aponta por cima dos ombros da Louca e ela se depara com uma mulher vestida de preto, como uma islâmica. O que fez a Hacker tomar um belo susto. Kayla olha os olhos de Valk e a cumprimenta com a cabeça, deixando no ar um cheiro forte de mirra, Linda continua - ... Te encontrou e reconheceu.

Nesse momento um homem com dois metro de altura entra, parecia estar confuso. Ele olha para as três presentes e trêmulo cumprimenta - Bo.. Boa Noite...

Linda oferece a poltrona ao lado da Malk. Ele se senta e garras afiadas crescem das unhas do sujeito e assustado fala - Que merda é essa?!

Como um borrão, Kayla aparece por de trás da poltrona e do sujeito, agachada, com a lâmina no pescoço dele e olha para Linda como se esperasse uma ordem

Linda - Kayla! Não! - Ela dá uma ordem

Kayla recolhe a lâmina vagarosamente do pescoço do Gangrel, escondendo-a no monte de tecido negro e dando três passos para trás.

Linda - Continuemos... - Ela leva a mão ao rosto e com o cotovelo apoiado no braço da poltrona e tapando a mão com a boca, ela olha para os dois cerrando os olhos. Ela tira a mão e continua - Numa só noite duas crias sem criador, muito bem... - Ela dá um gole na taça - Infelizmente, os criadores dos senhores morreram, mas não se preocupem. Os senhores serão encaminhados aos vossos clãs, assim para então serem iniciados... - O homem olha para suas mãos e as garras se retraem - A experiência, é algo muito bom... Ela nos dá maturidade e sempre nos dá a oportunidade de melhorarmos. Acredite em mim! - Ela afirma - Tenho séculos de idade a frente dos senhores... Então pensem em mim como a guia... - Ela hesita e olha para o lado esquerdo pensativa - Senhores... Infelizmente o tempo é curto e já são 4:26 da manhã. Esta reunião poderá ser marcada para outra hora certo? - Ela se levanta caminhando para a porta - Imprevistos também acontecem... Algumas coisas nunca mudam... - Ela se dirige ao carniçal - Chame a Sacerdotisa e o Ductus, para que possam orientá-los quanto aos refúgios - Kayla acompanha Linda na saída - Bom Dia... - Linda se despede e os Carniçais e as duas saem, deixando os dois a sós naquela sala.

Mike - O... Oi... - O homem se levanta, exibindo sua altura - Meu nome é... Mike... Mas o que acabou de acontecer aqui? - O homem olha para suas mãos enquanto as virava - Estamos na mesma merda não estamos? - Ele dá uma risada e se apoia na poltrona e parecia se recompor da confusão - A branquela tem nome? - Ele esfrega as mãos numa na outra


Vakyria:

Aquela mulher... A Tal de Paladina era com certeza era uma guarda costas da tal Linda Mars... O que foi aquilo? Como aquela mulher conseguiu ir tão rápido na direção do homem? Com certeza aquele homem estava na mesma situação que ela e o que foi aquilo saindo das unhas dele? Espetáculo... Agora começava a fazer sentido as palavras de Saulo... Ele havia forjado seu "nascimento", mas por que? Adrian... Quem é este sujeito? Tudo aquilo foi o suficiente para fazer com que a Malkav dançasse conforme a música ou cumprisse o roteiro... Um tiro na cabeça! Essa informação fez a Malkav pensar que os vampiros não são tão imortais assim...


Parabéns!!!

Ganhou:
Defeito: Segredo Sombrio (1 Ponto) - (Ser Cria de Sineád)

Perdeu:
Defeito: Senhor Indigno (1 Ponto)


-Estado- (Normal)
Equipamentos = Nenhum
Vitalidade = 7/7  – Normal
Pontos de Sangue = 7/8/10 (Leve Fome)
Força de Vontade Atual = 9/10 (Super Motivada)
Experiência total: 2,8/2,8




Max Kabble Fontaine/Franklin - Floresta do Sacramento - 21:16



Pjs e NPCs Reunidos na Cena:
                                               


Nome: Max Kabble Fontaine
Aparência: 4
Traços Físicos: Rubor de Saúde, Voz Encantadora, Fisionomia Amigável, Rosto de Bebê
Sotaque: Nenhum




Nome: ???
Aparência: 1
Traços Físicos: Aspecto Doentio
Sotaque: ???




Nome: ???
Aparência: 1
Traços Físicos: Aspecto Doentio
Sotaque: ???



Nome: ???
Aparência: 1
Traços Físicos: Aspecto Doentio
Sotaque: ???


O garoto olha para o lobo, o ar frio da noite bate em seu rosto, suas memórias sumidas, como ele tinha ido parar em uma floresta? com lobos atrás dele? não precisava pensar muito pra saber que aquilo era resultado de uma das idéias "geniais" do Max, ele começa a dar pequenos passos lentos para trás sem tirar a atenção da criatura, seu nervosismo tomando conta, ele estava assustado mas sabia que entrar em panico não ia salvá-lo, tenta controlar a respiração e ele se prepara para correr.

O garoto corre em direção a primeira árvore que vê, até tenta subir, mas o pobre Lunático escorrega da árvore. Era possível ouvir o rosnado do ser que estava atrás dele e o Malkavian. Ele havia perdido o faro do outro cheiro de cachorro molhado... Tudo o que restava para o Franklin era usar Paixão naquele que estava nas suas costas. Franklin esperava por um ataque, mas tudo o que ele via agora era aquele ser cair na sua frente, fraco, debilitado. Ele vomitava sangue junto com uma gosmas verde, havia feridas por todo seu corpo e agora o menino nota a gosma verde que sujava seu ombro. Entretanto ele havia detectado outros dois cheiros por ali e o pior... ele havia perdido rastro de um deles. Imediatamente, ele liga para o Nosferatu que sempre o acompanhava... A ligação picotava e o Malkavian apenas conseguia ouvir palavras cortadas...

Gary - Menino... Agora?... Foi...

A Fera a sua frente se levantava novamente e olhava na sua direção, o Malkavian também notava que o outro cheiro se aproximava e rapidamente, até que a fera machucada pula na direção do garoto e começa a lutar contra um ser humanoide que lembrava muito o lobisomem das histórias. Os dois começavam a lutar e ambos estavam na mesma situação: Machucados, com bastante secreção verde saindo pelas feridas... Até que ele ouve o barulho de passos bem sutis vindo pelas costas e se dá conta de outro Lupino na suas costas, na mesma condição... Com muita secreção verde saindo pela boca. E Agora? O que Franklin fará? (Off: Você está com a iniciativa)


-Estado- (Normal)
Equipamentos = Celular tijolão
Vitalidade = 7/7  – Normal
Pontos de Sangue = 5/10 (Fome)
Força de Vontade Atual = 3/3 (Motivado)
Experiência total: 1,6/1,6




Samael - Centro de Maryland - 21:07



Pjs e NPCs Reunidos na Cena:
                                               

Nome: Samael
Aparência: 0
Traços Físicos: Corpo Grande, Pele com aparência de Pedra
Sotaque: Nenhum



O Gárgula alça vôo pela cidade e ofuscado voa por cima dos prédios, naquela noite o vento não estava tão forte... Era impressionante como aquela cidade havia se desenvolvido tão rápido! Samael via as imensas construções e também via as obras que estavam começando e outras que estavam prontas para entrega. O Progresso também trouxe suas desvantagens: A criminalidade havia crescido assustadoramente, dando ao nosso herói ainda mais trabalho. Ele se encontrava na sua paz, pensativo talvez. Até que ele ouve um grito de uma mulher ao longe

??? - Minha carteira! Roubaram minha carteira!

A furtada vestia um sobretudo bege e ainda sim o Gárgula via um homem correndo na direção oposta da mulher, se preparando para entrar em um beco, simultaneamente a atenção do gárgula é desviada para uma rua paralela... O prédio ao lado começava a pegar fogo, a fumaça começava a subir, uma multidão começava a se reunir em volta do prédio e o Servo conseguia enxergar uma menina na ponta da janela que tinha muita fumaça, seus ouvidos sobrenaturais conseguiam ouvir os soluços da criança:

Criança - Mamãe! - cof.. cof... - Mamãe!

E agora? O que Samael fará? Perseguirá o assaltante? Salvará a Criança? Ignorará as duas coisas?


-Estado- (Presença Invisível)
Equipamentos = Nenhum
Vitalidade = 8/8  – Normal
Pontos de Sangue = 13/14 (Saciado)
Força de Vontade Atual = 4/4 (Motivado)
Experiência total: 0,8/0,8




Magnun Behael - Refúgio - 22:09



Pjs e NPCs Reunidos na Cena:
                                               

Nome: Magnun Behael
Aparência: 2
Traços Físicos: Sem Relexo, Arauto do Abismo (Toque de Congelamento e Presença Sinistra)
Sotaque: Francês


O Arqueólogo estava ali, naquele quarto escuro pondo em prática o que seu Mentor havia lhe ensinado. Ele cuidadosamente invoca O Jogo de Sombras que começa sair dos cantos do quarto e ficava à disposição de seu invocador. O LaSombra concentra a escuridão invocada numa forma de esfera que flutua ao comando de sua mão, ele olha através da esfera e começa o ritual.

Cerca de quinze minutos se passam, até que a esfera negra se desfaz em várias formas irreconhecíveis e então se dissipa, se misturando à escuridão do quarto. De repente tudo começa a enegrecer e tudo começa a ficar claro como o dia, com exceção de um raio negro que entrava pela entrada do alçapão. Sim, ele havia conseguido... O Ritual havia dado certo! Entretanto o telefone toca... e ao mesmo tempo o celular toca. O Display mostrava um número desconhecido e também mostrava que o celular mostrava que estava sem sinal... Afinal de contas... O que era aquilo?

E Agora? O que o LaSombra fará?


Parabéns!!!!

Ganhou:


Visão Tenebrosa Controlavel (2 Pontos de Qualidade)
O personagem é capaz de inverter suas próprias percepções de luz e sombras. Para ativar ou desativar a Visão Tenebrosa, o vampiro deve gastar um turno se concentrando, mais um turno adicional para cada Nível de Vitalidade perdido durante a rodada de ativação. Enquanto essa qualidade estiver ativada, um lugar escuro como breu parecerá absolutamente claro e iluminado; no entanto, qualquer fonte de luz superior a uma lâmpada de 100W criará uma área de escuridão total. As penalidades relativas à escuridão parcial são aplicadas em condições de iluminação precária, e vice-versa.
Essa qualidade não permite sobrepujar as trevas geradas por Tenebrosidade, que brilharão como luz branca e pura, ofuscando quaisquer detalhes.
*Nessa versão enquanto o usuário estiver executando esse poder, suas pupilas parecem crescer numa mancha de tinta que envolve a íris e a “parte branca do olho” em pura escuridão.

