Os doze tronos de sangue

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Os doze tronos de sangue

Mensagem por Mindgame em Seg Mar 16, 2015 3:11 pm

Off = Esta crônica é livre e aberta a qualquer um interessado em jogar. Para entrar, antes de tudo, preencha sua data de nascimento corretamente no perfil de jogador (o signo do jogador lhe conferirá um poder inato, revelado ao longo da trama), então, basta introduzir seu personagem na trama e o descrever.
Não haverá prelúdio. O jogador pode se utilizar de lembranças, mas a história do personagem será desenvolvida completamente dentro da campanha ao longo de suas interações.
Sua postagem inicial deve conter o seguinte resumo:

Nome: (do personagem)
Aparência: (Use uma imagem que mostre o rosto do personagem claramente junto a descrição)
Profissão: (definirá as habilidades comuns do personagem)
Defeito: (Escolha algo que o personagem prefira manter em segredo, mas, em algum momento, compartilhou com os demais membros do grupo ao longo do seu convívio)
Escolha uma raça dentre as seguintes:
Humano – Maior e mais próspera população entre as cidades
Anão - Baixinhos robustos de áreas montanhosas culturalmente ligados à mineração
Elfo – Apesar da aparência frágil, possuem vidas longas e a mais antiga das culturas em harmonia com a natureza
Gnomo – Pequenos, rabugentos e reclusos, conhecidos por sua afeição por todas as formas de conhecimento.
Halfling – Pequenos de pés peludos, espertos e sortudos
Meio-Elfo - União entre um humano e uma elfa, ou um elfo e uma humana.
Meio-Orc – Criaturas tribais, horrendas e robustas conhecidas pela baixa inteligência
Anfíbio – Assemelham-se a humanos, mas suas pernas transformam-se em cauda dentro d’água e podem respirar através de guelras.
Centauro – Criaturas tribais de meio-humanos meio-cavalos, com quatro patas e dois braços.
Meio-Dragão – Descendentes de dragões infiltrados entre humanos, sem conhecimento de seu propósito
Ninfa (apenas personagens femininas) – Criaturas sobrenaturalmente belas ligadas a natureza
Licantropo (apenas personagens masculinos) – Humano amaldiçoado que torna-se bestial sob fúria

Escolha uma classe dentre as seguintes (Evite repetir classes já escolhidas para não queimar o Role):
Patrulheiro - Caçador e batedor experiente
Bárbaro - Guerreiro robusto e mal encarado
Bardo - Artista boêmio dedicado a beleza e poesia
Mago - Acadêmico teorista focado em artes arcanas
Clérigo - Sacerdote canalizador de poderes divinos
Guardião - Guerreiro protetor com espírito inquebrável
Druida - Alquimista e bestial em comunhão com a natureza
Paladino - Guerreiro santo diplomata
Necromante - Estudioso de artes profanas
Feiticeiro - Canalizador arcano intuitivo
Ladino - Hábil e astuto sobrevivente
Psiônico - Mentalista
Monge - Eremita disciplinado


Obs.: Como não haverá fichas, habilidades serão exclusivamente interpretativas, ou seja, um jogador de mago querendo lançar uma magia pode descrever o personagem procurando uma magia que faça algo específico em seu grimório e aguarda o veredicto do narrador. Já as características raciais serão passivas, ou seja, se o grupo encontrar uma escrita na língua dos anões, narrarei o significado apenas para o anão do grupo (se houver).

Esta introdução é imersiva a todos que entrarem neste início da história. Leiam introspectivamente para se situarem na trama. Levem em consideração que os integrantes do grupo se conhecem por, pelo menos, metade de suas vidas.

