Sistema de Ajuda para a Crônica Ataque ao Castelo Lasombra

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Sistema de Ajuda para a Crônica Ataque ao Castelo Lasombra

Mensagem por Camille M. Vermount em Qui Maio 16, 2013 4:54 pm

ALTOS CLÃS

Os Altos Clãs governam sobre as noites medievais. Eles são a nobreza Cainita composta por Príncipes e Lordes que governam vastos domínios feudais e Cortes Cainitas. Os Altos Clãs referem a si mesmos como os primeiros nascidos e afirmam que os seus progenitores foram abraçados durante as primeiras noites de Enoque, bem antes que os Cainitas dos Baixos Clãs. Os primeiros amaldiçoados culpam os ultimos nascidos pelo conflito de Enoque e sua eventual destruição. Os Clãs seguintes compõem os Altos Clãs:

BRUJAH ( rapidez potencia presença)

Composto por cruzados e reis-filósofos, o clã Brujah é um clã conhecido por suas atitudes ferforozas e mudança de temperamentos repentinos. O passado do clã é "check mate", uma longa e triste história de realizações maravilhosas e devastadoras derrotas. No século XIII, a luta dos Brujah é para manter seu status entre os Altos Clãs. Muitos Anciãos Brujah são melancólicos em relação ao maior momento do clã na história, e ainda lamentam o "falecimento" de Cartago. Seus membros mais jovens estão cansados da opressão da época, e já ha algum tempo lutam por mudanças.


CAPADÓCIO (auspícios fortitude mortis)

Místicos e estudiosos, os Capadócio são ao mesmo tempo temidos e respeitados como oráculos e sábios. Embora eles olhem para a Anatólia como seu antigo lar, o clã Capadócio reside em toda a Europa como conselheiros de Príncipes e monges vampíricos. Eles tentam permanecer distantes das intrigas, se concentrando na contemplação do maior mistério de todos - a morte.


LASOMBRA ( dominação tenebrosidade potencia)

Reis das sombras, os Lasombra são os manipuladores mais experientes entre as crianças de Caim. O clã está convencido da sua própria superioridade, e abraça a religião e a fé - não por uma reverência divina, mas para reivindicar o seu poder. Os Lasombra mantêm sua corte por toda a Europa, mas a Itália e Ibéria são as terras onde governam incontestavelmente.


TOREADOR (auspícios rapidez presença)

Crianças da arte e da beleza, Os Toreador são Cainitas artistas e poetas. Apesar de se cercarem de luxo e pompa, o clã pode ser tão fanático quanto os Brujah ou astuto como os Lasombra. O bastião do clã é nas terras francesas, com seus cavaleiros e cantores bardos.


TZIMISCE (animalismo auspícios vissicitude)

Dragões da Transilvânia, os Tzimisce deleitam-se em suas desumanidades e reinam como Voivodes temidos, sobre uma população assustada. Desumanos e muitas vezes fanaticos, os Tzimsce descartam outras formas que não a sua própria, como fundamentalmente fracassadas. Eles ultimamente estão enfrentando ameaças que se atrevem a desafiar sua posição natural no pico da cadeia alimentar. O clã considera que seu criador é mais antigo que Caim.


VENTRUE (dominação fortitude presença)

Os Ventrue estão lentamente chegando onde querem. O século XIII é o momento perfeito. Enquanto os Lasombra estão ocupados tramando, os Toreador perdidos em sua arte, os Brujah variando nas tomadas decisão, os Tzimisce sobre os reinos desolados, o clã da realeza está tomando a liderança e anexando territórios. Os Ventrue enérgicos sabem que a hora é agora, e enquanto os Altos Clãs lutam pelo controle no berço da civilização européia no Mediterrâneo, os Ventrue estão avançando na Grã-Bretanha e Alemanha, elaborando novos impérios e mobilizando para si o direito de primogenitura como líderes e defensores de todos os Cainitas.

BAIXOS CLÃS

Desprezados e incompreendidos pelos Altos Clãs, os Baixos Clãs não se incomodam com a pompa e arrogância dos primeiros nascidos. Em vez disso, eles preferem frequentar diferentes círculos, perseguindo seus próprios objetivos. Muitos dos Baixos Clãs são, de fato, estranhos à Europa e os seus Cainitas cristãos. Outros são simplesmente tão estranhos e diferentes que a sua presença perturba bastante os mais "civilizados" Cainitas. Enquanto os Altos Clãs seguram as rédeas do poder, os Baixos Clãs estão ganhando terreno depois de anos de negligência e abuso.