-Estado- (Normal)
Equipamentos = Nenhum
Vitalidade = 7/7  – Normal
Pontos de Sangue = 5/13 (Fome)
Força de Vontade Atual = 8/8 (Super Motivado)
Experiência total: 0,8/0,8


Última edição por Algis em Dom Ago 03, 2014 10:30 pm, editado 17 vez(es)

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Mindgame em Dom Ago 03, 2014 11:07 am

Rede de Loucura escreveu:Gostosa!
... episcopal ...
... Lupinos ...
Descontrolada!!!
Ahhhh...
"O que...?"
Com as sobrancelhas apertadas, Valkyria se desvencilhava daquela confusão agridoce com certa irritação.
"Rede de computadores? Rede de computadores uma ova!
A pessoa abre qualquer sala de bate-papo no Netscape e já acha que está acessando a Web Invisível... maldita inclusão digital!"

Kraepelin se ergue, acomoda-se ao vestido e segue até o carniçal que a acompanha até o salão com notáveis vitrais. A elegância da anciã faz a neófita desejar não estar descalça e sem calcinha, o que a compele a recusar a oferta de sentar-se.
"Obrigada, santidade?! ...mas eu prefiro ficar em pé." - A Malkaviana respondeu de cabeça erguida, com as mãos cruzadas atrás do corpo, e murmurou. - "O mundo ainda não está preparado para isso..."
Episcopisa escreveu:A senhorita aceita uma taça?
Valkyria tomava a taça nas mãos com curiosidade. O aroma, a textura, todos os aspectos daquele líquido rubro seduziam seu corpo. Sua mente estava hipnotizada, sua boca chegava perto de salivar e um pequeno espasmo a fez engolir seco perante a contemplação do presente da episcopisa.
A neófita aproximou a taça dos lábios e, quando o sangue tocou sua língua, seu corpo estremeceu em êxtase exprimindo um gemido silencioso. A Malkaviana tentou fazer uma pausa para saborear as nuances daquele elixir, mas o instinto de secar aquela taça a dominou por completo.
Seu corpo queria contorcer-se de prazer e suas mãos estavam trêmulas. Kraepelin sequer tentava esconder a ansiedade por mais vitae, segurando a taça vazia firmemente contra o corpo e imaginando se os presentes teriam a mesma reação de Saulo perante seu beijo.
Episcopisa escreveu:Muito bem...
A confusão é perfeitamente normal
Fazem três noites que a senhorita está... apagada...
Infelizmente seu criador foi encontrado morto
Ao te abraçar, ele travou uma batalha contra um caçador, mas... Ao acabar com a vida do infeliz, o caçador conseguiu dar um tiro certeiro na cabeça do Sr. Adrian, uma pena... Tudo aconteceu no Sótão da biblioteca da cidade...
Mas, por sorte... A Paladina Asaf...
... Te encontrou e reconheceu.
A neófita atentava para a anciã com uma das sobrancelhas erguida.
"Três noites? Caçador? Adrian? Biblioteca? Paladina?
Será que todos aqui são loucos?"

O discurso confuso era então interrompido pelo grandalhão que irradiava cheiro de orvalho.
Cainita escreveu:Bo.. Boa Noite...
"Boa noite."
Valkyria permaneceu séria pelo breve instante de silêncio até a comoção no salão.
Cainita escreveu:Que merda é essa?!
Episcopisa escreveu:Kayla! Não!
Atônita, Kraepelin assiste ao desfecho estática e com os olhos arregalados.
"MEU............. DEUS!
Eles não são loucos... SÃO X-MEN!"

A Malkaviana permanece fitando as garras do cainita e então volta seu olhar analítico para suas próprias unhas.
"........................................ nah... a manicure seria terrível..."
O silencio é rompido por um murmuro antes da anciã retomar o discurso.
"Isso está ficando perigoso... preciso lembrar de me desfazer dos meus quadrinhos..."
Episcopisa escreveu:Continuemos...
Numa só noite duas crias sem criador, muito bem...
Infelizmente, os criadores dos senhores morreram, mas não se preocupem. Os senhores serão encaminhados aos vossos clãs, assim para então serem iniciados...
A experiência, é algo muito bom... Ela nos dá maturidade e sempre nos dá a oportunidade de melhorarmos. Acredite em mim!
Tenho séculos de idade a frente dos senhores... Então pensem em mim como a guia...
"Séculos?
Coitada, ninguém explicou para ela que mulher mente a idade para baixo?"
Episcopisa escreveu:Senhores... Infelizmente o tempo é curto e já são 4:26 da manhã. Esta reunião poderá ser marcada para outra hora certo?
"Er... Santidade, na próxima podemos pular a parte do cemitério...? Sabe, não que eu não curta violência doméstica ou que me enterrem enquanto durmo..." - A neófita fala enquanto cutuca um ouvido com o mindinho - "... é que a terra entra em lugares difíceis de alcançar..."

Off = Independente da reação, a cena continua = On
Episcopisa escreveu:Imprevistos também acontecem... Algumas coisas nunca mudam...
Chame a Sacerdotisa e o Ductus, para que possam orientá-los quanto aos refúgios
Bom Dia...
"Bom dia... santidade..."
Valkyria responde a despedida de forma sutil enquanto reflete confusa sobre os eventos que precederam o silêncio no salão.
Cainita escreveu:O... Oi...
Meu nome é... Mike... Mas o que acabou de acontecer aqui?
Estamos na mesma merda não estamos?
A branquela tem nome?
Com o olhar fixado em sua taça vazia, Kraepelin tentava assimilar informações desconexas demais para dar atenção ao cainita, mas, após sua última pergunta, como se ignorasse toda a atitude do rapaz até aquele ponto, se volta a Mike com um tom de voz sedutor.
"Wolverine... você gosta quando te mordem?"

Off = Se o gangrel responder positivamente, ela o empurrará contra o sofá, subira em seu colo e morderá seu pescoço, bebendo de seu sangue até se saciar, caso contrário refletirá sobre a reação do Priscus. = On

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Anatema em Seg Ago 04, 2014 2:08 pm

Meu júbilo era grande de mais, o que era escuro e minha visão impossibilitada de ver, agora era claro, todo o aposento antes coberto pela escuridão agora estava completamente claro, mas para tudo havia seu preço, ao realizar o ritual meus olhos se tornaram completamente tomados pela escuridão, ficaram completamente negros, um problema para os simples mortais, mas nada que um óculos escuro não resolva. Me levanto e me aproximo do alçapão, apenas ali percebo que a fome já havia chegado, precisava sair para me alimentar, abrindo a tampa e me erguendo para fora consigo escutar os sons dá rua e o peculiar som do celular e o telefone tocando, o celular estava em cima da cama e o telefone estava no chão ao lado da cama mas, pouco importância dou para ele, o número no celular é desconhecido, mas não existem pessoas que eu não conheça que gostariam de ligar para este número, era algo descartável e por isso chamou minha atenção, pego o celular ainda tocando, visto um casaco e ponho meu óculos escuro, atendo apenas ao sair da casa me afastando mais e mais, com as luzes dos postes piscando a cada novo passo que dou e as sombras bruxuleantes pareciam estar vivas... Ainda não estava acostumado com esse pequeno show, mas aperto o sobre-tudo e continuo pensando no amiguinho/amiguinha do outro lado da linha. O que quer que seja pode saber que eu não estou morto... E isso me atrapalha.

Atendo mudo, esperando pela voz do outro lado da linha...

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Samael em Seg Ago 04, 2014 10:54 pm

[Narrativa] O gárgula se encontra entre ir atrás do bandido e salvar uma criança indefesa, porem o padre sempre foi claro com ele quanto as leis divinas e por isso ele decide salvar a criança.
[Pensamento] – Preciso salvar a menina, depois cuido do bandido.
[Narrativa] O monstro de pedra voa até o prédio, durante o trajeto ele observa a multidão se formando ao pé do mesmo.
[Pensamento] – Hmmm, não posso ser visto por nenhum mortal e também não posso entrar em contato com o fogo.
[Narrativa] Samael assim que chega ao local do incêndio usa sua inteligência para ter alguma ideia do que fazer naquela terrível situação.
O gárgula sabe que assim que tocar na menina, ela vai poder vê-lo, então ele olha pra fumaça que sai de cima da janela e percebe que embora seja fraca poderia desacordar uma criança em minutos, ele não consegue saber a extensão do fogo. Porem isso já é o suficiente para ele saber o que vai fazer, Samael então vai até a janela e garra a menina o mais rápido possível, logo depois ele voa até a fumaça e espera a menina ficar desacordada, assim que ela fica desacordada, ele volta para a igreja e deixa a menina com o padre Antônio, contando a ele a situação, ele pede ao padre que dê um jeito de encontrar os pais dela.
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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Lunna Carlson em Ter Ago 05, 2014 7:56 pm

Centro comercial de Maryland, 21h.
Voltar para casa, esse era o desejo de Alexandre, essa era sua justificativa. Quanto mais olhava ao redor, mais desejava voltar a Viena, creio que não seria impedida, por outro lado uma mudança de ares pode me cair bem. O que faria se voltasse sozinha? Lys é a única coisa que me resta por lá e a ela só são somados enganos e velhas preocupações. Talvez, com um pouco de boa vontade, com o tempo, passe a gostar daqui. Afinal só se passou duas noites desde que chegamos. E aqui estamos circulando de carro a uns dez minutos em um silencio inquietante.
- Ao menos sabe para onde devemos ir?
- O que eu lhe disse?
- Que estava voltando...
- Além disso, acredita mesmo que não fomos notados? Principalmente você com esses olhinhos andando por ai.
- Não seja irônico.
- Não estou sendo. Seja agradável e sorria.
- O mau humor não costuma vir de mim.
Ambos riem com a breve discussão. Ayla estava ansiosa, a última vez que mudou-se ainda era humana. Algumas perguntas percorriam sua mente: Quanto tempo mais até chegarem ao Elísio? Com quem falariam ao chegar? Ele parecia tão calmo que ela começou a cantarolar “...arcana, arcana... tonight this journey seals my fate...far beyond the open gate... to the secret places never seen before.” off (Edenbridge-Arcana) on

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por draco117 em Ter Ago 05, 2014 11:48 pm

O Garoto Pega o telefone tijolão e tenta comunicação, mas o sinal não ajudava:

“- Gary? Gary, Eu estou perdido na floresta, rápido, preciso de ajuda, to ferrado, tem lobisomens aqui!”

“-Menino... Agora?... Foi...”