Bom jogo a todos! = On


Prólogo – Redenção

Condado de Blackwood

Música de clima:

Ainda não amanheceu.
O uivar do vento pelos campos me fez perder o sono, mas meu cansaço ainda não foi aliviado.
Ergo-me de meu leito com dificuldade na relva úmida e noto que meus companheiros, ao redor das cinzas da fogueira, compartilharam de minha insônia. Eu não teria sobrevivido sem eles.
Nossos olhares se cruzam em silêncio. Não havia nada a ser dito.
Meus ferimentos demorarão a cicatrizar. A dor me trás lembranças terríveis... junto ao conforto de ter sobrevivido.
Em poucos dias estaremos em casa. Suspiro.
É tão bonito aqui... no quintal do condado. Não há terras mais belas! Exceto, talvez, pelo vale das miragens... agora que Valória foi destruída.
Meu olhar se volta à garotinha ao meu lado. A última valoriana dorme o sonho dos inocentes.
Oraculo:
Nome: Ella Moonchild

O oráculo é um presente dos deuses que nasce entre os valorianos a cada 500 anos para "iluminar o caminho para a ascensão da humanidade". As profecias revelam que esta garotinha poderá, em breve, prever e mudar o destino do mundo.
Os valorianos eram um povo pacífico, conhecido pela construção de uma torre que tentava tocar o reino dos deuses. Após a destruição de sua cidade, os últimos deles migraram para o condado de Grifo, na esperança de que o Conde atendesse seu apelo para resgatar sua líder espiritual e morreram na guerra que desencadearam.
Ela é tão jovem... e já presenciou tantas coisas terríveis...
Ao menos fizemos Blackwood pagar! ... Mas me pergunto se valeu a pena.
Estou agora entre os únicos sobreviventes do maior exército que o "Rei do Leste" já conseguiu reunir. Muitos homens justos e honrados pagaram com suas vidas pelo resgate desta garotinha, mas não foi só por ela que eu me voluntariei. Blackwood era um monstro... e eu fiz minha parte. Se não o tivéssemos derrotado, ele agora teria um exército de mortos maior do que os vivos que Hipérion poderia reunir.
Conde Blackwood:
Nome: Cassius Blackwood

Blackwood era um poderoso necromante que comandava a cidade mais populosa e avançada militarmente do continente. Ao devastar Valória em um massacre brutal e sequestrar a Oráculo, desencadeou a guerra.
Cassius se utilizava de um cetro místico que ampliava seus poderes, fazendo com que aqueles que caiam em batalha, se tornassem zumbis e se seus aliados, o que obrigava as tropas a queimarem ou cortarem as cabeças de todos os soldados abatidos para que permanecessem mortos.
Gostaria de tê-lo visto cair com meus próprios olhos. Os gritos das tropas ainda ecoam em minha mente... ainda ecoarão por muito tempo. A guerra acabou, preciso pensar em outra coisa... em voltar para casa... e comer algo que não seja ração de viagem.
Deito-me novamente.
O Conde fará uma festa... isto é certo. E eu... sentarei na mesa dos nobres?
Será fácil me acostumar com isso. Sorrio.
“Os heróis de Grifo”, foi como o rei nos intitulou... ainda que eu não me sinta como tal.
O rei do leste:
Nome: Cedric Hipérion II

De Telúria, Cedric controla a maioria das terras do continente, mas sua aliança torna-se cada vez mais frágil perante a iminente emancipação das grandes cidades.
Ao fim da guerra, perante os feitos do grupo de aventureiros na batalha, o Rei vos tornou comendadores e os reconheceu como heróis do condado.
Agora que tenho terras, eu deveria me estabelecer... viver uma vida tranquila... encontrar alguém para compartilhar.

Capítulo I – A queda de Grifo

Mapa Continental:

Condado de Grifo

Música de clima:

O grande portal de Grifo se revela aos meus olhos em meio a neblina. Os dias de viagem finalmente chegaram ao fim!
Desço de meu cavalo e o guarda prontamente nos reconhece. Os portões se abrem, revelando o condado. Estou em casa.
Nossos passos, determinados na direção do palácio, não passam despercebidos. O condado inteiro olha para nós. Certamente o Rei Hipérion enviou um pombo ao Conde informando o resultado da guerra. As notícias correm rápido.
Blake nos recebe no salão. O segundo homem mais poderoso do reino nos admira com orgulho e anuncia que sentaremos em sua mesa esta noite no banquete.
Conde de Grifo:
Nome: Bruce Blake