ASSAMITA (rapidez ofuscação quietus)

Orgulhosos e mortais, os Assamitas que se autodenominam Banu Haquim - vivem sob um código estrangeiro. Originários da Terra Santa, os Assamitas consideram-se os juízes e guardiões da noite, servindo como soldados e generais de Haquim, o criador do clã. Apesar de serem combativos, os Assamitas não são limitados aos campos de batalha física. Suas fileiras são preenchidas com antigos místicos e estudiosos respeitados também. Poucos Assamitas deixam as terras do oriente sarraceno, mas aqueles que se aventuram pela Europa, fazem como espiões e emissários, e acabam sendo rebaixados por suas maneiras mulçumanas.


GANGREL (animalismo fortitude metamorfose)

Inconstantes e indomáveis como a lua, os Gangrel rejeitam as relações de mestre e servo, susserano e vassalo, senhor e cria, em vez disso escolhem andar livremente pelas noites. A floresta e clareira são seus campos de caça, e não as aldeias e vilas. Para um Gangrel orgulhoso, um vampiro não é mais mal do que outros predadores naturais. A única questão para eles é que alguns escolhem serem lobos valentes enquanto outros escolhem serem cães covardes.


MALKAVIANO (auspícios demência ofuscação)

Os Malkavianos são amaldiçoados pela visão da loucura, condenados a ver o mundo como um mosaico arrasador. Há muito tempo atrás, eles eram oráculos Cainitas, prevendo o futuro e enxergando coisas que os outros não conseguiam ver. Agora, eles são párias por causa de sua loucura. Os membros das cidades preferem evitá-los por medo de que sua loucura vai afetar a todos. Eles são arautos e profetas de uma escuridão que está por vir.


NOSFERATU (animalismo ofuscação potencia)

Transformados em criaturas horrendas pelo abraço, os Nosferatu "vestem" suas peles com a maldição de Caim. A aparência dos Nosferatu lembram a todos os Cainitas do mal que se esconde dentro de si mesmos. Muitos Nosferatu tomaram sua fisionomia monstruosa como um sinal claro de que eles devem aceitar a sua maldição e se arrepender. Eles se portam de uma forma nobre e majestosa que rivaliza com a dos Altos Clãs.


RAVNOS (animalismo quimerismo fortitude)

Refugiados de uma grande guerra no extremo oriente, os Ravnos carregam com eles uma Besta sagaz que sussurra desejos obscuros. Na Europa poucos são confiáveis, porque a sua maldição os torna especialmente perigosos. Aqueles que são aceitos atuam como mensageiros enviados ou espiões, movendo-se entre as cortes Cainitas e envolvendo-se também em objetivos próprios.


SEGUIDORES DE SET (ofuscação presença serpentis)

Acreditando que são descendentes de um antigo deus, os Setitas são fanáticos tortuosos. Envolvidos em um ar maligno, eles se orgulham de serem guardiões de um conhecimento proibido e traficantes do pecado e da perdição. Habitando as areias do Egito, os Seguidores de Set têm alternado seus caminhos para a Europa após a primeira cruzada. Apesar de sofrerem preconceitos por serem estrangeiras, os Setitas prosperam na Europa, fornecendo coisas que poucos podem, ou querem. Engenhosidade e astúcia são os cartões de visita de um Setita.


TREMERE (auspícios dominação taumaturgia)

Muitos se recusam a chamar os Tremere de clã, desde que estes usurpadores receberam o título dúbio, depois de praticamente erradicar uma das linhagens mais antigas e reverenciadas - os Salubri. Os Tremere cometeram o crime mais hediondo conhecido por um Cainita, a canibalização deliberada do Antediluviano Salubri, Saulot. Apesar de o clã ser jovem, tendo entrado em atividade apenas nos últimos dois séculos, os bruxos do clã Tremere são muito poderosos. Eles ainda não têm verdadeiros aliados, no entanto, estão cercados por todos os lados por inimigos do mundo mortal e Cainitas. Apesar de Príncipes e Lordes da Europa desconfiar de suas intenções, muitos começam enxergar uma utilidade para os usurpadores (e sua potente magia), acolhendo mais e mais bruxos em suas cidades.

Tradições

Legado- Vampiros são os predadores superiores, tentar retornar a mortalidade ou virar uma besta inconsciente que só existe para saciar a própria sede é crimes abomináveis;

Destruição- Apenas os mais antigos podem destruir ou permitir a destruição de outro vampiro;

Progênie- Só com a permissão dos mais antigos pode-se criar um outro vampiro;

Responsabilidade- Aqueles que você criou são de responsabilidade sua, até que os libere para serem senhores de si mesmos, portanto os crimes dele são igualmente seus crimes;

Domínio- Você é responsável por seus domínios e lá sua palavra é lei.