“Droga de telefone, que porcaria você fez max? vir aqui sem alguém pra levar você?”

Franklin não conseguia tirar os olhos da criatura a sua frente, o lobo se levanta e o olha de volta.
“E agora?”
O garoto estava sem saídas quando percebe o outro cheiro de cachorro se aproximar rapidamente deles. O Lobo que estava na sua frente pula em sua direção, Seu corpo congela, ele fica paralizado até que a besta é interceptada no meio do ar por outra, a fera machucada começa a lutar contra um ser humanoide que lembrava muito o lobisomem das histórias. Alivio passa pelo seu corpo, por um segundo ele pensou que seria seu fim. Porem ainda não havia acabado, os dois estavam lutando a sua frente e ele note barulhos sutis de passos vindos de trás dele.

“O Terceiro... Me esqueci dele.”

Ele vê a criatura com secreção verde saindo pela boca, mesmo naquela situação desesperadora, ele não conseguia deixar de se perguntar o que eram aquelas coisas e por que tinham secreção verde pelo corpo. O Garoto provoca a criatura e fica atento a sua postura, quando o ser pula em cima dele ele se joga para o lado deixando a criatura cair no meio da luta entre os outros dois lupinos e correr o mais rápido possível esperando que os três comecem a brigar entre si, Enquanto corre tenta se lembrar onde ficava o esconderijo de seu mestre, Suas pernas já estavam doendo de correr por aí, e ainda tinha escorregado da arvore antes, mas precisava escapar daquela situação.

Narrativa
*Ações*
“-...” Fala
“Pensamentos”

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Algis em Qua Ago 06, 2014 8:18 pm

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Valkyria Kraepelin - Refúgio - 4:47



Pjs e NPCs Reunidos na Cena:
                                               

Nome: Valkyria Kraeplin
Aparência: 4
Traços Físicos: Voz Encantadora
Sotaque: Nenhum



Nome: Mike
Aparência: 2
Traços Físicos: Brigão, Corpo Grande, Cicatriz no Antebraço esquerdo
Sotaque: Nenhum



Nome: Alexander Casttk
Aparência: 3
Traços Físicos: Tatuagem de Tigre no Braço Direito
Sotaque: Nenhum


Nome: Kyki
Aparência: 2
Traços Físicos: Nenhum Chamativo
Sotaque: Nenhum



Antes...

Linda - Senhores... Infelizmente o tempo é curto e já são 4:26 da manhã. Esta reunião poderá ser marcada para outra hora certo?

Valkyria - Er... Santidade, na próxima podemos pular a parte do cemitério...? Sabe, não que eu não curta violência doméstica ou que me enterrem enquanto durmo..." - A neófita fala enquanto cutuca um ouvido com o mindinho - "... é que a terra entra em lugares difíceis de alcançar...

A Toreador dá um riso com o canto esquerdo dos lábios e olha nos olhos da Malkavian, como se quisesse penetrar em sua alma - Buraco... - Ela dá um pequeno riso a encarando - Me assegurarei da próxima vez que penetrem mais fundo, em lugares que a senhora... - Ela se aproxima e o dedo indicador da mão esquerda passo por cima de seus ombros, descendo até o colo do decote - Nem mesmo conhece... - Ela dá outra risada, alta.

Valkyria apertara os olhos em uma expressão confusa perante o olhar penetrante da anciã e fitava os movimentos de seu indicador antes de responder com um sussurro.

"Que isso... pra que esse bullying?!" - Seu olhar expressava uma versão irônica de um pedido de piedade.

A anciã dava um sorriso e continuava com seu discurso...

...

Com o olhar fixado em sua taça vazia, Kraepelin tentava assimilar informações desconexas demais para dar atenção ao cainita, mas, após sua última pergunta, como se ignorasse toda a atitude do rapaz até aquele ponto, se volta a Mike com um tom de voz sedutor.
"Wolverine... você gosta quando te mordem?"

O gangrel dá um sorriso com o canto dos lábios, porém não se aproximava, mantinha uma certa distância. Dava para ver claramente que ele ainda estava confuso e incomodado com aquela situação toda - Sim. Adoro mordidas...

A Malkav empurra o homem contra o sofá, mas não consegue. A única coisa que ouve são risos diante daquilo tudo, ela bem que tenta alcançar seu pescoço, mas também não consegue, o que o faz aquele rapaz pegá-la pelos braços e sentá-la em um dos sofás dali - Bem que eu gostaria, mas... - Ele olha em volta - Aqui não é hora e nem lugar para isso - Ele acaba frase levantando a sobrancelha esquerda

Valkyria - "Ora, mas que hora e lugar seria melhor do que aqui entre amigos?"

A porta se abre e entram duas figuras, sendo que uma delas Valkyria já conhecia... Era Kiky, aquela garota que havia dado com a pá na sua cabeça e que também a havia trazido de modo para cá e ao seu lado um homem que entrava com as mãos dentro de seus bolsos e Kraepelin retruca em tom sarcástico enquanto o cainita a deposita sobre o sofá, a obrigando a cruzar as pernas. A neófita volta sua atenção a quem entra enquanto recolhe suas presas e se ajeita confortavelmente no assento, puxando as bordas de seu vestido a fim de cobrir melhor suas pernas.

Kyki - Muito bem... - Ela anda saltitando na direção da Malkav e com um sorriso amistoso - Hora de ir pra casa pra eu poder te ensinar como não morrer no sol! - Seu tom de voz expressava puro entusiasmo - E também... - Ela pausava e franzia as sobrancelhas na direção da Malkav - Eu hein... Essas pessoas não tem vergonha... - Ela pega a Hacker pela mão e puxa com toda força - Vamos!

O homem desconhecido se aproxima de Mike ainda com as duas mãos no bolso - Olá Mike, eu sou Casttk - Ele pausa e posiciona ao lado da Malkavian - Tenho que lhe ensinar algumas coisas

Valkyria sente como se uma mão apalpasse sua bunda... Mas ao olhar ninguém demonstrava ter feito nenhum movimento para isso...

Os quatro descem as escadarias, com a oriental puxando a força a mão da Malkav, ao descer, fazendo-a quase tropeçar. Mike apenas acena com a cabeça positivamente e ao sair, dá um sorriso e pisca o olho para a Malkav. Ficando as duas a sós na porta do prédio, Kyki sobe na moto - Nem precisa falar, a nossa Episcopisa já me falou onde você mora... - A Salubri empina a moto, quase fazendo a neófita cair de costas e parte em alta velocidade pelas ruas da cidade...

Ao chegar na estação de trem abandonada, as duas descem e andam na direção do Refúgio...

Kyki - A situação é o seguinte - Ela para de andar - Se o sol te pegar você vira... Pó! - Ela fala em um tom de voz de entusiasmo e brincalhão - É por isso que você deve proteger BEM, as janelas... - Ela pisca o olho...

...

Kyki ajuda a Malkav a proteger o lugar contra os raios de sol e vendo o relógio em pulso a mesma se despede - Bom... É hora de ir - Ela anda em direção à moto e sobe nela - Deixei meu telefone em cima da mesa, somos irmãs agora e... Você sabe como é... - Ela acena e vai embora

Ao notar que começava a ficar sonolenta, ela percebe que o tal livro que Saulo a presenteou, estava ali... Na cabeceira da cama dela...

OFF: Passaram-se 3 meses depois dessa noite.  No próximo post responda as perguntas que os outros responderam nos outros posts. Considere que agora sua pj sabe sobre laços de sangue, diablerie e outras coisas vampíricas; mais sobre as disciplinas do seu próprio clã e uma visão esteriotipada dos outros clãs que os Malkav tem, sobre a estrutura do Sabá (Cargos), uma visão vaga sobre a Camarilla, sobre os Lupinos que habitam na floresta e também sua pj participou de alguns ritae. O Status abaixo refere-se a quantidade de sangue que você terá daqui a três meses... Ah! Sua pj não sabe ainda que é imune ao laço de sangue, mas sabe que suas vítimas sofrem do mesmo mal que você quando se alimentam. Saulo não apareceu mais depois daquela noite ;D

On: A Malkav nesse mesmo dia teve o que parecia ser uma visão... Ela via um Pilar branco e outros dois pilares menores a frente, o tempo mudava, uma forte tempestade assolava o que fazia os três pilares balançarem, até que a maior caía, se espatifando em pedaços. Uma sombra aparece e toma os céus, fazendo um dos pilares quebrarem e outro envelhecer e ficar feio... Tudo isso se passava dentro de um domo de vidro... E por fim a sombra toma o Domo e toda a beleza que há nela e fora dela...

Após pensar a Malkav chega a uma conclusão: O Domo é um lugar grande, espaçoso e que também transmita... Ostentação. Os Três pilares são pessoas e a sombra... provavelmente um grupo de pessoas? Ou uma só? Ou uma situação? O Pilar maior poderia significar alguma virtude em que a pessoa fosse o maior dos três: sabedoria? Amor? Força?

Ao pensar nisso Valky apenas escuta algo em sua cabeça que mais parecia ser um eco, a voz de Saulo - Use sua intuição!!! - Seguido pelo dedilhado do violão.

E agora o Valk fará? Tem algum compromisso para a noite?

ON:
-Estado- (Normal)
Equipamentos = Nenhum
Vitalidade = 7/7  – Normal
Pontos de Sangue = 4/8/10 (Muita Fome)
Força de Vontade Atual = 10/10 (Super Motivada)
Experiência total: 4,0/4,0




Max Kabble Fontaine/Franklin - Floresta do Sacramento - 21:18


                                       
Pjs e NPCs Reunidos na Cena:
                                               

Nome: Max Kabble Fontaine
Aparência: 4
Traços Físicos: Rubor de Saúde, Voz Encantadora, Fisionomia Amigável, Rosto de Bebê
Sotaque: Nenhum




Nome: ???
Aparência: 2
Traços Físicos: Feridas e Tatuagens Tribais por todo o Corpo
Sotaque: ???




- MORTO -

Nome: ???
Aparência: 1
Traços Físicos: Aspecto Doentio
Sotaque: ???


- MORTO -

Nome: ???
Aparência: 1
Traços Físicos: Aspecto Doentio
Sotaque: ???