O Conde de Grifo é o maior aliado do Rei Hipérion. Seu condado é principal fonte de controle sobre o reino, uma vez que suas defesas, conhecidas por serem impenetráveis, e sua localização privilegiada são aproveitadas para que o território funcione como um banco central, com a maior riqueza do continente.
Somos escoltados até um salão tático onde o filho do conde discute com um conselheiro. Ambos se calam perante a nossa presença e Bruce pede a Edward que demarque nossas novas terras.
Visconde de Grifo:
Nome: Edward Blake

O filho mais velho do Conde é conhecido por sua mente brilhante e postura galante, mas, por algum motivo, todos os conselheiros o desprezam e seu nome sempre surge entre boatos duvidosos.
Edward é amistoso e generoso com a demarcação. Nos conhecemos desde pequenos, mas as barreiras sociais nos afastaram ao longo do tempo. Agora que estou entre os comendadores, essas barreiras não existem mais e ele pode ser um bom aliado entre os nobres.
Anoitece... e todo o condado comemora a vitória. Logo revejo meus amigos e minha família.
O banquete liberta minha mente dos horrores da batalha e estou em paz.



Última edição por Mindgame em Qui Mar 26, 2015 7:05 pm, editado 1 vez(es)

_________________

enigmati@msn.com
Tell: 11 980229792
avatar
Mindgame
Admin
Admin

Masculino Mensagens : 294
Reputação : 15
Data de nascimento : 29/07/1986
Idade : 31

Ficha do personagem
Crônica:

https://www.facebook.com/ForumMindgame

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Os doze tronos de sangue

Mensagem por Luciferina em Seg Mar 16, 2015 11:24 pm

Nome: Liliel (Lucy)
Aparência: Jovem atraente, aparentando ter de 20-25 anos, caucasiana com cabelos pretos, olhos azuis e físico esbelto.
Profissão: Alquimista
Defeito: Liliel era uma proeminente aprendiz em uma sociedade élfica de magos. Suas pesquisas, entretanto, começaram a pender para a área de necromancia, criando diversos conflitos com seus mestres. Quando sua habilidade tornou-se perigosa para a sociedade a qual pertencia, fora expulsa e tida como inimiga. Assim, trocou seu nome para Lucy e refugiou-se no condado de Grifo para poder garantir seu sustento com alquimia. Entretanto, os rumores de um cajado portado por Blackwood a interessaram muito.
Raça: Elfo.
Classe: Necromante.

Luciferina

Feminino Mensagens : 1
Reputação : 0
Data de nascimento : 16/01/1994
Idade : 23

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Os doze tronos de sangue

Mensagem por Mindgame em Ter Mar 17, 2015 11:18 am

Liliel, a pupila das trevas

Esta lenda fala sobre uma jovem que nasceu e foi criada em uma grande cidade élfica oculta na Floresta da Lua de Prata. Seu sobrenome, há muito esquecido, era reconhecido e respeitado por todos. Sua mãe era a conselheira da comunidade e seu pai era embaixador e responsável pela política externa, o que propiciou a amizade da jovem elfa com o filho do Conde de Grifo ao longo de suas vizitas políticas.
Liliel já havia completado trinta anos de idade, mas o coração dos elfos demora a amadurecer e o garotinho, de apenas dez, a cativara por dois anos, até uma batalha contra ogros que tomou a vida de seus pais, queimou grande parte de sua floresta e enrijeceu as relações dos elfos com o mundo externo.
O luto foi profundo e a cidade demorou a se reerguer. Liliel perdeu tudo e serviu como aprendiz de curandeira por meses até se deparar com o insólito: era uma tarde fria, prestes a escurecer, quando a jovem elfa avistou uma silhueta familiar cambaleando entre as árvores.
“Pai?!” ela indagou sem resposta e se aproximou o suficiente para confirmar a suspeita. O corpo de seu pai havia deixado o túmulo e se movia, determinado, em direção à Floresta Sombria. Liliel tentou se comunicar, tentou segurá-lo, mas ele não respondia, como uma marionete. Ela o seguiu, a passos lentos, por toda a noite até o amanhecer, entranhando-se cada vez mais na escuridão da floresta, e então escalando as raízes de um desfiladeiro em que, ao chegar no tipo, se deparou com algo que a estarreceu profundamente.