Silêncio do Sangue- Não pode revelar sua natureza a quem não for de sua espécie ou a sirva lealmente. (Futuramente chamada de Máscara)

Seitas

Inconnu: Remanescentes da era romana dos cainitas. Eles se comportam como patrícios e ainda mantêm uma grande influência sobre os vampiros mais velhos da Europa. Comentam-se que eles habitam os subterrâneos de antigas cidades romanas, tais como Paris, Constantinopla e Veneza. Aparentemente, Roma é sua fortaleza principal. Os membros do Inconnu são enfrentados por membros mais jovens que adotaram um sistema feudal, mais apropriado ao seu tempo.
Nem todos os clãs estão associados a esse grupo; Por exemplo, os Toreador, Tzimisce e Brujah jamais fizeram parte dos Inconnu e, poucos nesses clãs falam bem do grupo. A memória do que os Inconnu fizeram a Cartago e Dácia permanece viva. Os Inconnu tendem a se preocupar com os costumes antigos, e muitos deles acreditam firmemente que os humanos deveriam ser tão bem tratados quanto possível. No entanto, eles tem sua cota de conflitos internos, assim como todos os grupos Cainitas. Entre os membros do Inconnu, há pouco consenso, a não ser pelo desejo comum de exterminar os mais jovens que eles.

Os Furiosos: os membros dessa seita tem a reputação de serem os foras da lei dos Cainitas. Condenados pela maioria dos príncipes como ladrões e encrenqueiros, eles ocupam os limites da sociedade vampírica, escavando sua existência da miséria, como seus semelhantes mortais.
Os furiosos são considerados caóticos, desorganizados e ignorantes até mesmo quanto às regras básicas que governam todos os Cainitas. Esse tipo de conversa vem geralmente daqueles que desconhecem o funcionamento interno da seita. Muitos dentro dos Furiosos estão bastante familiarizados com as seis tradições, mas decidiram se aliar aos que caminham no limiar das sombras. Eles são frequentemente as segundas ou terceiras crias, incapazes de competir com os Primogênitos pela atenção de seus senhores, e por isso decidem trilhar seu próprio caminho. Entre os Furiosos, os Cainitas se destacam por seus próprios méritos, e não pelos do seu senhor, e não precisam de preocupar com seus irmãos mais velhos pondo-os de lado.
Os Furiosos podem ser encontrados entre os construtores de catedrais e burgueses das cidades, assim como entre os mercadores de caravanas. A maioria dos círculos estabelecidos em cidades são considerados de antemão como sendo Furiosos, a não ser que um, ou mais deles tenham algum acesso ao príncipe local. De fato, os Furiosos tendem a abraçar àqueles que atuam à margem da estrutura rígida da igreja e da sociedade feudal: ladrões, mercadores, artesãos, artistas e trabalhadores. Apesar de poucos o admitirem, existem alguns círculos de Furiosos que pagam tributos ao príncipe locais em troca de autonomia.
Apesar de desprezarem a hierarquia entre príncipes e vassalos, os Furiosos possuem alguma estrutura em suas cidades. Eles se organizaram nos moldes de uma guilda, e qualquer um que passe pelos ritos de iniciação, é bem vindo, não importando o clã de origem. A maioria das cidades em evidencia são, para todos os propósitos, os seus domínios. Os Toreador e Brujah entre eles sempre consideram os mercadores, sábios e artesãos como a promessa de um futuro brilhante, uma era onde a erudição e o conhecimento vão novamente reinar supremos.
Com certeza, os Furiosos possuem um enorme talento para o roubo- os Ravnos entre eles ensinaram-lhes alguns de seus piores hábitos. Muitos deles gastam seu tempo praticando prestidigitação e furtividade enquanto recolhem “tributos” de seus mercadores vassalos.
Os Furiosos geralmente mantêm encontros em lugares fortemente protegidos, onde discutem assuntos do interesse de todos (ataques de lupinos, manobras políticas de príncipes estrangeiros). A violência acontecida nesses lugares é geralmente considerada uma distração. As cidades que eles governam, tendem a possuir mais mercadores e artesãos que a maioria, e eles aceitam rapidamente as novas ideias, ao invés de desprezá-las como trabalho de satanás. Seu governo não é o do medo, mas o da sutileza, e eles se orgulham de suas habilidades para fazer com que as coisas aconteçam “silenciosamente”. Eles penetram nas fileiras dos burgueses, mestres de guildas e mercadores, como modo de exercer o controle mais próximo das cidades em crescimento.