Ele vê a criatura com secreção verde saindo pela boca, mesmo naquela situação desesperadora, ele não conseguia deixar de se perguntar o que eram aquelas coisas e por que tinham secreção verde pelo corpo. O Garoto provoca a criatura e fica atento a sua postura. O Lupino raivoso salta na direção do Malkav e a pobre vítima tenta rolar para o lado, mas a impiedosa fera finca suas garras podres nos dois braços do menino. Ele estava ali, deitado de barriga para cima, com os dois braços presos no chão pelas garras da criatura. O Lupino salivava no rosto do garoto. Aquele hálito podre faria o menino ter ânsia de vômito de estivesse vivo. Seus braços começam a sangrar, suas garras estavam fincada nos dois antebraços do menino. A criatura se aproxima mais do rosto do garoto, ao ponto de ficar um palmo de distância, até que o outro Lupino finca as garras na cabeça do outro e o que estava prestes a abocanhá-lo, desfalece por cima por corpo menino, banhando-o se sangue.  Por mais que aquele sangue fosse tentador, Franklin consegue segurar seus instintos e também percebe que o outro Lupino estava morto, encostado numa árvore próxima. O seu "herói" caia em cansaço ao chão e se revela na forma humana.

??? - Garoto... - Ele estava exausto - O que está na fazendo aqui nessa floresta? - Ele rastejava na direção de Franklin... O Corpo do Lobisomem era muito pesado para sair debaixo dele...

Agora, quem estava lá era o Max: O generoso e gentil garoto de sempre... Ao se deparar com a fome e o sangue a sua frente, ele se lembra de algo em algum lugar que dizia sobre sangue de Lupinos... Ah! Sim... Sangue de Lupinos não se é muito comum beber... Mas... Por que?

E agora? O que ele fará?

OFF: O Max não ouviu a fala acima... Só o Franklin... Está na sua decisão tomar o sangue do Lupino ou não, pois o Max se saiu bem no teste de Autocontrole ;D


-Estado- (Normal)
Equipamentos = Celular tijolão
Vitalidade = 5/7  – 2 níveis de dano agravado (Buracos de garras nos dois antebraços)
Pontos de Sangue = 5/10 (Fome)
Força de Vontade Atual = 3/3 (Motivado)
Experiência total: 2,4/2,4



Magnun Behael - Ruas da Periferia, Angels Foot - 22:09



Pjs e NPCs Reunidos na Cena:
                                               

Nome: Magnun Behael
Aparência: 2
Traços Físicos: Sem Reflexo, Arauto do Abismo (Toque de Congelamento e Presença Sinistra)
Sotaque: Francês



Nome: ???
Aparência: 2
Traços Físicos: Nenhum Chamativo
Sotaque: Nenhum



Nome: ???
Aparência: 2
Traços Físicos: Nenhum Chamativo
Sotaque: Nenhum


O LaSombra andava em meio aquela rua que já se encontrava deserta. Uma pessoa ali, outra aqui... Mas uma coisa preocupava O Guardião: O celular. Poderia ser alguém que manteve contato na sua vida e que poderia estar querendo falar com ele... Isso com certeza o colocaria em maus lençois. As iluminações dos postes piscavam quando ele se aproximava... Ele via perfeitamente a noite como o dia, mas as luzes dos postes deixavam um poço de sombra onde iluminavam. O LaSombra atende, ficando mudo do outro lado da linha... Uma música começava... Que raios de música era aquela?

Spoiler:

Coelhos? Cenouras? O que era aquilo? O impressionante é que o celular mostrava o display: sem sinal... Entretanto, ele ouve duas vozes que se aproximavam...

Homem 1 - Passa tudo otário!

Homem 2 - Tem algo errado com esse sujeito, algo... ruim...

Homem 1 - Vamos pegar o dinheiro e dar o fora ok?

Havia mais ninguém na rua... Entretanto o LaSombra conseguiu enxergar duas câmeras ao norte nos postes a frente e ao lado havia terreno baldio com uma mata muito alta que aos poucos murchava devido a sua presença e a esquerda dava para se notar numa casa do outro lado da rua um movimento de fora para dentro, era uma vassoura, alguém estava varrendo para fora alguma coisa...

E agora? O que o LaSombra fará?

-Estado- (Visão Tenebrosa)
Equipamentos = Celular Tijolão
Vitalidade = 7/7  – Normal
Pontos de Sangue = 5/13 (Fome)
Força de Vontade Atual = 8/8 (Super Motivado)
Experiência total: 2,0/2,0



========Agrupados=======
(Maithê;Iratã)


Pjs e NPCs Reunidos na Cena:
                                               

Nome: Samael
Aparência: 0
Traços Físicos: Corpo Grande, Pele com aparência de Pedra
Sotaque: Nenhum



Nome: ???
Aparência: 2
Traços Físicos: Nenhum Chamativo
Sotaque: Nenhum



Nome: Ayla Shamlian
Aparência: 4 + Presença
Traços Físicos: Voz Encantadora
Sotaque: Egípcio



Nome: Alexandre Miller
Aparência: 5 + Presença
Traços Físicos: Voz Encantadora, Toque de Congelamento
Sotaque:Nenhum


Havia algo de errado naquele trânsito como o de habitual, o trânsito estava parado há cerca de quinze minutos e não andava. Aos poucos, as pessoas tomavam ciência de que o motivo pela qual tudo estava parado. Era o prédio que pegava fogo...



Samael - Centro de Maryland - 21:16



O gárgula se encontra entre ir atrás do bandido e salvar uma criança indefesa, porem o padre sempre foi claro com ele quanto as leis divinas e por isso ele decide salvar a criança e o monstro de pedra voa até o prédio, durante o trajeto ele observa a multidão se formando ao pé do mesmo. O gárgula sabe que assim que tocar na menina, ela vai poder vê-lo, então ele olha pra fumaça que sai de cima da janela e percebe que embora seja fraca poderia desacordar uma criança em minutos, ele não consegue saber a extensão do fogo...

Menina  - Mãe... - Ela já falava em voz fraca - Mãe!

O Gárgula se aproxima mais, entretanto labaredas saiam do apartamento de baixo, entretanto O Escravo consegue conter seus instintos e tenta alcançar a garota, mas estando a pouco metros da criança, a mesma olha na direção do Gárgula e fala: - O popô! O popô! - Era nítida a expressão de felicidade ao ver O Monstro.

O Gárgula mergulha no apartamento, ele usa seus sentidos sobrenaturais para ver se há mais alguém lá dentro além da criança... Havia ninguém... Havia muita fumaça. Por fim ele abraça a criança e a espera desacordar e com ela nos braços corre alça vôo, mas ao sair da janela, seus ouvidos sobrenaturais ouvem:

??? - Jesus! O que é isso?

??? - Hã? Um ser de asas? Levando uma menina no colo?

??? - Mas, que porra é aquela?

??? - Aquilo tá salvando a criança!

??? - Puta que Pariu!!!!!!!

Era notório que ele foi revelado... As pessoas viram... Ao olhar para suas mãos, ele vê um brilho negro muito familiar... Era a chave! Será que... Ele havia pegado e tinha se esquecido? E agora? O que Samael fara?


-Estado- (Presença Invisível)
Equipamentos = Nenhum
Vitalidade = 8/8  – Normal
Pontos de Sangue = 13/14 (Saciado)
Força de Vontade Atual = 4/4 (Motivado)
Experiência total: 2,0/2,0





Ayla Shamlian - Centro de Maryland - 21:16



Os dois passeavam pela cidade... Era notória a surpresa de Alexandre ao ver tudo aquilo... Os prédios, as lojas, os estabelecimentos... O ancião dirigia bobo com tudo aquilo que via

Ayla - - Ao menos sabe para onde devemos ir?

Alexander - O que eu lhe disse?

Ayla - Que estava voltando...

Alexander - Além disso, acredita mesmo que não fomos notados? Principalmente você com esses olhinhos andando por ai

Ayla - Não seja irônico

Alexander - Não estou sendo. Seja agradável e sorria.

Ayla - O mau humor não costuma vir de mim

Ambos riem com a breve discussão. Ayla estava ansiosa, a última vez que mudou-se ainda era humana. Algumas perguntas percorriam sua mente: Quanto tempo mais até chegarem ao Elísio? Com quem falariam ao chegar? Ele parecia tão calmo que ela começou a cantarolar... “...arcana, arcana... tonight this journey seals my fate... far beyond the open gate... to the secret places never seen before.”

Alexandre dá um breve sorriso e liga o rádio do carro... Coincidentemente estava tocando a música...


Spoiler:

Aquela música... Naquela noite verdadeiramente sua jornada havia de marcá-la... Iria levá-la a lugares que ela desconhecia... Naquela noite... Naquela Noite...

A sua frente se formava um engarrafamento... A Toreadora via muita fumaça preta saindo, o que a fazia pensar que era um incêndio. De onde estava, a cainita conseguia ver os repórteres chegando para filmar o local. Aquilo parecia deixar a viagem ainda mais intediante, mas quando se dá por conta, ela escuta vozes... Vozes de pessoas apavoradas...

??? - Jesus! O que é isso?

??? - Hã? Um ser de asas? Levando uma menina no colo?

??? - Mas, que porra é aquela?

??? - Aquilo tá salvando a criança!

??? - Puta que Pariu!!!!!!!

A Toreadora ao procurar pela fumaça se depara com um ser alado cinza alçando vôo, segurando o que parecia ser uma criança, ao virar os olhos novamente, ela se depara com as câmeras dos repórteres focando e filmando a cena.

Alexander - Droga! - Ele olha para trás - Em breve as Harpias estarão aqui... - Ele balança a cabeça negativamente - Interessante um Gárgula... - A Pervertida podia ver os olhos do seu Mestre brilhando e com um sorriso no rosto como se estivesse maravilhado - Ok... Ok.. - Ele acorda de seu momentâneo transe e olha para os lados... - Eles não fizeram um desvio não?!


Estado-
Equipamentos = Nenhum
Vitalidade = 7/7  – Normal
Pontos de Sangue = 12/12 (Satisfeita)
Força de Vontade Atual = 8/8 (Super Motivada)
Experiência total: 1,2/1,2


Última edição por Algis em Qua Ago 13, 2014 12:39 am, editado 16 vez(es)

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Mindgame em Sex Ago 08, 2014 1:29 am

Legenda de Cores: Fala / Pensamento / Off/Sistema
Episcopisa escreveu:Buraco...
Me assegurarei da próxima vez que penetrem mais fundo, em lugares que a senhora...
Nem mesmo conhece...
Valkyria apertara os olhos em uma expressão confusa perante o olhar penetrante da anciã e fitava os movimentos de seu indicador antes de responder com um sussurro.
"Que isso... pra que esse bullying?!"
"... ela pode não parecer por fora, mas esse cheiro de maracujá velho não me enganou por um segundo..."
Seu olhar expressava uma versão irônica de um pedido de piedade.