A fortaleza sombria se projetava contra as nuvens. Um palácio que irradiava uma solidão fria que parecia tocar sua alma.
Liliel hesitou... e perdeu de vista o corpo de seu pai na escuridão atrás do grande portal. Ela havia ido longe demais e estava certa de que aquilo era um passo maior do que as pernas, mas a curiosidade aqueceu seu coração.
Ao atravessar o portal cautelosamente, uma voz masculina, desconfortavelmente suave, rasgou o silêncio: “Há algo... diferente nesta... será possível?! Eu estou ouvindo coisas ou seu coração está realmente batendo?”
A jovem elfa ficou paralisada e assistiu, inerte, uma grande silhueta se aproximar ao fundo do grande salão.
“Ora... eu não estou confuso, afinal! Ele está batendo! O que poderia trazer alguém vivo até aqui?”
Aquela voz suave e frágil emanava uma solidão profunda que, a despeito da singularidade daquele encontro, a acalmava o suficiente para apontar para o corpo de seu pai e lhe responder.
“Garotinha tola... ele não é mais seu pai! Ele está morto e agora ele me pertence.”
Liliel sente vontade de recuar. Seu corpo estremece a cada passo que aquela silhueta da em sua direção, mas, antes que o temor a tomasse por completo, uma pergunta a reconforta.
“Queres rever seu pai, garotinha?”
Ainda paralisada, a jovem elfa consegue apenas balançar a cabeça positivamente e a silhueta para de caminhar.
“Feche os olhos.”
O comando soava como uma sentença de morte. Liliel queria fugir, mas não conseguia mover seu corpo. O medo a vez atender a ordem e, assim que fechou seus olhos, uma trovoada a ensurdeceu e ela caiu sobre areia fofa. Nada poderia tê-la preparado para o que viu ao abrir os olhos.

No plano espiritual, haviam cores que ela jamais havia visto e um portal que finalmente iluminava a silhueta que conversava com ela do outro lado.
O senhor das trevas:
Após o breve e esclarecedor encontro com os espíritos de seus antepassados, Liliel conheceu o guia solitário que lhe propiciou tal evento. Lorde Chardca Thorisun era um antigo príncipe que caiu em desgraça e teve seu reino destruído por espíritos demoníacos poderosos. Mais tarde, Thorisun revelaria sua verdadeira natureza e que havia sido aprisionado em seu próprio palácio pela eternidade como punição por adentrar os domínios de deuses antigos.
Após a morte de sua esposa, Chardca permaneceu solitário em sua prisão, sendo servido pelos mortos sobre os quais exercia grande poder.
Sua solidão fortalecia o apreço que o esquecido Senhor das Trevas dedicava a jovem elfa que adentrara sua prisão e foi através dele que ela conheceu os poderes do Cajado das Trevas: um artefato místico fabricado por ele mesmo a partir do crânio e vértebras de um demônio que guardava os portais do submundo e o cegou. Nas mãos de um necromante habilidoso, o cajado governaria a vontade dos mortos, dando poder absoluto ao usuário sobre legiões inteiras.
O poder de Thorisun fascinava Liliel e, em pouco tempo, a garotinha elfa se tornou sua aprendiz.
A elfa teve sucesso em esconder suas viagens à Floresta Sombria por toda a sua adolescência, mas um descuido ao praticar suas habilidades em um corpo na cidade voltou contra ela mais do que meros olhares de reprovação.

Iriel Soralder, a conselheira da cidade era uma poderosa psiônica que, ao interrogar Liliel, tirou de sua mente todas as informações que precisava para bani-la da cidade, mas não antes de enviar patrulheiros até o palácio solitário do príncipe esquecido.
A jovem elfa foi presa por uma semana e então expulsa da cidade.
Seu primeiro destino foi o palácio de Chardca. A Floresta Sombria nunca lhe pareceu tão bestial quanto naquela jornada. As feras atacavam sem provocação e a elfa quase não sobreviveu ao descaminho. Por fim, ela encontrou o palácio... vazio.
Não havia sinais de luta. A solidão Thorisun parecia ter passado para a jovem elfa.
Após algum tempo de reflexão, só lhe restava a opção de buscar asilo em Grifo, na esperança de que a antiga amizade de seus pais lhe fornecesse, ao menos, um recomeço.
Liliel manteve segredo do motivo do exílio, não foi necessário se explicar. Seu nome fora suficiente para que Blake lhe oferecesse uma oportunidade em Grifo, mas, por ser um condado grande, com muitos elfos, a elfa optou por um nome que ninguém reconhecesse. Sua escolha foi Lucy, o primeiro nome da esposa de seu mestre. Uma saudosa lembrança que marcara sua alma.