A ordem das cinzas amargas: As lendas contam sobre esses misteriosos vampiros, dizendo que eles começaram como um bando de cruzados mortais mandados à Terra Santa. Durante sua jornada, eles foram abordados por um poderoso vampiro com uma estranha marca em sua testa. Ele os abraçou e os mandou em uma jornada em busca do cálice de cristo, o Santo Graal. Seu misterioso senhor lhes disse que um gole do verdadeiro cálice purificaria seu sangue da maldição de Caim.
Conta-se que muitos dentro da ordem enfrentaram estranhas criaturas da noite e venceram muita oposição – mesmo dentro de suas próprias fileiras- até encontrarem o cálice sagrado, no qual todos teriam partilhado do vitae de cristo. Conta-se que todos que beberam do cálice sofreram uma estranha transformação, sobre a qual se tornaram relutantes em discutir. Agora seus corpos brilham feito a lua, e suas espadas atingem infalivelmente aqueles que servem as criaturas do inferno. Os Baali se tornaram um de seus mais odiados inimigos, uma inimizade que os Baali retribuem com ainda maior ferocidade.
A Ordem é conhecida pelos seus poderosos cavalos brindados com a rapidez tirada do sangue de seus mestres. Cada nova espada forjada é imersa no sangue de seu criador e purificada com incenso antes de ser empunhada. A estranha luminescência dos cavaleiros é frequentemente mascarada por suas armaduras, criando um brilho fantasmagórico por debaixo de seus elmos, e sem dúvida dando origem a histórias sobre cavaleiros fantasmas.
Apesar de supostamente o bando ter sido disperso durante os dias da segunda cruzada, sabe-se que alguns deles permitiram que outros vampiros bebessem de seu sangue puro ( que dizem saciar a necessidade de se alimentar de humanos). Aqueles que bebem do sangue da Ordem, parece receber sua luminescência e seus poderes especiais para destruir os Baali e outros infernalistas, pela duração de um ciclo lunar.
A Ordem recebeu seu nome a partir de uma das inúmeras lendas sobre como Caim foi amaldiçoado a se alimentar “apenas de cinzas amargas”. A Ordem possui uma pequena organização geral, apesar de terem existido rumores de que teriam formado uma estranha aliança com os Cavaleiros Templários. A humanidade em geral é alvo de seu desinteresse, apesar de alguns dentro da ordem sentirem pena dos devotos, pois jamais conhecerão a verdadeira benção do cálice.
Embora o gral tenha concedido à Ordem, os seus poderes miraculosos, o cálice não está mais na posse dos cavaleiros. As circunstancias cercando esse fato, são no mínimo vagas. As especulações sugerem que os cavaleiros o enterraram em algum ponto do Oriente Médio, com um deles permanecendo de guarda, enquanto outros espalhavam que ele teria sido levado, talvez pelo vampiro que abraçou o grupo.

Os Autarcas: Os Autarcas são vampiros jovens que declararam rebelião aberta contra os Inconnu e os anciões dos clãs. A maioria deles é encontrada entre os neófitos e os descontentes com a sociedade Cainita. Eles buscam a liberdade, pura e simples, e se rebelam contra a autoridade de seus senhores e príncipes.
Eles são frequentemente chamados pejorativamente de “moscas pestilentas”, pois se comenta que viajam entre os locais atingidos pela peste, alimentando-se dos mortos e moribundos. Diz-se que muitos deles viaja em grupos numerosos e barulhentos, saqueando e destruindo tudo em seu caminho.

Os Prometeanos: Conte-se que em cartago, os Cainitas viviam ao lado da humanidade em paz. Na Idade das Trevas, esses dias são apenas uma lembrança distante, e a maioria julga que uma sociedade assim seria uma afronta a Deus e a Caim. Outros argumentam que tal coisa é possível; e de fato, que isso seria uma necessidade para a sobrevivência dos vampiros. Eles temem que os antigos agora se considerem deuses, e vejam os mortais e os Cainitas mais jovens como seus escravos e seu alimento. Eles acreditam que somente vivendo em paz e união com os mortais, os vampiros dessa era poderão sobreviver às manipulações e guerras da Inconnu.
Esse grupo adotou esse nome a partir de Prometeu, que enfrentou a ira dos deuses para trazer o fogo para a humanidade. Esses vampiros argumentam que os Inconnu ignoram o potencial da Via Humanitas de permitir o auto controle, e argumentam ainda que as tradições foram corrompidas pelos Inconnu. Os Prometeanos fala sobre a maldade de Caim, sobre como se cansaram de seguir as ordens dos Inconnu, e ensinam que sobrepujar os anciões ocultos é o único caminho para a verdadeira segurança. Alguns falam em uma sociedade baseada em valorizar os mortais como sendo seus quase semelhantes, como era sonhado em Cartago.
No entanto, os Prometeanos são a minoria agora, suas vozes geralmente se reduzem a sussurros e seu sonho de uma sociedade pacífica de vampiros e humanos é apenas um sonho. Por enquanto, seus apelos pela humanidade caem em ouvidos moucos, mas há os que preveem que seu dia chegará, se não agora, no futuro.

A Manus Nigrun: A seita misteriosa manus nigrun não será utilizada pelos Pjs, e sim por NPC’s responsáveis pela Trama da narrativa.
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