...
Mike escreveu:Sim. Adoro mordidas...
Kraepelin sorri maliciosamente ao entregar-se novamente aos desejos bestiais que ressumbravam em seu ser e suas presas se revelam enquanto a neófita avança com leveza na direção de Mike.
A jovem Malkaviana posiciona suas mãos espalmadas no abdome do cainita e pressiona seu corpo contra o dele, mas Mike resiste sem se mover. Suas presas não alcançam o pescoço do grandalhão e, ao notar que novamente seu beijo era recusado, Valkyria se afasta com um semblante triste e confuso.
Mike escreveu:Bem que eu gostaria, mas...
Aqui não é hora e nem lugar para isso
"Ora, mas que hora e lugar seria melhor do que aqui entre amigos?"
Kraepelin retruca em tom sarcástico enquanto o cainita a deposita sobre o sofá, a obrigando a cruzar as pernas.
Quando a porta se abre, a neófita volta sua atenção a quem entra enquanto recolhe suas presas e se ajeita confortavelmente no assento, puxando as bordas de seu vestido a fim de cobrir melhor suas pernas.

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Anatema em Ter Ago 12, 2014 10:01 pm

Minha empolgação estava se esvaindo, aquela música escrota estava acabando com a minha paciência, desliguei o telefone e tirei a bateria junto com o chip, coloquei eles no bolso do meu sobretudo e continuei a caminhar até ouvir as duas vozes, Há, um deles parecia perceber mas, o outro deixava sua coragem se tornar estupides, deveria se achar o bicho papão da área, mas pareciam coelhinhos, coelhinhos suculentos, pena ter tantos olhos por perto... Me viro devagar com as mãos para cima ficando de costas para as duas câmeras, meu sorriso no mínimo era divertido, acho que vou brincar com eles um pouco.

"- Calminha calminha, darei tudo. Mas... Vocês tem certeza que estão prontos para aceitar?
(Ativo jogo das sombras)

Indico com a mão esquerda, que estava levantada, para baixo ainda com o sorriso e olhando para as sombras dos dois marginais que quase tocavam a ponta dos meus pés, elas pareciam se digladiar e uma cortando a outra, as duas tinham olhos que pareciam mais escuros que a própria sombra, então me volto para os dois encarando seus olhos e retiro os óculos mostrando as duas piscinas negras em que tinham se tornado...

Em um sussurro...
"- Eu voz ofereço, o dom da morte... Aceitam?"


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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por draco117 em Ter Ago 12, 2014 10:20 pm

O jovem lunático acorda, se ele não fosse um morto vivo com certeza sua cabeça estaria latejando, Max não se lembrava do que tinha acontecido, sua ultima lembrança era de um lobo na sua frente, então entrou em pânico e Puf... Estava alí.
Ele tenta se levantar, mas percebe que tem um lobo morto em cima dele, ambos estavam cheios de sangue e gosma verde.

“-Wow… Tem presunto de lobo em cima de mim. Que massa, eu que fiz isso? esse tal de Franklin deve ser demais.”

Ele vê o sangue de lupino, mas se lembra de que havia uma razão para ser raro algum vampiro que bebesse esse tipo de sangue e resolve ignorar.
Ele vê o homem caído no chão ferido, nada parecia anormal nele.

“-Ei cara, você tá bem? Também foi atacado por essas coisas?”

Passa pela cabeça do jovem que aquele homem poderia ter sido quem salvou sua vida, ao invés de Franklin, mas seu orgulho fala mais alto, até que fosse dito o contrário, ele se mantem na hipótese de que era quem derrotou os lobos. Ele tenta novamente sair daquela carcaça,  talvez o misterioso homem conhece-se a floresta melhor que ele e o levasse de volta a cidade. Depois esperaria o Nosferatu Gary, para leva-lo até o esconderijo de seu mentor, tentar ir sozinho havia se provado uma má ideia.

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Mindgame em Dom Ago 17, 2014 12:26 am

Legenda de Cores: Fala / Pensamento / Off/Sistema

Valkyria acompanha Kyki e, perante a apalpada, se vira rapidamente, olhando assustada para todos e para os cantos.
"Ok, espero que isso tenha sido a mão de um tarado invisível, porque eu não quero tomar aqueles remédios de novo..."

...

Após a partida da cainita, Kraepelin toma o livro de Saulo nas mãos, mas o cansaço vence sua curiosidade. A jovem Malkaviana dorme em meio a leitura.

1ª noite

Valkyria lê avidamente o livro que Saulo lhe dera.
"Lamber os ferimentos... hum... muito útil!"

...

"Laços de sangue... estranho... porque recusaram meus beijos então?
Céus... eu estaria a dois passos de me tornar uma escrava sentimental...
...
Que diferença faz... estou morta! Ao menos minha existência teria algum sentido..."


...

"Carniçais... então eram isso que eram. Por isso envolviam-se tão profundamente com Sinéad.
Preciso de alguns desses."


...

"Vaulderie... interessante..."

...

"Diablerie... soa terrível..."

...

Após a leitura, a cainita tira o restante da noite para praticar o aprendizado e caçar suas primeiras presas em algum canto escuro em uma boate barata, seduzindo e deixando suas vítimas desacordadas (bebendo no máximo 3 pontos de sangue por vítima).

2ª noite

Usando o livro, a neófita usa sua especialidade para rastrear palavras-chave na rede sobre cainitas. Seu foco é encontrar registros dessas criaturas sobrenaturais nos servidores da Agencia de Inteligência Americana, mas sua pesquisa se estende até trocas de informações entre usuários que contenham tais palavras-chave.
Valkyria se concentra nesses logs ao longo da semana afim de estruturar um banco de dados completo sobre os perfis e atividades sobrenaturais no país. (Inteligência(Especialização Analítico)+Informatica/Investigação(média), Dificuldade base -4, cumulativo por 7 noites)
"Se informação é poder..." Kraepelin franze as sobrancelhas e distorce a voz enquanto fala sozinha a frente do computador. "... eu... sou... DEUS!"

9ª noite

Com sua base de dados iniciada, a Malkaviana passa a estabelecer vínculos com cainitas em situação de risco através do apelido Nonomori, sem jamais encontrá-los pessoalmente. Kraepelin oferta a limpeza de seus nomes e desaparelhamento de investigações em troca daquilo que considera útil ou, no mínimo, que seus clientes possuem em abundância. Seus preços variam de "trazer-lhe um jantar" até posse de informações exclusivas. (Dependendo do caso, Manipulação+Empatia ou Intimidação ou Lábia)
Em paralelo, Valkyria desenvolve um logaritmo que, de forma passiva, rastreia novas informações e às acrescenta em seu banco de dados. (Inteligência+Informatica, Dificuldade base -4, cumulativo até conseguir os sucessos necessários)

39ª noite

Um dos cinco melhores hackers da cidade recebe uma mensagem anônima em seu computador contendo informações sigilosas da investigação sobre si acompanhada por uma oferta:
"Eu posso te ver e sei quem és. Sei o que fizeste e o que procuras.
Tu podes ser tão grande quanto eu ao meu lado ou enfrentar a sola de meu sapato.
Tudo o que lhe ofereço agora é seu próprio destino, então mostre-me o que preferes:
Seu último fracasso ou seu primeiro pedaço de pizza?
-Nonomori"

A campainha toca e, se o hacker abrir a porta, encontrará Valkyria vestida de entregadora segurando uma caixa de pizza e um refrigerante sem rótulo.
"Ola! Boa noite!
Aqui está!"

Se questionada, a neófita responde apenas que a pizza já foi paga e vai embora. O refrigerante possui um gosto distinto, mas, ao bebê-lo, dificilmente alguém se importaria com algo misturado ao conteúdo original e uma mensagem escondida no interior da garrafa se revela:
"O
último
gole
revelará
o
caminho:
Siga
o
sabor
de
chocolate!"

(1 ponto de sangue misturado no conteúdo da garrafa = Perturbação Sinestesia)
O sinestésico, que agora é capaz de enxergar sabores, provar sons e ouvir cores, facilmente identifica pistas com sabor de chocolate ao olhar pela janela. Se segui-las, chegará a estação abandonada onde Kraepelin dará continuidade ao recrutamento como seu novo carniçal.
Off = Caso o recrutamento falhe em qualquer ponto do processo, Valkyria irá desmascarar o IP do alvo e apontá-lo falsamente como responsável de crimes virtuais inafiançáveis, passando para o próximo da lista = On
Este processo de recrutamento é repetido com os outros 5 melhores hackers da cidade e seus laços de sangue são reforçados ao longo das próximas noites.
A neófita mente sobre a identidade de Nonomori para seus servos, fazendo-os acreditar que ela é apenas mais uma de seus aliados, mas, por ser mais antiga e confiável, é a ponte entre eles e seu chefe.

66ª noite

Em conjunto com seus 5 servos, Kraepelin projeta uma empresa de serviços online que domine o mercado, visando hospedar e desenvolver softwares com o objetivo de gerar lucros principalmente através de publicidade. Seu principal atrativo seriam redes sociais que mascarariam a coleta de informações pessoais de seus usuários de forma legal. (Teste cumulativo em grupo, se necessário)
Tão logo o projeto se concretiza, a neófita insere seu logaritmo afim de manter seu banco de dados atualizado.

90ª noite

Off = Vou responder as perguntas fora da narrativa em função da necessidade de testes. Na próxima postagem trabalho a imersão dessa parte.
Onde você está? R: Depende dos recursos que a PJ conseguiu conquistar nesse meio tempo, de acordo com o descrito ao longo dos 3 meses (1=Apartamento pequeno/2=Apartamento Grande/3=Casa/4=Cobertura luxuosa/5=Mansão)
Com quem você está? R: No máximo carniçais. Eles cuidam da empresa durante o dia e lhe entregam um relatório em seu refúgio ao anoitecer.
Fazendo o que? R: Acabando de acordar.
Por que? R: É melhor não antecipar os eventos do dia por desconhecer os resultados dos testes.
Que horas? R: 18:00
Seu Pj tem planos para a noite? R: O mesmo de todas as noites: TENTAR CONQUISTAR O MUNDO!
Tem Algum compromisso? R: Nada que não possa ficar para amanhã. XD = On
Saulo escreveu:Use sua intuição!!!
Já faziam três meses desde a última vez que Valkyria ouvira aquela voz e o gosto abananado permanece em sua boca após a visão.
"Domo... ostentação... corrompido pelas trevas...
Três pilastras... virtudes...
Céus! Espero que essa simbologia não tenha a ver com o excesso de pornografia que ando vendo na Web Invisível!"

Kraepelin se ergue e caminha de um lado para o outro.
"Ah, Saulo... o que está tentando me dizer?"(Raciocínio+Tempo Malkaviano, gasto de 1 ponto de Força de Vontade para um sucesso automático)
De olhos fechados, a neófita lança-se novamente na rede de loucura, refletindo sobre a visão que tivera em busca de mais pistas.

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Lunna Carlson em Seg Ago 18, 2014 7:55 am

Ayla sorri ao reconhecer a música no rádio. Coincidência ou não, a música tornava-se cada vez mais pertinente. O sorriso se desfaz por completo ao notar o engarrafamento.
Falta muito?
A presença de uma fumaça escura revelava um prédio em chamas, tornando o percurso mais longo e chato. Os repórteres já estavam no local, todos assanhadinhos para ver quem conseguia a melhor imagem. Ayla faz um sinal com a mão indicando a presença dos repórteres enquanto sorri com uma expressão sarcástica.
É impressionante como as pessoas entretêm-se com a própria desgraça. Repórteres.  “Depois nos é que somos monstros. Não raro damos mais valor a suas vidas do que eles.”  Aposto que chegaram aqui antes dos bombeiros.
Miller não duvidava que Ayla estivesse correta, as pessoas preocupavam-se mais com o registro do que com a vida humana, ao passar de cada década a vida do ser humano diminuía seu valor drasticamente. O carro parava devido ao transito, com uma expressão de tédio ela repousa sua cabeça no encosto do banco e fecha os olhos.
Vamos, anime-se, não pode ser assim tão ruim.
Ela estava pronta para responde-lo de forma rude quando escuta as vozes em tom de pavor e desespero...
??? - Jesus! O que é isso?

??? - Hã? Um ser de asas? Levando uma menina no colo?

??? - Mas, que porra é aquela?

??? - Aquilo tá salvando a criança!

??? - Puta que Pariu!!!!!!!

Há algo errado. ... Imediatamente ela abre os olhos e começa a buscar em meio a fumaça a fonte de tamanho espanto. “Um ser de asas mais uma garotinha...”
Em poucos instantes seus olhos captam um cenário desastroso, um ser voador, cinza, carregando uma criança e principalmente sendo filmado por repórteres.
Repórteres. O racinha infernal.  Agora ela estava irritada. Mas que Diabos estão aprontando por aqui?  
Alexander - Droga! - Ele olha para trás.
Não pode ser tão ruim?!  Sua voz não era simplesmente irônica carregava em si um tom repreensivo. Apenas pode piorar.
Em breve as Harpias estarão aqui... - Ele balança a cabeça negativamente
Diante a aquilo... Ayla apontava para a criatura em seguida para as câmeras da Tv. ...Acho que não seremos a prioridade das Harpias... Ayla não tinha dúvidas... Alguém estava bagunçando aquela cidade. Ela não via motivos para temer as Harpias, eles estavam indo cumprir protocolos, a maldita burocracia e foram recepcionados por um evento um TANTO incomum. Serem questionados, provavelmente seriam, mas é como dizem... Quem não deve não teme. ... A menos que entre elas tenha uma ex namorada rancorosa, ai as coisas mudam. Ela não pode conter o comentário, mas Alexandre aparentou estar tão vidrado na criatura que, ao menos de início, a ignorou.

Interessante um Gárgula...
- Alexandre estava assustadoramente fascinado pela criatura, seus olhos pareciam brilhar enquanto observava aquela cena bizarra. “Ele está sorrindo, Sorrindo, sendo que segundos antes estava preocupado com as Harpias! Volátil, nem um pouco.” Isso sim a preocupava.
Ok... Ok.. -
Ele começa a buscar algo ao redor. Finalmente ele aparentava desvincular-se daquele magnetismo.
Bem vindo de volta.
Eles não fizeram um desvio não?!
Se não fizeram, tem um cruzamento logo a frente, pode tentar usá-lo para sair da avenida principal. E então, estou curiosa, qual seu problema com as Harpias daqui?

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Ayla
Alexandre
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Carnificina post nº 1

Mensagem por James kirk em Ter Ago 19, 2014 12:08 am

Eu sou natural do Brasil, meu sobrenome não importa, mas meu prenome é Hiago, sou natural de Manaus e foi lá que aprendi a lenda do boto cor de rosa, Conta na Amazônia, que os botos do rio Amazonas fazem charme para as moças que vivem em vilas e cidades à beira-rio.
Eles as namoram e, depois, tornam-se os pais de seus filhos!
 
Essa noite começou de maneira um pouco parecida, mas ao invés da beira de um rio numa imensidão verde, foi num beco de uma fétida capital americana, como na lenda do boto  eu também me transformei, a aparência repuginante e as vestes velhas e sujas, ficaram para atrás e mais uma vez voltei a ser o belo e jovem mortal, que um dia eu fui.
 
Utilizando-me de meus dons, eu atrai a primeira incauta com o som encantador de minha voz, a jovem não teve muito o que fazer por sua existência, a não ser tremer enquanto sua vida se esvaia, arrastei-a junto comigo para o bueiro.
 
Divide a caça com os demais do refúgio coletivo, a final de contas atitudes pouco egoístas podem ajudar a tirar o alvo das suas costas e colocar na de outro num local como o refúgio coletivo.
 

Segundo o relógio de pulso da jovem, que ela tão gentilmente me cedeu, informam, que já são 23:00 h, não tenho planos para essa noite, mas as vezes caim tem planos para nós.

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Samael em Qua Ago 20, 2014 10:41 pm

[Narrativa] Samael percebe que foi avistado pelos mortais, de repente ele vê a chave em suas mãos, então ele resolve voltar a igreja para guardar a chave e deixar a criança com o padre.
[Pensamento] Tenho que sair logo daqui, se eu ficar vou ter problemas, e agora essa chave, como ela veio parar aqui? Agora o ladrão que roubou a bolsa da mulher vai escapar!
[Narrativa] Samael tenta despistar os olhares enquanto volta para a igreja, ele não quer continuar chamando atenção.

OFF: Peço perdão, sei que esta esta longe de ser a minha melhor postagem, é que eu tenho terminar ainda hoje o meu plano de estagio e é pra amanhã. Bom jogo a todos. ON
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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Algis em Sab Ago 23, 2014 1:59 am

========Desagrupados=======
(Christian; Vinicius; Ricardo;Rafael; Maithê; Iratã)

Off: Fiz outro post em baixo deste, por favor leiam...


Valkyria Kraepelin - Refúgio de Lili - 18:07



Pjs e NPCs Reunidos na Cena:
                                               

Nome: Valkyria Kraeplin
Aparência: 4
Traços Físicos: Voz Encantadora
Sotaque: Nenhum



Nome: Lili
Aparência: 2
Traços Físicos: Presença Sinistra, Toque de Congelamento
Sotaque: Nenhum



Nome: Babá
Aparência: 2
Traços Físicos: Nenhum Chamativo
Sotaque: Nenhum


A Malkav concentrava-se em reunir informações para estar em vantagem. Ela era nova nisso tudo e precisava disso as primeiras noites foram pouca proveitosas, tudo que ela tinha em mãos eram informações da polícia que não eram lá... essas coisas, mas finalmente ela conseguiu entrar onde ela tanto almejava: A Agencia de Inteligência Americana. Ela conseguia ver que apenas agora o governo se dava conta de assassinatos em série em que a vítima é deixada sem sangue e que também há pouco tempo, A Inteligência estava investigando sobre esses casos e sequer cogitavam a idéia de vampiros. A quarta noite se erguia e Valkyria começava sua investigação: monitorando qualquer coisa que pudesse ajudá-la, mas a sinestésica, apenas houve o som de algo caindo e amortecendo o chão, como um gato fazendo uma queda e do nada um clarão a faz ficar cega e lacremejar sangue... Afinal de contas o que era aquilo? O que estava acontecendo?Ela se lembra de jogar seu computador em um balde de água ao lado, mas com um tapa, ela não conseguia, pois não ouvia o barulho de nada cair na água e então ela se lembra de se jogar contra o PC, cega, sabia exatamente onde havia deixado e jogando seu corpo contra. Ela escuta o som de algo caindo na água... Ainda bem... Por fim ela vê cinco vultos entrando, todos estavam com lanternas e com coisas compridas nas mãos. A Malkav deduzia que eram fuzis... Um dos vultos falava: Alto! Levante as mãos!

Por fim outro vulto entrava, dava para perceber que ele a observava, ele se aproximava - Está presa por invadir os servidores da Inteligência!

Valk - Este computador estava aqui e apenas o encontrei...

O homem dava uma risada de zombaria - Vamos levá-la daqui, quero sair logo deste buraco... - Se aproxima dos ouvidos dela - Dessa vez te peguei sanguessuga ordinária...

Astutamente a Malkav usa de uma de suas disciplinas de clã contra o homem, o tom de voz dele muda - Quero logo ir pra casa... Vamos...

Os homens ali levam A Louca como uma criminosa e a vendam. Por fim a pobre se via vendada e presa, estava com muita fome e havia algo preso aos seus pulsos e aquilo drenava seu sangue de modo a deixá-la em frenesi. Seu corpo tremia, suas presas automaticamente saiam, a única coisa que ela queria, era voar no pescoço de duas vozes que estavam ali: uma masculina e outra femenina, por fim o último pulso é dado e a Malkav se sente sonolenta e aos poucos se esvai e fechava os olhos...

...

Valkyria acordava, não estava mais presa. Ela olhava para os lados e percebia que estava numa câmara, similar as acolchoadas usadas em manicômios, estava suja se sangue e também não estava com fome, ao olhar para o lado, ela vê uma mulher negra e idosa. A mesma vestia roupas simples e estava sentada numa maca ao lado.



Spoiler:

Babá - Piranha! - A mulher olhava para a Valkyria e logo após olhava para o nada, estática

A Hacker via um rastro de sangue que dava em direção à porta dali, mas ao se levantar se depara com uma figura que parecia ser uma criança, a mesma estava com um vestido e segurava com sua mão esquerda um coelhinho de pelúcia, sujo de sangue. A "menina" ao ver a Hacker dá um sorriso sádico, porém inocente - A Tiatia já comeu?

Babá - Piranhas!

A menina pega Valkyria pela mão e a tira para o corredor e aponta para os corpos de dois funcionários - Eu te dei comida!!!

Valkyria, mesmo horrorizada com aquela situação, tenta interagir com a menina - Onde é saída daqui?

A menina responde - Num buraaaaaaco...

Valky - Onde fica o buraco?

Menina - No ninho das fumigas....

Valky - Então me leva lá...

Menina - Até porque vou ganhar UM MONTÃO de sorvete se eu te levar... Um homem alto e moreno disse que ia me dar...[/color]

A Babá se levanta e sai andando na frente, não se importando com as outras duas. A menina suja as paredes com sangue, como se estivesse pintando uma parede e salta cantarolando... A idosa anda se arrastando e não parece se importar com as outras duas ali...

Ao virar a esquina do corredor as três se deparam com um exército chegando, ao ver aquilo os olhos da menina brilham - Ah! Eu quero brincar!

Valk - Você prefere brincar ou ganhar o sorvete?

A menina com uma cara emburrada fala - Odeio quando me fazer ficar indecisa... - Ela pega na sua mão - Vamos! Vamos fazer as duas coisas...

Valkyria se preparava para o embate, fazendo Lili como escudo humano, mas de alguma forma os soldados as ignorava. Lili fazia um sinal de silêncio e a Hacker respondia, deduzindo que era um efeito de Ofuscação...

Por fim as três chegavam a uma porta, Lili se posicionava - Aí!!! O Buraco das fumigas!!! Pula, Pula!!!

Valkyria tentava atravessar a parede e dava de cara nela

Lili - Você é burra heiiiiin?!

Nesse instante Babá atravessava a parede e as duas a seguiam, até se depararem com o lago Baltimore.

Valky - E agora? Pra onde vamos?

Lili - Vamos para a casinha!!! Você sabe dirigir né?!

Valky - Não, não sei dirigir...

Lili - Você é burra hein?!

As três desciam por uma tubulação e após andarem bastante, entravam em um recinto que parecia ser o sonho de qualquer menina: havia bichinhos de pelúcia, tudo era rosa... E vermelho também. Havia corpos tomando chá com os ursinhos, cadáveres maquiados e utensílios femininos... A Hacker ao entrar travou completamente e após um tempo conseguiu se movimentar pelo lugar que cheirava mal...

Lili - Meu nome é Lili e se sinta à vontade na minha casinha... - Ela aponta - Ali tem uma caminha super confortável...

Lili pega seu bichinho e deita e a Babá fica ali... Olhando para o nada. Como um ultimo movimento da noite a Valky se concentra e tenta ver o que aconteceu nesses três meses na Rede da Loucura... De novo palavras desconexas se faziam...

Humano... Fé... Maldito...


...


Valkyria acordava e via que sua anfitriã também dormia, Babá não estava mais no mesmo lugar... Ela estava sentada na cama onde Valky estava. A entrada do Refúgio estava fechada. O sonho que tivera com os pilares a havia deixado impressionada e recorre ao seu Mentor:

Valky - "Ah, Saulo... o que está tentando me dizer?"

Saulo - Minha Hacker... Pense... Pense... Esses sinais são para sua própria sobrevivência... - As palavras deles soam como um eco - O que sei é que... Essas vidas estão ligadas a você de alguma maneira e... Você, apenas você pode interferir. Minha experiência de Séculos de existência diz isso... - Ele pausa - Não se apavore, apenas existem coisas piores do que perder a sua não-vida... Lugar... ostentação... Essa é fácil! Haha! Uma Mansão!!! Adoro Enigmas!

Ao conversar com Saulo, seus olhos passam pelo refúgio e notam que... um dos corpos que está ao chão... está... Respirando?! O Corpo parece ser de um homem...

E Agora? O Que Valky fará?


-Estado- (Normal)
Equipamentos = Nenhum
Vitalidade = 7/7  – Normal
Pontos de Sangue = 8/8/10 (Leve Fome)
Força de Vontade Atual = 9/10 (Super Motivada)
Experiência total: 5,2/5,2



Max Kabble Fontaine/Franklin - Cylburn Arboretum - 21:21


                                       
Pjs e NPCs Reunidos na Cena:
                                               

Nome: Max Kabble Fontaine
Aparência: 4
Traços Físicos: Rubor de Saúde, Voz Encantadora, Fisionomia Amigável, Rosto de Bebê
Sotaque: Nenhum




Nome: ???
Aparência: 2
Traços Físicos: Feridas e Tatuagens Tribais por todo o Corpo
Sotaque: ???




- MORTO -

Nome: ???
Aparência: 1
Traços Físicos: Aspecto Doentio
Sotaque: ???


- MORTO -

Nome: ???
Aparência: 1
Traços Físicos: Aspecto Doentio
Sotaque: ???


O jovem lunático acorda, se ele não fosse um morto vivo com certeza sua cabeça estaria latejando, Max não se lembrava do que tinha acontecido, sua ultima lembrança era de um lobo na sua frente, então entrou em pânico e Puf... Estava alí.
Ele tenta se levantar, mas percebe que tem um lobo morto em cima dele, ambos estavam cheios de sangue e gosma verde.

Max - “-Wow… Tem presunto de lobo em cima de mim. Que massa, eu que fiz isso? esse tal de Franklin deve ser demais.”

Ele vê o sangue de lupino, mas se lembra de que havia uma razão para ser raro algum vampiro que bebesse esse tipo de sangue e resolve ignorar.
Ele vê o homem caído no chão ferido, nada parecia anormal nele.

Homem - Garoto... - Ele estava exausto - O que está na fazendo aqui nessa floresta? - Ele rastejava na direção de Franklin...

Max - “-Ei cara, você tá bem? Também foi atacado por essas coisas?”

O homem não respondia, ele apenas rastejava na direção do menino e fazia força até o corpo do Lupino cair para o lado. Após o esforço, o homem deita de barriga para cima, ele estava muito exausto e respirava ofegantemente. Havia feridas e tatuagens tribais por todo o corpo.

Homem - Garoto! Onde estão seus pais? Porque você está no meio dessa floresta? - Ele tenta se levantar, mas não consegue - Tenho que te levar pra casa...

Seu celular tocava... Era Gary... Ao atender ele nota a dor horrível em seus braços...

Gary - Igreja... Esta?... Cade?


-Estado- (Normal)
Equipamentos = Celular tijolão
Vitalidade = 5/7  – 2 níveis de dano agravado (Buracos de garras nos dois antebraços)
Pontos de Sangue = 5/10 (Fome)
Força de Vontade Atual = 3/3 (Motivado)
Experiência total: 3,2/3,2




Magnun Behael - Ruas da Periferia - 22:10



Pjs e NPCs Reunidos na Cena:
                                               

Nome: Magnun Behael
Aparência: 2
Traços Físicos: Sem Reflexo, Arauto do Abismo (Toque de Congelamento e Presença Sinistra)
Sotaque: Francês



Nome: ???
Aparência: 2
Traços Físicos: Nenhum Chamativo
Sotaque: Nenhum



Nome: ???
Aparência: 2
Traços Físicos: Nenhum Chamativo
Sotaque: Nenhum


Aqueles dois humanos pareciam realmente dois coelhinhos suculentos. O Guardião acaba de receber um trote, mas em compensação... Aqueles a sua frente pareciam bem apetitosos... Ele se vira devagar com as mãos para cima ficando de costas para as duas câmeras, seu sorriso no mínimo era divertido...

Homem 1 - Passa tudo otário!

Homem 2 - Tem algo errado com esse sujeito, algo... ruim...

Homem 1 - Vamos pegar o dinheiro e dar o fora ok?

Magnum - Calminha calminha, darei tudo. Mas... Vocês tem certeza que estão prontos para aceitar?

Ele indica com a mão esquerda, que estava levantada, para baixo ainda com o sorriso e olhando para as sombras dos dois marginais que quase tocavam a ponta dos meus pés, elas pareciam se digladiar e uma cortando a outra, as duas tinham olhos que pareciam mais escuros que a própria sombra, então ele volta o olhar para os dois encarando seus olhos e retira os óculos mostrando as duas piscinas negras em que tinham se tornado...

Behael - Eu voz ofereço, o dom da morte... Aceitam?

Os olhos dois sujeitos se arregalam, imediatamente começam a se apalpar procurando por algo. O negro saca um faca e o branco saca um revólver

Negro - Que merda é essa?! Eu disse que isso ia acabar mal!

Branco - Eu vou encher tua cabeça de bala entendeu?!

E agora?! O que Behael fará?


-Estado- (Visão Tenebrosa) - Jogo de Sombas ativado
Equipamentos = Celular Tijolão
Vitalidade = 7/7  – Normal
Pontos de Sangue = 4/13 (Muita Fome)
Força de Vontade Atual = 8/8 (Super Motivado)
Experiência total: 2,8/2,8




Samael - Igreja de San Amaro - 21:24



Pjs e NPCs Reunidos na Cena:
                                               

Nome: Samael
Aparência: 0
Traços Físicos: Corpo Grande, Pele com aparência de Pedra
Sotaque: Nenhum



Nome: Antônio
Aparência: 3
Traços Físicos: Nenhum Chamativo
Sotaque: Nenhum



Nome: ???
Aparência: 2
Traços Físicos: Nenhum Chamativo
Sotaque: Nenhum



O Escravo havia percebido que havia chamado a atenção, imediatamente sai do lugar com a menina nos braços. Agora tudo o que importava era levar a garota para igreja e principalmente viva. O Gárgula lamentava o fato de que o ladrão de bolsas ter fugido, mas agora tudo o que importava era levar a menina para a igreja...

Ao chegar lá, ele é recepcionado pelo padre que ao ver a cena, toma a criança nos braços e encarando o Gárgula fala:

Antônio - Pelo amor de Deus, o que houve? Precisamos levá-la ao hospital! - Ele lhe encara - O que você fez nesse meio tempo?

Ao conversar com o padre, o Gárgula nota que a chave brilhava cada vez mais e fazia força contra a mão dele. O objeto salta de sua mão e encrava no tórax do vampiro que agora sentia uma dor excruciante, por mais que ele fizesse força para tirar a chave do peito dele e usasse da vicissitude, a chave entrava mais e mais. O Gárgula sentia agora, o objeto perfurando sua carne e tudo o que restava agora... era um enorme buraco em seu peito que começava a sangrar...

Antônio - Mas... O que é isso?!

Os olhos do Escravo se tornavam pretos com um brilho negro ao ponto de se ajoelhar de dor... Suas presas cresciam e ele se sentia de alguma forma... Mais poderoso.......... Um vento impetuoso tomava o lugar e o vento carregava qualquer papel, ou qualquer outra coisa que fosse leve demais...

E agora? O que Samael fará?


-Estado- (Presença Invisível)
Equipamentos = Nenhum
Vitalidade = 5/8  – 3 Agravado (Buraco no meio do peito)
Pontos de Sangue = 13/14 (Saciado)
Força de Vontade Atual = 7/7 (Motivado)
Experiência total: 3,2/3,2


Spoiler:
Parabéns!!!

Humanidade: +1
Força de Vontade: +3
Disciplina - Daimoinon: Nível 1


Defeitos:
Toque de Congelamento, Brisa Frígida


Ayla Shamlian - Elísio - 21:46



Pjs e NPCs Reunidos na Cena:
                                               

Nome: Nathalie Moon Le'Blanc
Aparência: 4 + Presença
Traços Físicos: Fisionomia Amigável, Voz Encantadora, Santidade
Sotaque: Russo



Nome: Camila Weisser
Aparência: 3 + Presença
Traços Físicos: Nenhum Chamativo
Sotaque: Britânico



Nome: Ayla Shamlian
Aparência: 4 + Presença
Traços Físicos: Voz Encantadora
Sotaque: Árabe



Nome: Alexandre Miller
Aparência: 5 + Presença
Traços Físicos: Voz Encantadora, Toque de Congelamento
Sotaque:Nenhum


Os dois conversavam em meio ao trânsito, entretanto a Pervertida faz uma pergunta...

Ayla - Se não fizeram, tem um cruzamento logo a frente, pode tentar usá-lo para sair da avenida principal. E então, estou curiosa, qual seu problema com as Harpias daqui?

O ancião faz o caminho que Ayla havia sugerido e dirige - Pedi anistia, somos de uma linhagem diferente dos Toreador da Camarilla e... Na época em que pedi... Bom, você sabe... Elas cismam com tudo. O fato de sermos antitribu, nos coloca como suspeitos em qualquer coisa... entende? - Ele se vira para a cria e acena com a cabeça - Quando chegarmos, provavelmente vão estar lá... Tenha jogo de cintura ok? - Ele pisca para a neófita e faz uma pausa, nesse momento a Toreador podia ver a mansão - O fato de ser antitribu não é uma coisa que se fala por aí... E lembre-se, sempre que estiver na presença de uma pessoa bonita, ou um show espetacular, finja estar em transe... entendida? - Seu senhor encerra seu sermão num tom de voz que parecia uma ordem, mas também era possível sentir preocupação nele. O carro passa pelos carniçais e seguranças, uma rotina de qualquer lugar e em seguida vai para o estacionamento do lugar

Alexandre - Vamos?! - Ele sai do carro e a espera no lado de fora

...

Os dois entram no Elísio e presenciam uma mulher com uma prancheta em mãos, ela falava ao celular e balançava a cabeça negativamente (Camila Weisser). Ela caminha em direção a uma das poltronas do Hall, deixando a prancheta de lado. Uma de suas pernas tremia, parecia estar ansiosa.

Um dos carniçais presentes se aproxima e em um tom gentil e cortês se reporta aos dois.

Carniçal - Boa Noite senhores, o que desejam?

Alexandre - Desejamos nos apresentar a Regente - Ele retribuía o cordialidade

Carniçal - Claro, antes terão que passar pelo Sr Ilosaf, O Senescal. Ele os verá em breve...

Alexandre - Claro, tudo pelas tradições...

O Carniçal os conduzia até um grande salão, onde havia outros cainitas e carniçais. O lugar tinha todo um requinte moderno e sofisticado, mas também com um toque retrô, o carniçal se retirava e entrava numa das portas do Salão. A Toreador podia perceber os olhares curiosos daqueles estavam ali. Seu mentor estava perdido em seus pensamentos olhando para uma janelas do lugar, até que uma voz linda femenina a surpreende Ayla:

Nathalie - Boa Noite - A bela mulher se apresentava e olhava para dentro de seus olhos - Nova por aqui? Me chamo Nathalie - Seu sorriso era convidativo e também de algum modo aquela mulher a inspirava de modo como se fossem velhas amigas e realmente ela lembrava uma de suas amigas com quem sempre estudava na faculdade...

E agora o que Ayla fará?

OFF: Se quiser adiantar as conversas, pois iria adiantar, pois isso é só conversa... Pode ser pelo face, escrito msmo...

Estado-
Equipamentos = Nenhum
Vitalidade = 7/7  – Normal
Pontos de Sangue = 12/12 (Satisfeita)
Força de Vontade Atual = 8/8 (Super Motivada)
Experiência total: 2,4/2,4



Carnificina - Refúgio Coletivo - 23:03




Pjs e NPCs Reunidos na Cena:
                                               

Nome: Carnificina
Aparência: 0 + Presença
Traços Físicos: Dedos Longos, Voz Encantadora, Presas Exageradas, Boca Exagerada
Sotaque: Brasileiro



Nome: Mike
Aparência: 2
Traços Físicos: Brigão, Corpo Grande, Cicatriz no Antebraço esquerdo
Sotaque: Nenhum



O Nosferatu trazia para a casa comunal, uma de suas presas. Ele havia tomado de seu sangue o suficiente para se saciar, ao entrar na loja que sempre fica, carnificina se depara com Mike, um Gangrel recém criado. Ele andava de um lado ao outro como um louco, o lugar estava vazio aquela noite, ao acordar quase todos os filhos de Caim, havia saído. Ao ver o corpo da mulher sangrando ao chão, o rapaz fita os olhos no Nosferatu e dá sorriso sem graça.

Mike - Eh... Oi... - Ele estende a mão - Todos aqui foram embora e... falaram sobre um tal de lugar... Flores Negras... Rosas... Algumas coisa assim... Você sabe onde é? Parece ser legal...

Aquele cainita era um recém criado e com certeza ainda carregava humanidade, A Casa de Espetáculos tinha alguma coisa naquela noite... O Nosferatu gostaria de ir? Ele também havia ouvido algo sobre um incêndio no Centro, alguma coisa assim...

E Agora o que Carnificina fará?

Estado-
Equipamentos = Nenhum
Vitalidade = 7/7  – Normal
Pontos de Sangue = 10/8/10 (Satisfeito)
Força de Vontade Atual = 6/6 (Motivado)
Experiência total: 1,2/1,2

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Samael em Seg Ago 25, 2014 1:00 am

[Narrativa] Samael, se encontra agora ajoelhado por conta de uma dor indescritível, porém, junto com a dor, vem também um sentimento de mais força e mais poder que o agradava. O monstro de pedra rugi em agonia, seus rugidos são tão altos que ecoam por toda a igreja.

            Mesmo com aquela horrível dor o gárgula olha para o padre e vê nele um semblante de horror e desespero diante daquela cena. O padre pergunta “Mas...O que é isso?!”
            Samael então responde com voz tremula:
            [Fala] – Eu também não sei! Mas isso não é importante agora, você tem que levar a menina para o hospital e encontrar os pais dela o mais rápido possível! Pode deixar que eu me cuido.
[Narrativa] O monstro de pedra não podia permitir que algo acontecesse com a criança que ele acabava de salvar. Ele não parava de se perguntar o que estava acontecendo.
           
OFF: Uso seis pontos de sangue e um de força de vontade para me curar ON:
           
            Ainda ferido Samael se dirige para seu cômodo na torre do sino para esperar seus ferimentos se curarem, após chegar em seus aposentos ele se senta em um dos cantos e começa a refletir sobre suas estranhas visões, além de tentar somente refletir, ele tenta entender o que elas significam.
            [Pensamento] – Essas visões, as imagens, as pessoas, os lugares, tem algo estranho neles, sempre me pareceram tão reais, eu preciso entender o que significam, talvez sejam mensagens de Deus para mim ou apenas delírios da minha mente.

            [Narrativa] O monstro de pedra já sente a tristeza vir, pois ele sempre se entristece ao ter ou tentar compreender suas visões.
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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por Algis em Seg Ago 25, 2014 1:27 am

Olá Pessoas!!!

Postarei nesta Quarta novamente ok pessoas? Mas para atormentar a vida de vocês irei postar algumas coisinhas abaixo...

Dependendo do que fizer durante a Crônica:

Ricardo - "Existem coisas que são piores do que perder a sua não-vida..."

Maithê - A voz no outro lado era de alegria, pura alegria, mas de repente... ficava mudo...

Vinícius - Uma dança foi concedida, mas ele não quis mais e pagou um alto (erro no sistema), pequeno (memória corrompida), nenhum (O Windows não conseguiu achar o arquivo) preço por isso...

Cris - E tudo o que ela sentia era que ele alçava o vôo e os seus grunhidos...

Rafael - São Muitas Vozes, muitas... muitas... Não sei qual devo ouvir...

Iratâ - O que vale mais a pena? Uma alma ou um hino fúnebre?

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por draco117 em Qua Ago 27, 2014 9:28 pm

“- Garoto! Onde estão seus pais? Porque você está no meio dessa floresta?
- Tenho que te levar pra casa...”


O garoto tenta ajudar o homem a se levantar, apoiando um de seus braços no ombro e o tirando dali.

“-Valeu por tirar essa coisa de cima de mim, temos que sair daqui, antes que mais algum desses apareça.”

O pequeno lunático tenta arrasta-lo até o pé de uma arvore e encostá-lo no tronco, sentado. Então seu telefone toca.

“-Alo?”

Era Gary, a voz do nosferatu o trouxe alivio imediato, finalmente uma voz familiar depois de tanta confusão.

“- Igreja... Esta?... Cade?”


“-Gary! Graças a Deus, eu e um cara fomos atacados por um monte de lobos, eu acho... Não lembro bem, mas tem que tirar a gente daqui.”

O sinal estava uma droga, falhando muito, ele esperava que sua mensagem tivesse sido enviada. Ele se senta ao lado do homem, então lhe passa pela cabeça, tinha que dar uma explicação plausível, afinal não seria inteligente contar a um humano que era um vampiro atrás de seu mestre, nenhum dos dois conseguiria sobreviver a outro ataque sozinho.

“-Maldita Aposta que fiz, dois garotos do colégio, apostei que conseguiria andar por essa floresta sozinho e voltar vivo, acho que arrisquei demais só por 50 dólares.”

O garoto esperava que o homem estivesse debilitado o bastante pra não perceber os furos obvieis em sua mentira e não questionar o fato dele ter resistido tanto a um ferimento tão sério, ou outros detalhes decorrentes do fato dele não mais estar entre os vivos.

“-Por que você está na floresta a essa hora? é um índio ou alguma coisa assim? sabe, esses lobos mortos dariam um bom churrasco agora.”

Narrativa
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“-...” Fala
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draco117

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

Mensagem por James kirk em Qui Ago 28, 2014 9:40 pm

- Quem te criou?-, falo.

vou caminhando e arrastando o corpo e ofereço a ele para que tome um pouco. Fico com um olhar desconfiado, esperava encontrar no refúgio pelo menos alguém "guardando o local", e não totalmente desprotegido com um recém-abraçado.

- Eu não quero esta perto dos mortais, uvi falar da casa de espetaculos, porém não ficarei muito tempo por lá. O mundo deles, não é o meu!-, falo.

Fico a espera de explicações.

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James kirk

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Re: O Abissal Precurssor do Ódio ----- Capítulo I: "Die Sanctum"

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