Mais de uma década se passou desde então. Lucy aprimorou suas habilidades alquímicas, cultivando e vendendo ervas, e as de seu mestre em segredo, auxiliando na exumação de corpos voluntariamente. Então a guerra começou... e seu passado retornou para assombrá-la.
A descrição do cajado de Blackwood era a mesma do de seu mestre e, ao saber disso, Liliel se ofereceu prontamente para o ataque ao condado do necromante.
Suas habilidades ocultas foram reveladas na batalha, mas, sem seu conhecimento sobre os mortos-vivos, a investida teria sido fadada ao fracasso.
Seu objetivo, desde o princípio, era interrogar Cassius sobre o paradeiro de seu mestre, mas a elfa não teve chance de encontrá-lo cara a cara. Os soldados comemoraram quando o cercaram e o derrubaram em um poço de lava onde o Conde e seu cajado afundaram.
Seu desapontamento, durante o retorno a Grifo, foi diluído pelo reconhecimento que Lucy jamais tivera. Seus feitos foram merecidamente admirados e ela sentia que havia honrado seu mestre. Onde quer que ele esteja.

Agora, de volta a Grifo, Lucy comemora no banquete com seus aliados e tem a oportunidade de refortalecer a aliança nobre de sua família.

Off = Espero que a introdução tenha alcançado suas expectativas! ^^
Pode interagir com os NPCs já estabelecidos (Como o Conde e o Visconde) e PJs que forem se inserindo. Também pode enriquecer o cenário com NPCs que considerar coerentes com a introdução, como amizades que conquistou na cidade. = On


_________________

enigmati@msn.com
Tell: 11 980229792
avatar
Mindgame
Admin
Admin

Masculino Mensagens : 294
Reputação : 15
Data de nascimento : 29/07/1986
Idade : 31

Ficha do personagem
Crônica:

https://www.facebook.com/ForumMindgame

Voltar ao Topo Ir em baixo

James kirk post nº 1 O Cavaleiro Marginal

Mensagem por James kirk em Ter Mar 17, 2015 11:36 am

trilha sonora:



Nome:Sir. James Kirk ( O Cavaleiro Marginal)
Aparência:







Brasão de armas:



Homem experiente, aparentando ter de 30-35 anos, caucasiana com cabelos loiros, olhos azuis e físico atlético.
Profissão: Membro da Ordem dos Cavaleiros do Gladio Negro; apelidadados de Cavaleiros Negros ou Cavaleiros do Gladio
Defeito: segue o código de cavalaria

As principais regras do código de cavalaria eram as seguintes:

   Proteger as mulheres e os fracos;
   Defender a justiça contra a injustiça e o mal;
   Amar sua terra natal;
   Defender a Igreja, mesmo com risco de morte.

ele é um cavaleiro, que jurou seguir o código e a vontade dos Deuses, chegou ao condado do grifo, seja por sua experiência, seja pela vontade dos Deuses. ele sentiu que o mal se aproxima, sendo seu dever combate-lo. Ele é apelidado de Cavaleiro Marginal, pois apesar de ser um paladino, ele utiliza de metodos, pouco ortodoxios para lutar contra as forças malignas.
Por ser membro da Ordem dos Cavaleiros do Gladio Negro ele desenvolveu as seguintes tecnicas:
Ele é especializado na luta da espada combinada com o escudo, sua arma um gladio negro.
Utiliza como todos os membros da sua ordem uma capa preta longa, sobre a armadura, existindo tecnicas de luta desenvolvidas por eles em que essa capa acaba sendo usada como uma arma ou escudo.
Tem conhecimento de heraldica e religião.
Raça: Humano.
Classe: Paladino


Última edição por James kirk em Qua Mar 18, 2015 3:37 pm, editado 11 vez(es)

_________________
Falas: - ... -
Ações: * ... *
Pensamentos: " ... "



avatar
James kirk

Mensagens : 150
Reputação : 10
Data de nascimento : 07/01/1982
Idade : 35

Ficha do personagem
Crônica:

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Os doze tronos de sangue

Mensagem por Davikd em Ter Mar 17, 2015 1:06 pm

Nome: Ulfric
Aparência:

jovem, aparentando 20-23 anos, cabelos ruivos, não aparenta possuir muita força fisica.
Profissão: trovador
Defeito: ja usou suas habilidades como bardo para "limpar" nobres em tavernas e cidades.
Raça: Meio-Dragão
Classe: Bardo

Davikd

Mensagens : 2
Reputação : 0

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Os doze tronos de sangue

Mensagem por draco117 em Ter Mar 17, 2015 3:49 pm

Nome: Matias Topor
Aparência:
aparenta ter entre 25-30 anos, Palido, cabelo loiro, porte fisico mediano.
Profissão: Ex Inquisidor.
Defeito: Graças ao seu passado como inquisidor, tem terríveis pesadelos noturnos e dificilmente consegue uma boa noite de sono.
Raça: Meio Elfo.
Classe: Psiônico.
avatar
draco117

Masculino Mensagens : 23
Reputação : 2
Data de nascimento : 23/11/1994
Idade : 23

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Os doze tronos de sangue

Mensagem por Samael em Qua Mar 18, 2015 9:13 pm



Nome: Bellun
Profissão: Cavaleiro
Defeito: Ele ouve vozes em momentos aleatórios (Esquizofrenia)
Raça: Meio dragão
Classe: Clérigo
avatar
Samael

Masculino Mensagens : 46
Reputação : 3
Data de nascimento : 10/07/1993
Idade : 24

Ficha do personagem
Crônica:

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Os doze tronos de sangue

Mensagem por Anatema em Sex Mar 20, 2015 12:59 am

Nome: Raanark Cascos sangrentos
Aparência:
Profissão: Caçador
Defeito: Na guerra, em meio a confusão tinha que lidar com um capitão que odiava sua raça e em meio a confusão a fúria do bárbaro não acatou os insultos do nobre e o machado de Raanark partiu elmo e crânio como se fossem feitos de folha, ninguém pareceu notar, ou se importar.
Escolha uma raça: Centauro
Escolha uma classe: Barbaro

_________________
Fala: "-..."
Pensamentos *...*
Narrativa e ações
avatar
Anatema

Mensagens : 11
Reputação : 1

Ficha do personagem
Crônica:

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Os doze tronos de sangue

Mensagem por Vicky Drumonnt em Qui Mar 26, 2015 3:26 am

Nome:  Lady Saory
Profissão:  Cartomante
Defeito:  Vaidosa e um tanto mentirosa, mas sabe ser sincera e leal quado lhe convém.
Raça:  Humana
Classe:  Feiticeira
Aparência:
Spoiler:
Familiar:
Spoiler:
avatar
Vicky Drumonnt

Feminino Mensagens : 3
Reputação : 1
Data de nascimento : 02/05/1983
Idade : 34

Ficha do personagem
Crônica:

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Os doze tronos de sangue

Mensagem por Mindgame em Qui Mar 26, 2015 7:57 pm

(Maithê me pediu para postar a personagem por problemas de internet)

Nome: Melpômene Flora
Aparência:

Profissão: Herbalista
Defeito: Timidez
Raça: Ninfa
Classe: Druida
Familiar: Coruja:

_________________

enigmati@msn.com
Tell: 11 980229792
avatar
Mindgame
Admin
Admin

Masculino Mensagens : 294
Reputação : 15
Data de nascimento : 29/07/1986
Idade : 31

Ficha do personagem
Crônica:

https://www.facebook.com/ForumMindgame

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Os doze tronos de sangue

Mensagem por 1ªDama em Qui Jul 02, 2015 7:14 pm

Nome: Baraniel Nnar'tare
Profissão: pirata
Defeito: má-fama
Raça: elfa
Classe: Ladina
avatar
1ªDama

Feminino Mensagens : 39
Reputação : 1

Ficha do personagem
Crônica:

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Os doze tronos de sangue

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum